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Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

Sudoeste TMN, Dia 5: Máfia escapa à Interpol

 

Última noite do Sudoeste marcada pelos tons negros dos Interpol, The National, céu estrelado sem chuva, menos público e um ambiente já a cheirar a despedida.

 

No palco principal a noite começou mais tarde do que é hábito. Pelas 22h os Interpol arrancaram para a noite mais rock do festival. Antes foi dada a oportunidade ao vencedor do concurso Ídolos, Filipe Pinto, experimentar um grande palco.  O rock sombrio dos Interpol mais os tons negros com que os National se apresentam chamaram fãs para a frente do palco mas em número muito modesto. Aliás, foi muito fácil fazer o percurso da zona de imprensa até às primeiras filas no concerto dos National já que o espaço entre os espectadores era grande. Mais complicado foi conseguir assistir com atenção ao que acontecia em palco pois a maior parte dos resistentes naquele espaço dedica-se a manter a conversa em dia e a tirar fotos em grupo, até nos pediram para fazermos de fotógrafos. Aceitámos por educação e na esperança que depois se fizesse um pouco mais de silêncio por ali. Em vão. O público que se entregava de verdade à música está colado às grades nas primeiras filas.

 

A última noite do Palco Jogos Santa Casa Planeta Sudoeste fica marcada pela positiva pela passagem dos Neon Indian, que se confirmam como grupo a seguir atentamente. Já Zola Jesus voltou a deixar a mesma impressão que registámos em Dezembro no Super Bock em Stock, muita atitude, algumas músicas bem interessantes mas falha na concretização. Os Givers soaram-nos a uns Vampire Weekend mas bem mais modestos. Entreteram.

 

Voltando ao palco TMN, os Interpol responderam à fraca (e aparentemente desinteressada) assistência com desprezo e limitaram-se a desfilar canções dos seus quatro discos durante uma hora. Sem ponta de entusiasmo, sem grande motivação, mesmo só para cumprir calendário. Bem diferente do que os vimos fazer há cerca de meio ano no Campo Pequeno em Lisboa e até na primeira parte do concerto dos U2 em Coimbra. Deu para os poucos fãs presentes matarem saudades e pouco mais.

 

Já os National são clientes habituais do Sudoeste, esta foi a terceira actuação na Zambujeira, e visitantes regulares do nosso país. Em 2007, também num domingo a encerrar o Festival, vimos os National assinar um peculiar concerto no fio da navalha. Nunca mais nos esquecemos. Surpreendentemente a banda também não e ainda hoje se referem a essa noite algo incomodados. Hoje tudo é diferente, os rapazes de Ohio já só frequentam os palcos principais e controlam as operações com a experiência adquirida. E hoje bem precisaram dela já que tiveram que se impôr contra uma plateia maioritariamente desinteressada na sua existência e que só esperava pelos Swedish House Mafia. A vitória sorriu a Matt Berninger e companheiros mas foi arrancada a ferros. Além das canções mais esperadas e óbvias da sua discografia apresentaram uma inesperada «Son» do álbum de estreia. Eles conseguem sempre surpreender mesmo quando não estão a conseguir dar o melhor dos seus concertos. É o melhor elogio que lhes podemos fazer sublinhando ainda a atitude irreverente de Matt que mergulhou no meio da plateia cantando no meio do publico enquanto caminhava paralelamente ao palco. Sabe sempre bem ver os National mesmo que a última vez tenha sido há apenas três meses numa noite arrebatadora no Campo Pequeno em Lisboa.

 

Diziamos que havia pouco público à espera de Interpol e National mas não se pense que o final do Sudoeste foi selado a meio gás. Nada disso. O efeito discoteca voltou a fazer-se sentir em grande escala quando os Swedish House Mafia começaram o seu set. Incrivelmente o recinto voltou a encher-se com cerca de 42 mil pessoas (números da organização) prontas para celebrizar um alinhamento cheio de canções pop que vão do último êxito dos Coldplay, passando por clássicos dos Red Hot Chili Peppers ou R.E.M. ou pelo hit recente de Adele! Aqui o house só mesmo no nome do colectivo. O público adora e queima as últimas calorias furiosamente madrugada fora provando que este Festival é cada vez mais um óptimo recinto de discoteca ao ar livre. Não por acaso a organização já confirmou o regresso de David Guetta na edição de 2012.

