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Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

The Legendary Tigerman com Novo Disco e Tour

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 A partir de dia 22 de Fevereiro THE LEGENDARY TIGERMAN percorre 10 cidades do país com as canções do seu sexto álbum de originais, MISFIT. Lisboa, Porto, Arcos de Valdevez, Aveiro, Évora, Castelo Branco, Alcobaça, Tondela, Braga e Coimbra são os destinos já confirmados em Portugal, logo a seguir à digressão francesa, que tem início hoje, dia 26 de Janeiro.

 

Na compra de bilhete para os concertos da tour em Portugal será entregue, à entrada, no dia do espectáculo, o MISFIT Touring Edition (CD MISFIT + MISFIT Ballads).

 

MISFIT chegou às lojas na sexta-feira passada, dia 19 de Janeiro, e entrou directamente para o segundo lugar do iTunes em Portugal. Trata-se de uma edição da Sony Music em formato CD duplo e DVD – MISFIT, MISFIT BALLADS e FADE INTO NOTHING, longa metragem que Paulo Furtado assina em parceria com Pedro Maia e Rita Lino e que está na génese do próprio disco. O sucessor de “True” foi gravado no fim de 2016, no mítico estúdio Rancho de La Luna, tendo sido produzido por Paulo Furtado e co-produzido e misturado por Johnny Hostile, que trabalha regularmente com as Savages, enquanto a masterização ficou por conta de John Davis (Nick Cave, Royal Blood, Led Zeppelin). MISFIT assume-se como um ponto de viragem no percurso de Paulo Furtado, já que é o primeiro álbum em que abandona o formato one man band e conta com a participação de Paulo Segadães na bateria e João Cabrita no saxofone barítono, elementos que se tornaram, primeiro, presença indispensável na digressão do anterior “True” e, finalmente, companheiros a tempo inteiro na arte e no ofício de THE LEGENDARY TIGERMAN, sendo que a digressão do actual MISFIT conta ainda com o contributo do baixo de Filipe Rocha.

The Legendary Tigerman regressa este Natal à Galeria ZDB

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E na noite de Natal, o Rock n´Roll volta a descer à Terra para aquecer o coração aos solitários. Com as ruas vazias e os espíritos dominados por sentimentos confusos (alívio, paz, depressão, melancolia, tédio), não há nada como o estrépito do som das guitarras e a ameaça de uma voz tecida nas imagens da América profunda. Música fantasiosa para libertar da fantasia.

O anfitrião voltar a ser The Legendary Tigerman, sempre a solo, sempre acompanhado de instrumentos e canções. É um caso raro, este. Um homem convidar os outros, com a sua música, sem alaridos, apenas com a convicção serena de que ela bastará para o sucesso do chamamento. Ora, no repertório do homem-tigre não faltam canções que têm, exactamente, a capacidade de congregar os outros à sua volta. Por exemplo, “Do Come Home” ou “Life Aint Enough For You”. E o mais importante, sobretudo nesta noite, não se impõem a quem as ouve. Deixam-se estar ou acomodam-se às emoções de quem chega. Não se pense que curam, que são uma espécie de lenitivos. The Legendary Tigerman não traz uma mensagem de harmonia ou de paz. Não faltará turbulência e agitação nesta noite.

O rock and roll foi feito para amar, sim, mas também para dançar. O que se pode fazer ao som de Bad Luck Rhythm N´Blues Machine senão dançar? Uma comunhão libertadora para os dias seguintes. Assim será este concerto onde todos serão meninos e rei magos. 

 

INFORMAÇÕES DE BILHETEIRA

Entrada: 15€

Bilhetes disponíveis na Tabacaria Martins e ZDB (Quarta a Sábado das 18h às 23h). A ZDB não aceita reservas para este concerto. Lotação limitada para a noite de 25 de Dezembro.

 

Carlão, Resistência, Camané e Legendary Tigerman confirmados no Festival "O SOL DA CAPARICA"

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Nos próximos dias 13, 14, 15 e 16 de Agosto, a Costa da Caparica voltará a receber o melhor da música cantada em lingua portuguesa e acolherá os melhores Artistas de Portugal, Brasil, Angola, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. Rock, Reggae, Hip Hop e até o Fado serão algumas das coordenadas para o som que certamente fará vibrar os muitos milhares de pessoas que rumarem à Caparica.

