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Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

Música no Coração Reconhece Falhas no Meco

 

Três dias de música no Meco e muita complicação nos acessos ao festival. Em tempo de balanço, a Música no Coração, organizadora do Super Bock Super Rock - que recebeu 78 mil pessoas durante o evento - diz-se satisfeita com os resultados, que "ultrapassaram as expectativas" mas mostra também consciência dos maiores problemas apontados pelo público.

 

"Enquanto promotores do Festival, não podemos deixar de reconhecer alguns dos aspectos menos positivos apontados pelo público, sendo o mais relevante a dificuldade de acesso ao recinto no último dia", lê-se no comunicado enviado na tarde desta terça-feira às redacções.

 

O texto foca ainda outros aspectos que valeram algumas críticas à organização: "Reconhecemos ainda ser necessário aumentar e melhorar algumas condições do Festival, nomeadamente na zona de Campismo e a intensidade do pó que se fez sentir, sendo que foi reforçada a rega ao longo dos três dias de Festival." Por tudo isto, a Música no Coração, que se diz receptiva a todas as sugestões, avança ainda estar já a preparar as próximas edições do festival, contemplando melhorias. "Estamos atentos a definir as medidas que nos permitem melhorar para o futuro e estamos desde já a trabalhar para que a edição de 2011 seja tão ou mais memorável do que a edição deste ano."

 

 

fonte: correio da manhã

Festival Super Rock Super Bock (Dia 3): Prince foi Rei

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 O fecho da 16ª edição do Festival Super Rock Super Bock será para sempre recordado como a noite em que Prince veio ao Meco tocar fado.

Costuma dizer-se que é preciso sofrer muito para depois sermos recompensados com uma alegria. Hoje foi preciso penar mais de duas horas no trânsito, desesperar por um lugar de estacionamento, respirar mais uns valentes quilos de pó e esperar pela meia noite para tudo fazer sentido. Aconteceu um daqueles momentos mágicos que será recordado com orgulho pelos milhares que presenciaram e ouvido com inveja por quem não esteve no Meco.

 

Prince tomou conta do palco principal com a sua vasta banda New Power Generation como se nada mais tivesse acontecido no Meco até ali. O verdadeiro artista não autorizou nenhuma captação de fotos ou vídeo alimentando o mito de lenda viva que justificou com uma actuação inesquecível. Entrou em tons funky desfilando sem pausas «Let's Go Crazy», «Delirious», «1999», «Lil Red Corvette», «Take me With U» e «Guitar». Curiosamente a multidão só reagiu em peso ao som de «Nothing Compares 2 U» que contou com ajuda de uma vocalista com o mesmo penteado que celebrizou Sinead O'Connor. Prince estava visivelmente bem disposto, insistiu em puxar por Portugal, dançou como só ele sabe, exibiu os seus solos na guitarra com orgulho e seguiu com «Cream» para euforia colectiva de quem esperava um dos clássicos para mostrar ao que vinha. Ao fim de 40 minutos de concerto a primeira saída de palco depois de «U Got the Look» e «Controversy». Prince trocou o branco com que se apresentou na primeira parte do concerto por um casaco amarelado com que introduziu a fadista sua amiga Ana Moura. De repente temos um improvável momento de fado com a voz de Ana Moura a ser acompanhada pela guitarra de Prince e um piano. E quando se canta em conjunto a plenos pulmões «Vou Dar de Beber À Dor» percebemos que estamos a fazer história!

 

Com as emoções ao alto chegam mais dois clássicos para manter a magia no ar ao som de «Kiss» e «Purple Rain» com isqueiros ao vento, telefones ligados para quem não lá estava, e coro à antiga. Seria um fim tão perfeito como doloroso porque ainda só tínhamos tido pouco mais de uma hora de Prince em palco. E depois de «Purple Rain» não pode entrar uma música qualquer. Para Prince isso não é problema e resolveu mesmo improvisar nova entrada em palco para um delírio disco sound bem recebido por todos que quiseram dar mais uns passos de dança.

 

Confirmou-se que foi uma passagem de curta duração pelo Meco mas intensa, mágica e mesmo histórica que imortalizará esta edição do festival.

Além de Prince temos que destacar mais um grande concerto que os The National assinaram em solo luso gerindo muito bem a maior enchente das 3 noites do Festival conquistando tudo e todos antes do grande momento. O outro momento mágico desta última noite aconteceu no palco secundário com o funk clássico e irresistível de Sharon Jones & Dap Kings (na foto acima) que arrasaram completamente tal como já o tinham feito há uns anos numa noite no Santiago Alquimista. A noite acabou com os Empire of the Sun a tocarem os dois êxitos que as rádios ajudaram a conhecer mas depois do verdadeiro artista já era música a mais.