 

Até lá, Sudoeste!

 

 

 

Sudoeste TMN, Dia 4: Guetta à prova de chuva

 

Na penúltima noite do Festival Sudoeste aparece a resposta à pergunta/slogan do evento, vens ver ou vens viver? Vêm dançar com David Guetta, celebrar os Scissor Sisters e apanhar chuva!

 

Por muito que se possa puxar pela cabeça para convocar um nome que garanta a presença de cerca de 50 mil pessoas em êxtase noite fora neste festival dificilmente se vai encontrar um mais eficaz que David Guetta. O DJ francês repetiu a fórmula usada há um ano e a verdade é que conseguiu ter ainda mais devotos entregues à sua causa. Os singles são conhecidos e evocam gente como Black Eyed Peas, Daft Punk ou Snoop Dog que deixou saudades por aqui. É impressionante a entrega dos milhares que se perdem de vista entre a bruma que caiu esta noite no Sudoeste. Mãos no ar, moças atrevidas às cavalitas a piscarem o olho quando apareciam nos écrans ao lado do palco, muitos saltos e letras na ponta da língua a selarem uma actuação apenas e só virada para a festa. Nem o facto de sair das colunas menções a Ibiza em vez de Sudoeste ou Portugal incomodou a multidão. Missão cumprida pelo Dj e pela organização que já percebeu que é disto que o povo do Sudoeste gosta.

 

Não muito longe da euforia instalada com David Guetta, os Scissor Sisters também conseguiram instalar facilmente a sua versão de festança contando com a entrega do público que até tesouras de cartão (cortesia do patrocinador do Festival) exibiu no ar enquanto dançava. Nem o facto dos nova iorquinos estarem cansados de uma longa viagem, onde até as malas de Ana Matronic se perderam, nem a improvavel chuva irritante, impediu que oferecessem um bom concerto onde não podiam faltar os maiores sucessos da banda com destaque para «Fire With Fire» associada à publicidade do principal patrocinador do Festival.

 

Vão ser estes os dois nomes que vão ficar na memória colectiva da grande maioria que marcou presença na noite de sábado do Sudoeste 2011. Como todas as noites há muito mais para ouvir e descobrir, várias viagens entre os palcos do recinto trouxeram desilusões, confirmações e poucas surpresas.

 

Já se sabe que no palco Positive Vibes há sempre um público pronto a acolher todos os nomes que por lá passam, no entanto é de destacar o bom concerto com que os Alpha Blondy brindaram o massivo.

 

No Palco Jogos Santa Casa Planeta Sudoeste houve a surpresa agradável de King Khan & The Shrines, uma espécie de James Brown canadiano cheio de energia e agitador de uma plateia não muito numerosa mas convencida. Mais tarde King Khan iria invadir literalmente o palco de David Guetta num momento hilariante.

Depois Marina Gasolina com mais do mesmo do que já é habitual nas actuações da ex-Bonde do Rolê. Provocação, calão e agitação que entretem mas não chega a lado nenhum.

À passagem turbulenta da brasileira sucede-se a presença chique dos Nouvelle Vague. Os franceses que ganham a vida a converter em pseudo lounge clássicos do rock parecem ter sido adoptados pelo público português que adora bater palminhas ao som de «Love Will Tear us Apart» dos Joy Division, por exemplo. A novidade é que agora os Nouvelle atiram-se a canções portuguesas dos anos 80 e contam com a cumplicidade de algumas actrizes portuguesas para assassinarem clássicos como a «Vaca de Fogo» dos Madredeus, «O Homem do Leme» dos Xutos & Pontapés, entre outros incriveis crimes. Mas a grande desilusão desta espécie de fraco karaoke é a presença de Rui Pregal da Cunha que não só se presta a fazer uma duvidosa versão da versão que os Peste Sida fizeram dos Ramones, «Sol da Caprica», como ainda deixa que «Só Gosto de Ti» dos seus Heróis do Mar caia na lama com uma interpretação ridícula. Sentimos vergonha alheia!

