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Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

The Rolling Stones - Havana Moon: Transmissão via satélite em todos os cinemas UCI

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 A UCI Cinemas vai apresentar nos seus cinemas em Portugal a gravação de um concerto único e irrepetível dos Rolling Stones em Havana, Cuba.

Com realização de Paul Dugdale (Adele, Coldplay) são tocados todos os hits épicos da banda, como ‘Jumpin’ Jack Flash’, ‘It's Only Rock ’n Roll’, ‘Gimme Shelter’, ‘Brown Sugar’, ‘Satisfaction’ entre muitos outros.

Gravado no final da tournée Olé Tour em 2016, Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts e Ronnie Wood executam um fantástico concerto diante de 1 milhão e duzentos mil fãs.

 "O concerto em Cuba foi simplesmente fantástico, um momento verdadeiramente incrível; um mar imenso de pessoas, para além do que a vista podia alcançar. E mesmo assim, podiamos sentir o sentir o entusiasmo e puso da multidão, que para mim, foi um momento único na vida" - Mick Jagger

"Há o sol, lua, as estrelas e os Rolling Sotnes. Poder presenciar o facto de Cuba poder finalmente dançar o rock foi muito especial... Uma noire para recordar em Havana..." Keith Richards

Título original: The Rolling Stones - Havana Moon
Data: 2016; Género: Concerto, 120 min
Realização: Paul Dugdale
Música: Rolling Stones
Com: Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts e Ronnie Wood

 

Exhibitionism. O lado B dos Rolling Stones em exposição em Londres

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São 550 objectos que agora vêem a luz do dia e contam a história da banda. A exposição inaugurou esta semana em Londres e apresenta a cadeira onde Jagger se maquilha, a reprodução do apartamento de Edith Grove ou a simulação de ambiente nos bastidores.

 

Após três anos de preparativos, os Rolling Stones voltaram com estrondo à King's Road de Londres. A exposição Exhibitionism: The Rolling Stones - que retrata mais de meio século de vida da "maior banda de rock and roll do mundo" - abriu a meio da semana na Galeria Saatchi, no bairro chique de Chelsea, com direito a tapetes vermelhos, convidados VIP, flashes de paparazzi e muita música (dos Stones, naturalmente). "Andávamos a pensar fazer esta exposição há muito tempo. Mas queríamos que fosse na altura certa e numa escala muito grande", explicou o vocalista Mick Jagger, de 72 anos.

A escala, de facto, é enorme: mais de 550 pedaços da história dos Rolling Stones espalhados por uma área de 1850 metros quadrados, em nove salas e dois pisos da Saatchi Gallery. "Sabíamos que eles [Rolling Stones] tinham um armazém onde guardavam muita coisa, instrumentos, coisas pessoais, recordações. Mas ninguém sabia que era uma coleção tão rica. Tínhamos 25 mil objetos por onde escolher", diz Tony Cochrane, produtor executivo da exposição.

O trabalho meticuloso de seleção começou em 2013, aparentemente inspirado pelo êxito da mostra David Bowie Is, lançada nesse ano no Victoria & Albert Museum, de Londres. A exposição de Bowie - que estará em digressão mundial até 2018 - teve 312 mil visitantes na capital britânica e gerou quase quatro milhões de euros em receitas de merchandising. Os organizadores de Exhibitionism contam bater largamente esses números ao longo dos próximos cinco meses, até ao dia 4 de setembro.

As salas de Exhibitionism são naturalmente um paraíso para os fãs mais devotos da banda. A exposição inclui, por exemplo, curiosidades como a cadeira onde Jagger se senta para ser maquilhado e penteado antes dos concertos; o guarda-roupa itinerante de Keith Richards, forrado com pele de leopardo; o primeiro amplificador usado pelo antigo baixista Bill Wyman (que deixou o grupo em 1993); uma bateria usada por Charlie Watts, protegida por uma jaula de vidro; e um mapa-mundi com todo o tipo de estatísticas sobre os concertos, as digressões e os países visitados pela banda (Portugal: seis vezes). Alguém sabia, por exemplo, que quem quiser ouvir todas as músicas gravadas até hoje pelos Rolling Stones precisa de dedicar um total de 46 horas, 42 minutos e 41 segundos?

 

in DN

Rock in Rio Lisboa, Dia 2: Like a Boss

Quando a organização falava em festejar em grande o décimo aniversário do Rock in Rio Lisboa, estaria a pensar em algo grandioso mas nunca terá imaginado uma cimeira ao mais alto nível entre dois nomes que se confundem com a própria história do rock. Aconteceu com os Rolling Stones e Bruce Springsteen a cantarem «Tumbling Dice»!

 

O segundo dia do Rock in Rio, primeiro de quatro maratonas, viveu o momento mais alto não só do seu 10º aniversário como de toda a sua história em Lisboa. O concerto dos Rolling Stones foi glorioso e as surpresas fizeram a diferença. Que nos desculpem os Xutos & Pontapés que cumpriram o pleno de presenças no evento, Frankie Chavez que defendeu bem o seu novo álbum no palco Vodafone, Rui Veloso que juntou o brasileiro Lenine e Angélique Kidjo num momento marcante a cantarem «Sodade» de Cesária Évora. Que nos desculpem os norte americanos Triptides, Gary Clark Jr. e os portugueses Projecto Kaya mas o que perdurará no tempo será a passagem dos Rolling Stones pelo Parque da Bela Vista.