 

jjoaomcgoncalves@gmail.com

 

 

os 3 textos de reportagem do festival SBSR são originalmente publicados no Disco Digital do Diário Digital

Festival Super Rock Super Bock (Dia 2): Cont(r)a corrente


t: João Gonçalves  foto:Vera Moutinho - sapo.pt


Ao segundo dia de Festival Super Bock Super Rock, assistimos à consagração dos Vampire Weekend e ao triunfo do movimento electro que levou o Meco a dançar noite dentro do palco principal à tenda electrónica.


Foi um dia que fica marcado pela desilusão do concerto de Julian Casablancas. O homem dos Strokes perdeu uma grande oportunidade de desfilar o seu «Phrazes for the Young» em grande estilo por debilidades físicas que condicionaram a actuação obrigando-o mesmo a abandonar o palco uns bons 10 minutos mais cedo do que o previsto! Conseguiu disfarçar com profissionalismo chegando mesmo a entusiasmar os fãs mas não foi a noite dele, infelizmente.

 

Os londrinos Hot Chip chegaram para compensar e fazer esquecer Casablancas arrancando um enérgico, movimentado, e divertido concerto contagiando tudo e todos com os temas dançáveis de «Made in the Dark» ou do recente «One Life Stand». Ouvimos ao nosso lado no meio da plateia comentar que os Hot Chip não sabiam dar maus concertos e esta aparição no Meco tende a dar razão a essa teoria. A despedida foi apoteótica ao som de «Ready for the Floor».

 

Caminho aberto para uma das grandes atracções desta 16ª edição do SBSR, os Vampire Weekend que confirmaram todas as expectativas criadas e assinaram não só um dos melhores concertos do festival como um dos que vai figurar na lista de melhores de 2010. A banda certa na hora certa aclamada e consagrada por uma legião de admiradores que encheram o espaço em frente do palco principal entregando-se à dança que aquele rock com tiques africanos e resquícios de ska impõe. Foi sempre a crescer com um alinhamento equilibrado entre o álbum homónimo de estreia em 2008 e o recente «Contra» de onde quase todos os temas funcionam como hits. Foi seguramente um dos grandes momentos do festival e quase que juramos ter visto a silhueta de Paul Simon sorridente entre a nuvem de poeira que pairou sobre o recinto.

 

Estava ganha a noite mas não estava acabada. A partir daqui o Super Rock transformou-se em dois espaços de dança quase tribal. Numa ponta a tenda electrónica acolhia o muito concorrido chileno-germânico Ricardo Villalobos que partilhou o palco com um número considerável de convidados a dançarem e tirarem fotos com ele perante um espaço lotado. Uma adesão previsível. Muito menos previsível foi o entusiasmo com que os Leftfield foram recebidos noite dentro no palco principal chegando mesmo a roubar alguns cliente a Villalobos. Autores de dois discos que marcaram a música de dança dos anos 90, os ingleses Leftfield ressuscitaram inesperadamente para a geração Buraka Som Sistema que os acolheu de braços abertos e vibrou com a descoberta de clássicos como «Original». Já misturavam África com batidas electrónicas em 1995 mas 15 anos depois conseguem reentrar no mapa sem grandes dificuldades porque os ciclos da música são mesmo assim. Muito curioso ver a multidão que dançou furiosamente até depois das três da manhã ao som de uma banda que dificilmente conheciam.

 

jjoaomcgoncalves@gmail.com

Festival Super Rock Super Bock, Dia2 - Horários

17 de julho


Palco Super Bock
Leftfield 01h30-02h30
Vampire Weekend 23h50-01h05
Hot Chip 22h30-23h30
Julian Casablancas 21h00-22h10
Tiago Bettencourt & Mantha 19h40-20h30

Palco EDP
Patrick Watson 23h10-00h20
Rita Redshoes 21h40-22h40
Holly Miranda 20h20-21h20
Sweet Billy Pilgrim 19h20-20h00
Malcontent 18h30-19h00

@Meco
Ricardo Villalobos & Zip 01h00-04h00
Bloop Showcase 22h00-01h00:
Magazino
João Maria
José Belo
Henriq e Bart Cruz 21h00-22h00

Festival Super Rock Super Bock (Dia 1): Levantou Poeira


T: João Gonçalves F: Duarte Pinto Coelho


O nível foi alto na primeira noite do renovado Super Bock Super Rock. Os Pet Shop Boys deram um concerto inesquecível. Mayer Hawthorne e Jamie Lidell encantaram. Todos os outros cumpriram.