 

Mas nem tudo foi mau para a música portuguesa, Valete conseguiu contrariar o triste fado de pouco público no palco principal e contou com uma generosa plateia que aprovou a cuidada apresentação que o rapper preparou para esta especial ocasião. Trouxe convidados para o palco, destaque para Janelo que ressuscitou «Pim Pam Pum» dos Kussundulola, e muitos amigos. Houve espaço para dedicatórias com temas já conhecidos de todos, houve uma versão de Bob Marley, recados, amostra do novo disco que está a chegar e um discurso sem sentido sobre jornalistas que não o queriam ali. O concerto foi aprovado pelos fãs, missão cumprida.

 

Meio perdidos nesta noite no palco principal estiveram os Script com o seu rock pop lamechas a puxar a lágrima que se viu nos rostos de alguns fãs mais dedicados. Claramente em contra ciclo com o ambiente de festa que se instalava à espera dos cabeças de cartaz mas que serviu para confortar a alma daqueles que foram à fila da frente para os ver.

 

Na penúltima noite do Sudoeste a chuva refrescou a festa de Guetta e Scissor Sisters. Hoje é a última noite.

 

in Disco Digital

 

Sudoeste TMN, Dia 3: A West do paraíso


T João Gonçalves F Luís Martins


Kanye West atrasou-se mais de uma hora mas depois foi chegar, ver e convencer os 45 mil espectadores (números da organização) que saudaram o melhor concerto do Sudoeste 2011!


Há muitos espectadores que só visitam o recinto uma noite em função do cabeça de cartaz favorito. Foi assim na noite de Snoop Dog e a história repetiu-se com Kanye West. É difícil explicar a estes visitantes de um dia porque é que os três palcos do Festival por volta das 21h00 não têm mais de algumas (poucas) dezenas de pessoas a ver os concertos. È quase sempre assim, independentemente de quem está a actuar entre as 19h00 e as 22h00. Nesse horário dificilmente vemos festivaleiros em frente aos palcos. A situação torna-se embaraçosa para os poucos que assistem e ingrata para quem actua.

O que ganhou Marcelo Camelo com esta passagem pelo palco principal do Sudoeste a apresentar o novo disco para meia centena de pessoas?

Os Clã ganharam a motivação extra de ter na plateia do palco secundário um grupo de crianças de Odemira que se deliciaram com as canções infantis que a banda anda a divulgar e ainda agitaram os mais velhos com «GTI».

 

Já Cuca Roseta não teve a mesma sorte de Camané ou Marisa que viram o seu fado calorosamente recebido em edições anteriores. A bonita jovem fadista actuou para pouco mais de 20 pessoas e encarou a realidade com ironia e profissionalismo.

 

No palco principal a Deolinda mostrava uma nova imagem, mais chique e sofisticada com Ana Bacalhau em elegante vestido preto e sapatos de salto alto! A noite caía no Sudoeste e a banda lisboeta juntou os primeiros milhares de festivaleiros na plateia do palco principal. Há aqui grande ironia, os Deolinda têm sido chamados de voz da geração à rasca mas um olhar atento pela audiência só nos mostra jovens a exibir roupa de marca cara e a nova imagem da banda também não parece nada alvo de corte de custos no orçamento. Mas foram eles os primeiros a agitar a sério o povo, principalmente no momento em que se gritou «agora não que joga o Benfica» que arrancou reparos aos nosso lado: «o Benfica só joga amanhã, agora joga o Sporting e já perde por 2-0» entre sorrisos.

 

Com o adiantar da hora também o palco secundário ganhou mais vida (e público) com Luísa Sobral a repetir a actuação segura que mostrara no Cool Jazz Fest. A fechar a noite aquele espaço recebeu mais um regresso dos dEUS a Portugal e foram eles que originaram a enchente da noite na tenda. Público mais velho com muitas saudades dos belgas que não se fizeram de difíceis e entre material novo e clássicos da sua discografia assinaram o melhor concerto da noite e um dos seus melhores por cá, segundo contas da própria banda.

 

Voltando ao palco principal confirmámos que Patrice ainda vive de «Soulstorm» que estica para lá dos limites da paciência de qualquer um.