O Programa é assumidamente ambicioso e apresenta alguns dos mais destacados nomes da nossa música: O Sol da Caparica começou por anunciar os Xutos & Pontapés, Jorge Palma, Regula, Richie Campbell e Marcelo D2, nomes que afirmam desde logo uma paisagem de várias gerações e diferentes géneros.

 

Agora anuncia: Carlão, Resistência, Camané e The Legendary Tiger Man, juntam –se ao programa do SOL DA CAPARICA, alargando ainda mais o âmbito musical.

Vodafone Mexefest, Dia 2 : Restauração da Independência

Bem vincada por música do eixo atlântico entre Portugal/Brasil a segunda noite do Mexefest trouxe uma grande certeza: o povo anda informado e bem actualizado esgotando espaços onde nem os artistas em acção esperavam tanta dedicação.

Ainda há noites felizes na baixa lisboeta. A passagem de Novembro para Dezembro celebrou-se com a inauguração das iluminações de Natal nas ruas e fogo de artificio que atraiu muito boa gente para zona histórica da cidade. Foi entrar no dia da Restauração da Independência em grande estilo, a juntar a esta azáfama tivemos a segunda noite do Mexefest que puxou bem pela música cantada em português.

 

Se no primeiro dia ficámos surpreendidos com a adesão que o concerto de Woodkid teve, hoje dissipámos as dúvidas, existe um público informado, curioso, actualizado, que sabe o que quer e que se divide ao longo da noite pelas mais diferentes propostas mostrando que há espaço para variados estilos de música. Os recintos maiores do Mexefest estiveram quase sempre cheios e os nomes do cartaz que teoricamente nem pareciam tão fortes como em anos anteriores revelaram-se escolhas acertadas. Assim sendo, a organização está de parabéns porque o festival voltou a ser um sucesso e com a inclusão de uma sala muito maior a resultar em cheio no programa.

 

Paulo Furtado é um dos nomes que fica mais marcado à edição 2013 do Mexefest. O Tigerman resolveu brindar o festivaleiros com uma actuação logo às 19h00 para fechar o ciclo sobre «Femina» com uma actuação na sala maior do Cinema São Jorge onde aproveitou para projectar as suas curtas metragens na tela enquanto fazia a banda sonora. Um daqueles mimos que fazem parte da fórmula de sucesso do Festival.

 

Estava lançada a segunda noite do Mexefest que pedia uma subida à rotunda do Marquês de Pombal para apreciar a nova iluminação de Natal da Avenida e uma visita ao espaço BES Arte & Finança para nos aquecermos na música aconchegante do Brasil D'Agora com Cícero, MoMo e Wado. Desfilaram canções próprias e foram rodando no pequeno palco rodeados de apreciadores e conhecedores desta nova vaga de som brasileiro guiados pela bateria de Fred, dos Buraka Som Sistema e Orelha Negra. Aposta ganha.

 

A oportunidade de ver Gisela João na belíssima sala da Sociedade de Geografia de Lisboa levou-nos a procurar no inicio da Avenida um dos eficientes veículos que transportam os festivaleiros entre o Rossio e o Marquês de Pombal. Num instante saímos da sons urbanos brasileiros e entrámos numa sala esgotada para escutar fado.

Ao fim de cinco minutos percebemos tudo o que se diz e escreve sobre a menina minhota que trouxe irreverência ao fado. O disco é bom mas ouvir e ver Gisela João é toda uma nova experiência. O discurso despreocupado, o sotaque minhoto, o vestido curto branco, os ténis pretos calçados, as tatuagens, a postura em palco que tanto pode ser sentada, como em bicos de pés ou de joelhos em frente aos guitarristas, tudo em Gisela é espontâneo, tudo é natural e tudo faz sentido quando aquela voz projecta fados consagrados ou novos, agitados ou dramáticos. Tudo se torna incrivelmente natural naquela maneira de expressar o que canta em jeito de quem dá tudo o que tem a cada fado. Além do repertório que está no disco houve espaço para uma versão de «Os Vampiros» de Zeca Afonso. Há muito que não se via uma chegada tão triunfal e marcante não só no mundo do fado como no universo da música portuguesa.