No dia em que a música regressou ao Meco muitos foram os que recordaram as primeiras edições do Sudoeste, tal o volume de poeira que se respira no recinto do Super Bock Super Rock. Com os palcos bem distantes, há quilómetros de areia para percorrer se se quiser ver tudo (e o cartaz foi e vai continuar apetitoso).

 

Ainda com o sol bem presente a iluminar o espaço tivemos um arraque de luxo no espaço principal. Jamie Lidell trouxe todo o seu swing clássico não só do recente disco «Compass» como também do anterior «Jim» com que tranformou o evento em Super Funk Super Soul com o balanço a ser acompanhado pela plateia. Abertura em grande para Lidell que Mayer Hawthorne aproveitou para dar continuidade embora recorrendo um pouco mais às raízes tal como o conhecemos do grandioso disco «A Strange Arrangement» que funcionou na perfeição como banda sonora deste fim de tarde. Dose dupla de soul de alto nível que se deseja repetida no futuro.

Por esta altura já o palco mais próximo da zona de entrada tinha plateia bem composta para aclamar o regresso dos Beach House a Portugal e que voltaram a convencer devotos ao mesmo tempo que angariavam novos fãs. Num registo bem diferente e irresistivelmente dançável também os Cut Copy festejavam o regresso ao nosso país. Confirmam-se como boa banda de festivais repetindo o sucesso da passagem pelo Sudoeste há dois anos e fazendo esquecer o concerto apagado do Lux.

 

Para arranque de festival, o nível estava alto e tentando manter o interesse musical, abandonámos os Keane no palco principal e fomos conhecer os Temper Trap ao vivo. Os australianos não desiludiram. Os singles mais conhecidos do álbum «Conditions» foram prontamente reconhecidos pelo público que motivou a banda a assinar uma passagem segura pelo Meco. Seguiam-se os Grizzly Bear e durante a espera ouvimos um grupo de amigos a queixar-se da falta de luz naquela zona do recinto que dificulta a mobilidade mas que era bem aproveitada por um entusiasmado casal namoradeiro.

 

Nesta altura da noite já as tribos estavam bem representadas nos seus cantos. Na lotada tenda electrónica @Meco dançava-se furiosamente, no palco EDP havia grande concentração indi< para aclamar Grizzly Bear que não teve dificuldade em conquistar o espaço que foi ao rubro quando reviu Victoria Legrand, dos Beach House, desta vez ao lado de Edward Droste na ponta final do concerto.

 

Perto da uma da manhã todos os caminhos foram dar ao palco maior do Super Rock para celebrizar a super pop dos Pet Shop Boys que não descuraram nenhum pormenor e partiram para um inesquecível concerto que marcará seguramente o 16ª SBSR. A dupla inglesa viajou pelos maiores clássicos do seu longo historial e de maneira simples e eficaz entre cubos, dançarinas e um cenário valente de imagens projectadas foram dos singles mais recentes até chegarem ao sempre excelente «West End Girls». E é aqui que pensamos há quantos anos é que estas músicas nos acompanham e concluímos que fazem parte da banda sonora da nossa vida porque são intemporais. E como sabe bem ouvir «Suburbia» ou «It's a Sin» e pelo meio sermos surpreendidos com um dueto virtual com Dusty Springfield, sendo que o mais impressionante é olhar para a plateia tão diferente em estilo e tão unida por esta música dançada debaixo de enorme nuvem de poeira.

 

jjoaomcgoncalves@gmail.com

Festival Super Bock Super Rock: Todos os Caminhos Vão dar ao Meco - Horários

 

16 de julho


Palco Super Bock
Pet Shop Boys 00h40-02h10

Keane 22h40-23h55
Cut Copy 21h20-22h20
Mayer Hawthorne & The County 20h10-21h00
Jamie Lidell 19h00-19h50

Palco EDP
Grizzly Bear 23h30-00h30
The Temper Trap 22h00-23h00
Beach House 20h40-21h40
St. Vincent 19h35-20h20
Godmen 18h45-19h15

@Meco
M-Nus Showcase 22h00-04h00:

Richie Hawtin
Marco Carola
Magda

Ana Moura canta com Prince no Super Bock Super Rock

Ana Moura vai cantar um inédito com Prince no concerto de Domingo marcado para o Super Bock Super Rock.

«Walk In Sand» faz parte do novo disco de Prince, «20Ten», editado esta semana. A canção vai estar disponível para download no site da Super Bock, a partir de segunda-feira.