 

Perto da meia noite, finalmente, o recinto apresentava uma digna moldura humana frente ao palco principal provando que só os cabeças de cartaz movem multidões e escapam à indiferença com que os festivaleiros acampados tratam a maior parte das bandas. Ouvimos muitas pessoas ao telefone avisando que já estavam no Sudoeste denunciando a sua vinda de propósito da capital, entre outras cidades, ao Alentejo para ver Kanye West.

O concerto estava marcado para as 23h40 mas houve que esperar uma hora e ainda assistir a duas partidas em falso. Não era animador mas quando, finalmente, os bailarinos invadiram o palco, o fogo de artificio se saltou e Kanye aparece numa plataforma elevatória no meio do público tudo se torna claro: estamos perante uma mega produção, com muito fogo, fumo e o espectáculo vai ser de arromba. E foi.

Concerto dividido em três actos de aproximadamente 40 minutos cada onde houve tempo e espaço para Kanye West mostrar em forma de musical todo o seu reportório e enorme ego. o único imprevisto foi uma pacifica invasão de palco por um fã prontamente retirado pelos seguranças que chegou a assustar Kanye.

 Tanto o vemos sozinho deitado em palco a cantar para si mesmo, como momentos mais tarde assume as rédeas de maestro vocal de um corpo de bailado que tanto se move como anjos na terra, como faz lembrar o famoso filme «Black Swans».

O ritmo do concerto não é equilibrado, há acelerações com explosivas interpretações, como foi o caso de «Gold Digger» ou «Touch the Sky», como também há momentos lentos de teste à paciência da multidão ávida de dançar e abanar a palma da mão no ar. O balanço é claramente positivo já que o desfile de êxitos, ainda que intercalados, agrada a todos.

 

Comenta-se entre o público que Snoop Dog na véspera tinha sido bem mais comunicativo. É verdade mas o hip hop de Kanye West não tem nada a ver com o de Snoop, Kanye é muito mais senhor de um grande espectáculo que celebra a sua vida do que lenda old school de uma certa escola perigosa onde Snoop é mestre. Daí as enormes diferenças de atitude e espectáculos. Snoop triunfou ontem, Kanye West arrasou hoje com um espectáculo que ficará na história , não só deste Sudoeste mas de todas as edições do Festival.

 

Os Underworld encerraram a madrugada com as suas batidas fortes a que milhares de festivaleiros resistiram dançando furiosamente até à chegada do obrigatório «Born Slippy».

 

 

in Disco Digital

Festival Sudoeste - Horários 2ª Noite

PALCO TMN

Underworld - 01h40
Kanye West - 23h40
Patrice - 21h55
Deolinda - 20h35
Marcelo Camelo - 19h20

Palco Jogos Santa Casa Planeta Sudoeste


dEUS - 22h45
Luísa Sobral - 21h35
Cuca Roseta - 20h30
Clã - 19h15

Groovebox

Raresh - 04h30
Cassy - 03h00
João Maria & António Alves - 01h30
Miguel Neto - 00h15

Sapo Positive Vibes


Sentinel - 03h30
Big Badda Boom - 01h40
Junior Kelly - 23h40
Queen Ifrica feat Tony Rebel - 21h40
Bloco Bleque - 20h10

Sudoeste TMN, Dia 2: Costa Sudoeste


T Marco Moutinho F Luís Martins


O hip hop falou mais alto numa noite em que Snoop Dogg marcou território.

Depois de banhos de sol e de água nos canais e praias a abarrotarem por todos os areais, o Sudoeste, um autêntico parque de diversões, um pais encantado à fuga do controlo dos pais, teve em Andreya Triana um belo começo, sem contar com o dia de recepção ao campismo. Com o seu free-jazz e soul descomprometidos soube cativar o público, principalmente na versão que assinou para «Sweet Dreams» dos Eurythmics. Uma voz quente e sensual que Mr Scruff e Flying Lotus já souberam reconhecer. Os poucos presentes ficaram de alma cheia.