 

Poucas vezes o Rock do nome do evento fez tanto sentido como nesta noite. Se Keith Richards, Mick Jagger, Ron Wood e Charlie Watts não são o Rock em pessoa então ninguém mais será. Há dois anos quando Adam Levine cantava aqui «Moves Like Jagger» estávamos longe de imaginar que em breve teriamos o próprio Jagger a mexer-se no palco Mundo. 

 

À sexta visita a Portugal a dúvida do costume se levanta em surdina, continuarão eles capazes de aguentar ao vivo o seu próprio ritmo evitando apresentar uma imagem decadente, agora que Jagger, por exemplo, vai a caminho dos 71 anos ? 

Mais uma vez a resposta é a mesma de sempre: estão impecáveis! 

 

Cumprem um alinhamento que já era conhecido após o concerto de Oslo no inicio da semana que marcou o arranque da versão europeia desta digressão, Jagger continua um mestre de cerimónia irrequieto, com pedalada para percorrer os corredores do palco para os lados e para a frente no meio da plateia e os clássicos sucedem-se a velocidade vertiginosa que não damos pelo tempo passar entre «Jumping Jack Flash», «Wild Horses», «Honky Tonk Women», até «Brown Sugar».

 

Para quem viu passagens anteriores dos Stones por cá pode confirmar que a grande diferença para esta apresentação é que não tem tantos adereços como figuras insufláveis e maior aparato pirotécnico. Ironicamente foi hoje que achámos a banda mais unida, a tocarem mais perto uns dos outros e com os de satisfação de sempre de quem gosta mesmo do que faz. Jagger fez questão de falar muito com o público, arranhou o português, disse que Portugal poderia vencer a Copa batendo a Inglaterra na final e não se cansou de puxar pela plateia.

 

Houve Mick Taylor em palco em «Midnight Rambler». Houve Gary Clark Jr em «Respectable», houve Coro Ricercare de Lisboa em «You Can't Always Get What You Want» mas o que está a correr mundo neste momento é video e as imagens de Bruce Springsteen com Stones à quarta música da noite! Já se tinha comentado na imprensa durante o dia que o Boss estava por cá, a filha estuda em Lisboa, tal como Bryan Adams que jantou com Mick Jagger há duas noites, mas não deixou de ser a grande surpresa da noite e até de todo o festival.

 

Olhar para a imensa plateia, estiveram mais de noventa mil pessoas na Bela Vista, quando Jagger atravessa a passadeira vermelha em forma de língua andando por cima da multidão e ver a reacção eufórica da multidão é sempre emocionante. Bandeiras da Argentina, Espanha, Cuba, Grécia, além das mais óbvias portuguesas e brasileiras, dão um colorido especial ao cenário, assim como alguns cachecóis dos novos campeões europeus e nacionais de futebol. Mostra o quão diversificado é o público desta instituição do Rock. Também a diferença de idades é curiosa, vimos crianças ao colo e vimos muitos cabelos brancos. Verdadeiramente dos 8 ao 80, esta noite de Festival.

 

Mais do que os jantares mediáticos de Jagger por Lisboa, logo divulgados nas redes sociais, a aparição de Bruce Springsteen, dois anos após a sua coroação no mesmo palco, é que vai correr mundo. Desta vez é a imprensa estrangeira a contar a história de um reencontro em Lisboa entre dois nomes maiores da música Rock. A capital continua em grande. Os Rolling Stones parecem ser eternos e é deles o carimbo de qualidade e o selo de inesquecível nesta 10ª edição do Rock in Rio.

 

In Disco Digital

João Gonçalves

Florence Welch com os Rolling Stones

A segunda noite dos Rolling Stones na O2 Arena de Londres contou, como se previa, com as participações de Florence e Eric Clapton.

 

Além destes, os ex-Stones Bill Wyman e Mick Taylor voltaram a subir ao palco. Florence cantou «Gimme Shelter» e beijou toda a banda ao abandonar o palco mas quem abriu o espectáculo foi novamente Johnny Depp com um depoimento em vídeo, seguido de testemunhos de Pete Townshend e Iggy Pop.

Clapton tocou guitarra em «Champagne And Reefe» mas antes já os Stones tinham passado por «I Wanna Be Your Man» dos Beatles. Alinhamento:

 

Get Off My Cloud
I Wanna Be Your Man
This Could Be The Last Time
Paint It Black
Gimme Shelter
Lady Jane
Champagne And Reefer
Live With Me
Miss You
One More Shot
Doom And Gloom
Honky Tonk Woman
Before They Make Me Run
Happy
Midnight Rambler
Start Me Up
Tumbling Dice
Brown Sugar
Sympathy For The Devil
You Can't Always Get What You Want
Satisfaction

 

in Disco Digital

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