 

Na mesma data, vai ser transmitido uma parte do teledisco que a Super Bock fez para a música. A cervejeira comprou os direitos da música para Portugal.

 

«É para mim um enorme privilégio poder partilhar o palco de um festival tão importante como o Super Bock Super Rock com um artista da dimensão e do prestígio de Prince. Sinto-me também muito feliz por ter contribuído para que Prince possa dedicar aos portugueses um tema da sua autoria», afirma Ana Moura em comunicado.

 

Foi a amizade entre ambos que trouxe Prince até ao Super Bock Super Rock. Fonte da Música no Coração explicou ao DN que a fadista «aconselhou» o festival a Prince.

A mesma fonte revelou ainda que o astro pop vai ser transportado até ao recinto pela mesma e única estrada que liga o Meco. À Lusa, Luís Montez revelou que a noite de Domingo deverá esgotar.

 

O promotor referiu ainda «que quer o Sudoeste TMN quer o Super Bock Super Rock estão a vender muito mais do que no ano passado».Talvez porque optem por passar férias em Portugal, talvez porque seja uma forma barata de passar um fim de semana diferente, justificou Montez.

 

«Eu penso que nós beneficiamos da crise, porque o público tem uma forma barata de passar uma semana ou um fim-de-semana com camping grátis e, portanto, é uma forma económica de fazer férias e nós estamos a beneficiar com isso», juntou ainda o responsável pela Música no Coração. O promotor concluiu que a crise está a afectar não o público mas os patrocinadores.

Vem aí o Super Rock @ Meco

HORÁRIOS DOS CONCERTOS


Dia 16

Palco Super Bock

Pet Shop Boys: 00h40-02h10
Keane: 22h40-23h55
Cut Copy: 21h20-22h20
Mayer Hawthorne & The County: 20h10-21h00
Jamie Lidell: 19h00-19h50


Palco EDP

Grizzly Bear: 23h30-00h30
The Temper Trap: 22h00-23h00
Beach House: 20h40-21h40
St. Vincent: 19h35-20h20
Godmen: 18h45-19h15


@Meco

M-Nus Showcase: 22h00-04h00
Richie Hawtin
Marco Carola
Magda


Dia 17

Palco Super Bock

Leftfield: 01h30-02h30
Vampire Weekend: 23h50-01h05
Hot Chip: 22h30-23h30
Julian Casablancas: 21h00-22h10
Tiago Bettencourt & Mantha: 19h40-20h30


Palco EDP

Patrick Watson: 23h10-00h20
Rita Redshoes: 21h40-22h40
Holly Miranda: 20h20-21h20
Sweet Billy Pilgrim: 19h20-20h00
Malcontent: 18h30-19h00

@Meco

Ricardo Villalobos & Zip: 01h00-04h00
Bloop Showcase: 22h00-01h00
Magazino
Joao Maria
José Belo
Bart Cruz & Henriq: 21h00-22h00


Dia 18

Palco Super Bock

Empire of the Sun: 02h00-03h00
Prince: 23h45-01h15
The National: 21h30-22h45
Spoon: 20h20-21h10
Stereophonics: 19h10-20h00
Palma's Gang: 18h00-18h50

Palco EDP

John Butler Trio: 23h05-00h05
Sharon Jones & The Dap Kings: 21h45-22h45
Wild Beasts: 20h25-21h15
The Morning Benders: 19h20-20h05
Stereo Parks: 18h30-19h00

@Meco

Laurent Garnier Live: 02h30-04h00
Rui Vargas & André Cascais: 00h30-02h30
Zé Salvador: 23h00-00h30
Hi-Tech2: 22h00-23h00
Mary B: 21h00-22h00

Sites Oficiais

www.superbocksuperrock.net

FacebookSBSR

Bilhetes

Bilhete diário: 40€
Passe de 3 dias (campismo incluído): 70€

Prince actua em Portugal em Julho

 

Prince vai actuar em Portugal no próximo dia 18 de Julho no âmbito do festival Super Bock Super Rock, no Meco, soube o PÚBLICO. O cantor regressa assim a Portugal depois de dois concertos na década de 1990.

No mesmo festival actua a fadista Ana Moura, por quem o cantor norte-americano nutre grande admiração, tendo-se mesmo já falado na hipótese de gravação de música em conjunto. A proximidade dos artistas terá contribuído para a vinda do ícone da pop e da música negra.

O cantor actuará em nome próprio no festival que já conta com The National ou Vampire Weekend no seu alinhamento.

actuou pela primeira vez em Portugal em 1993 no desaparecido Estádio José Alvalade a 15 de Agosto e no Pavilhão Atlântico a 15 de Dezembro de 1998

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