 

Eliza Doolittle, no Placo TMN, passou algo despercebida, apesar dos seus temas se ligarem facilmente ao local e à plateia: uma pop próxima de Lily Allen e Kate Nash com alguma folk veraneante. Isto enquanto tocava Jamie Woon, com um concerto mais conseguido do que o do TMN Ao Vivo, menos intimista e mais orgânico. A precisar urgentemente de uma tela que projecte algo para que a atenção não seja toda voltada para ele. Ainda neste palco, os Destroyer vieram apresentar o seu mais que recomendável «Kaputt», um híbrido instrumental onde se destacam o saxofone e o trompete. Concerto morno e distante! Já os Asian Dub Foundation foram definitivamente os vencedores do palco Sapo Positive Vibes.

 

Janelle Monaé e Rapahel Sadiq foram uma moeda de duas faces. A primeira trouxe o fantástico «The ArchAndroid» e deu um autêntico espectáculo, preparado ao milímetro. Com uma banda divertida, completa e competente, e versões de Charlie Chaplin e Jacksons 5. Porém, falta-lhe um ingrediente que faz toda a diferença: espontaneidade.

Uma virtude que Raphael Saadiq soube ter com bom gospel, blues e soul e canções recheadas. O produtor que também é músico e cantor cativou uma plateia que não o conhecia, dispersando algum nervosismo daqueles que já esperavam Snoop Dogg.

Canções como «Let the Sunshine», do musical «Hair», «Be Here» e um teclista, Charles Jones,com uma voz de outro mundo, deixaram marcas de génio.

 

O verdadeiro gangsta, Snoop Dogg, pisou solo português pela primeira vez. Depois de alguns problemas com fãs a quererem chegar mais à frente da plateia - provavelmente em busca do five abençoado de Snoop Dogg - eis que um autêntico «Doggumentary» se iniciou em palco. Todos nós sabemos que as suas letras são susceptíveis e ofensivas para jovens e adultos, mas ninguém se importa. «Biatches» a sair da boca de Snoop Dogg é como mel para as abelhas e booster de alegria e euforia. Foi um alinhamento, quase perfeito, que respeitou o passado, o presente, o futuro. Os falecidos 2 Pac e Nate Dogg foram alvos de uma homenagem.

Como uma autêntica banda e não apenas um DJ, o concerto ganhou outro groove com bailarinas hardcore. Snoop ainda levantou poeira com «Jump Around» de House of Pain e muito...Doggy Style! História!

 

marcomoutinho.musica@gmail.com

in Disco Digital

Começa Hoje o Sudoeste 2011

PALCO TMN

Snoop Dogg - 00h45
Raphael Saadiq - 22h55
Janelle Monáe - 21h15
Eliza Doolittle - 20h00

Palco Jogos Santa Casa Planeta Sudoeste

Bag Raiders - 23h45
Destroyer - 22h15
Jamie Woon - 20h30
Andreya Triana - 19h25

Groovebox

Zé Salvador & Serginho - 04h30
Gui Boratto (live) - 03h00
Sierra Sam (live) - 02h00
Bart - 00h50

Sapo Positive Vibes

Faya Fex - 03h30
Richie Spice - 01h40
Burro Banton - 23h40
Asian Dub Foundation - 21h40
Like The Man Said

Snoop Dogg a 4 de Agosto na Zambujeira

Nascido em Long Beach, Snoop Dogg iniciou a sua carreira musical no início dos anos 90 e desde então não parou. A solo ou em colaboração com outros artistas, Snoop conta com mais de 35 álbuns e 90 singles editados. Em nome próprio, já vendeu mais de 30 milhões de cópias no mundo inteiro. Entre o rap e a produção, o norte-americano contabiliza mais de 500 parcerias no seu currículo, com alguns nomes indispensáveis na música actual, tais como Mayer Hawthorne, Pharrell Williams, Dr. Dre, Justin Timberlake, Katy Perry ou Kanye West, entre tantos outros. Entre os seus temas encontramos êxitos planetários como “Beautiful”, “Signs”, “Let’s Get Blown” ou “Drop It Like It’s Hot”. O seu último trabalho foi lançado já em Março deste ano e voltou a escalar tabelas de vendas. Na primeira semana, “The Doggumentary” ultrapassou a marca das 50 mil cópias vendidas só nos EUA. Deste lado do Atlântico, o single “Sweat” (que conheceu uma nova roupa nas mãos de David Guetta) tomou conta das pistas de dança por toda a Europa. Além da música, Snoop Dogg é igualmente conhecido pela sua personalidade e filmografias controversas, sendo perito em fazer-se notar pelo seu estilo de vida irreverente, digno de uma verdadeira estrela mundial.

