Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]
A ausência de Roger Hodgson não foi tão sentida como se poderia esperar e os Supertramp levaram ao delírio milhares de fãs que estiveram no Pavilhão Atlântico.
À partida, seria um pouco estranho assistir a um concerto de Supertramp sem a voz de Roger Hodgson. No entanto, a experiência não é tão bizarra como assistir à sobrevivência das bandas de Freddie Mercury (Queen) ou Jim Morrison (Doors), uma vez que Roger Hodgson nunca chegou a ser um líder assim tão carismático dos Supertramp. Alguns minutos depois, as canções resistem à mudança de timbre e com alguma boa vontade e muito saudosismo é natural que o público se entregue à celebração.
São cerca de duas horas para recuperar duas dezenas de músicas; na sua maioria são clássicos eternizados pelas «Renascenças« por esse mundo fora. A onomastia é automática na associação ao refrão: «Ain`t Nobody but Me», «Breakfast in America» , «From Now On» , »Give a Little Bit» , »It's Raining Again», «Take the Long Way Home», «The Logical Song» ou «Goodbye Stranger».
São apenas alguns exemplos de um alinhamento perfeito que resume na perfeição o sucesso dos Supertramp ao longo dos seus onze álbuns de originais, o último editado há 8 anos.
Tirando o «pormenor» das ausências de Roger Hodgson e Dougie Thompson que os nossos ouvidos estão treinados a identificar nas vocalizações dos discos de estúdio e ao vivo, a banda está bem representada pelo fundador Rick Davies, vocalista e teclista, contando ainda com os lendários John Anthony Helliwell, saxofone e sopros, e Bob Siebenberg na bateria. O concerto é um sucesso de bilheteira e fica imortalizado numa pen vendida no fim da noite que contém a gravação do mesmo. Uma iniciativa da mesma empresa que já tinha feito o mesmo na última passagem de Mark Knopfler por Lisboa.
A actuação termina com um encore irresistível que começa com «School», lembrando que hoje há regresso escolar, «Dreamer», e terminado em grande com «Crime of the Century», título que podia ser utilizado contra a banda caso este regresso tivesse corrido mal. Não correu, há reuniões bem mais criminosas.
João Gonçalves
Os Supertramp anunciaram a digressão "70-10", em celebração dos 40 anos da edição do primeiro álbum, "Supertramp", em 1970. A digressão começa dia 2 de Setembro em Halle, na Alemanha, e inclui 35 concertos em vários países: Portugal, França, Alemanha, Áustria, Suíça, Espanha, Itália, Bélgica, Holanda, Inglaterra e Irlanda.
Para além do criador, vocalista e teclista, Rick Davies, a formação conta com os lendários membros dos Supertramp, John Anthony Helliwell, saxofone e sopros, e Bob Siebenberg, bateria. A formação fica completa com outros músicos que já estiveram em digressão com os Supertramp: Jesse Siebenberg, voz, guitarra e percussão; Cliff Hugo, baixo; Carl Verheyen, guitarra, e Lee Thornburg, sopros.
Os Supertramp anunciaram a digressão "70-10", em celebração dos 40 anos da edição do primeiro álbum, "Supertramp", em 1970. A digressão começa dia 2 de Setembro em Halle, na Alemanha e inclui 35 concertos em vários países: Portugal (14 de Setembro no Porto e 16 de Setembro em Lisboa), França, Alemanha, Áustria, Suíça, Espanha, Itália, Bélgica, Holanda, Inglaterra e Irlanda. Para além do criador, vocalista e teclista, Rick Davies, a formação conta com os lendários membros dos Supertramp, John Anthony Helliwell, saxofone e sopros, e Bob Siebenberg, bateria. A formação fica completa com outros músicos que já estiveram em digressão com os Supertramp: Jesse Siebenberg, voz, guitarra e percussão; Cliff Hugo, baixo; Carl Verheyen, guitarra, e Lee Thornburg, sopros. Rick Davies e o técnico de luz, Michael Brian Duncan, estão a desenvolver uma nova produção que vai possibilitar ao público uma completa experiência do que são os Supertramp, um delírio sonoro e visual. Os ensaios estão a decorrer em Nova Iorque e durante a actuação de mais de duas horas, os Supertramp vão tocar um número incrível de clássicos, onde se incluem "Bloody Well Right", "Dreamer", "From Now On", "Goodbye Stranger", "The Logical Song", "Rudy" e muitos, muitos outros. PAVILHÃO ROSA MOTA (14 DE SETEMBRO) PAVILHÃO ATLÂNTICO (16 DE SETEMBRO) |
|
BILHETES À VENDA SEXTA-FEIRA, 23 ABRIL, ÀS 10H00 PAVILHÃO ROSA MOTA (14 DE SETEMBRO) EM ESPANHA: BREAKPOINT (WWW.BREAKPOINT.ES) |
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.
21 seguidores