 

Meio atordoados após a actuação de Gisela João respirámos fundo na rua em frente ao Coliseu onde se consegue tirar um bom retrato do ambiente de uma noite Mexefest. Cruzamento alucinado entre pessoas ainda a comentar o furacão Gisela com jovens literalmente a correr para o Coliseu, turistas deliciados com aquele movimento, grupos animados em jantares de natal e uma repentina concentração perto de televisões que transmitiam a vitória da Briosa que ganhou momentaneamente um bom número de fervorosos adeptos na capital.

 

Ao entrar no Coliseu, nova surpresa! Os londrinos Daughter que editaram este ano o simpático «If YouL eave» estão a dar razão à conceituada editora 4AD que apostou neles. Pelo menos aqui, o culto à volta da banda de Elena Tonra é impressionante! A pop melódica com sombreados a lembrar os XX é celebrada efusivamente por fãs em número que até parece surpreender a banda. Parece-nos inevitável o regresso dos Daughter em breve.

 

Regresso ao universo brasileiro desta vez na estação do Rossio. A tarefa de entrar no espaço do átrio da estação onde está montado o palco torna-se complexa. É que o recinto já está bem composto e há dezenas pessoas a querer ver o concerto e que não podem entrar. Não sabemos ao certo o que faz de Silva um artista tão querido do público português mas a verdade é que ele está rendido ao nosso país, além de vários concertos que deu por cá nas últimas semanas resolveu ficar até terminar a gravação do seu segundo disco. Este concerto não correu bem a Silva que não merecia os problemas de palco que obrigaram a paragens prolongadas. Mas o culto já está adquirido.

 

Passagem pelo Ateneu para confirmar a boa forma dos Peixe:Avião bem seguros em palco na defesa de um bom novo disco com muitos seguidores por perto.

 

Ecos do Cinema São Jorge informam que Erlend Øye teve sala esgotada, mais uma, o que fez com que muitos não vissem a apresentação de «La Prima Estate», o novo single. Os ecos vieram de um grupo de raparigas que depois nos perguntaram o que sugeríamos ali para os lados do Coliseu. Como o festival também é feito destas partilhas de informação perguntámos primeiro se estavam tristes por não ver o norueguês e uma delas responde rapidamente que era mais pela curiosidade dele ser dos Kings of... Leon. Explicámos que era dos Kings of Convenience e ouvimos um indiferente «ou isso».

Resolvemos apostar noutra nórdica e voltámos à Estação do Rossio para ver Oh Land. O grupo de raparigas também foi mas tiveram que ficar à porta à espera de entrar. Mais uma vez, recinto lotado.

 

Soube bem ouvir a pop açucarada de Nanna Øland, uma autêntica princesa dinamarquesa que fica a matar naquele cenário com o Castelo de São Jorge ao longe. Mais um nome com muitos fãs por cá.

 

Última subida da noite, dentro do veículo que a Vodafone disponibiliza, para reencontrarmos o Homem Tigre. Obviamente sala esgotada, uma pequena multidão fora da sala revoltada por não conseguir entrar e ver mais um enorme concerto de Paulo Furtado. Além do rock habitual ficámos a conhecer a nova faceta com o ex-Vicious Five Paulo Segadães na bateria e algumas novas músicas, com destaque para a canção em dueto com a companheira Rita Redshoes. Incendiário como sempre, Furtado desafiou as regras de segurança e incentivou o público a ir para o palco, criando desconforto nos elementos da organização na sala, pediu para se revoltarem contra as cadeiras - «imaginem que a cadeira é o Passos Coelho» - e acabou a invadir a plateia de microfone na mão subindo até meio da sala. Foi Tigerman em excelente forma a merecer a ovação do povo.

 

A noite terminou no Coliseu transformado em discoteca ao som da equipa Discotexas.

Mais uma prova superada pelo Vodafone Mexefest.

 

in Disco Digital

João Gonçalves

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