Pela primeira vez em Portugal, Snoop Dogg prepara-se para ser o grande anfitrião do primeiro dia da grande festa que será o 15º SWtmn.

 

in Música no Coração

Amy Winehouse cancela Sudoeste

A cantora cancelou a restante digressão europeia que incluía a presença no festival alentejano. Uma porta-voz davançou aoDaily Mail que a artista «não sente condições para continuar», pedindo desculpa aos fãs «que a esperavam ver».

«É a melhor decisão», explicou a mesma responsável. O concerto estava marcado para 4 de Agosto.

O cancelamente segue-se a uma actuação desastrosa na Sérvia em que foi apupada.

 

in Disco Digital

Kanye West encerra Sudoeste (conheça o cartaz completo)

Kanye West vai estar no Sudoeste, cinco anos depois da única passagem por Portugal, então integrada no Cooljazz Fest em Oeiras.

O rapper vai reproduzir a produção apresentada em Coachella, em que participam 75 pessoas. O concerto está marcado para 5 de Agosto.

Também confirmados estão Nouvelle Vague com Rui Pregal da Cunha, Luísa Sobral, Cuca Roseta, Mexican Institute of Sound, Neon Indian, GIVERS, Polock e Filipe Pinto. A Recepção ao Campista contará com Thomas Gold a abrir para Axwell e ainda DJ Ramesh e Dr. Ramos.

Será possível acampar na Herdade da Casa Branca a partir do dia 30 de Julho, Sábado. A animação estará este ano assegurada pelo Palco Super Bock Super Rock, com programação a anunciar brevemente.

 

Cartaz completo:

 

Dia 3

Recepção ao Campista
Axwell
Thomas Gold
DJ Ramesh
Dr. Ramos

 

Dia 4

Palco TMN
Amy Winehouse
Janelle Monáe
Raphael Saadiq
Eliza Doolittle

 

Palco Jogos Santa Casa Planeta Sudoeste
Destroyer
Jamie Woon
Bag Raiders
Andreya Triana

 

Groovebox
Gui Boratto
Sierra Sam
Zé Salvador e Serginho
Bart

 

Sapo Positive Vibes
Like The Man Said
Burro Banton
Asian Dub Foundation
Richie Spice
Faya Fex

 

Dia 5

Palco TMN
Kanye West
Underworld
Patrice
Deolinda
Marcelo Camelo

 

Palco Jogos Santa Casa Planeta Sudoeste
Clã
Cuca Roseta
dEUS
Luísa Sobral

 

Groovebox
Raresh
Cassy
João Maria e António Alves
Miguel Neto

Sapo Positive Vibes
Bloco Bleque
Junior Kelly
Queen Africa e Tony Rebel
Sentinel
Big Badda Boom

 

Dia 6

Palco TMN
David Guetta
Scissor Sisters
The Script
Valete
Mexican Institute of Sound

 

Palco Jogos Santa Casa Planeta Sudoeste
Nouvelle Vague com Rui Pregal da Cunha
King Kahn & The Shrines
Marina Gasolina
Choc Quib Town

 

Groovebox
Zip
Mara Trax (Maayan Nidam & Vera)
Rui Vargas & André Cascais
Hugo Santana

 

Sapo Positive Vibes
Agir
Alpha Blondy
Mr. Vegas
Nu Bai
Tony Matterhorn

 

Dia 7

Palco TMN
Swedish House Mafia
The National
Interpol
Filipe Pinto

 

Palco Jogos Santa Casa Planeta Sudoeste
Zola Jesus
Neon Indian
GIVERS
Polock

 

Groovebox
Richie Hawtin
Hello? Repeat Soundsystem
Stereo Addiction
Freshkitos

 

Sapo Positive Vibes
Souls of Fire
Inner Circle
Konshens
Firestarter Sound
Ultimate Reggae Bashment: Supersonic vs. Herb-A-Lize-It

 

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