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Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

Muse com concerto extra dia 03 de maio em Lisboa

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Devido à elevada procura de bilhetes por parte dos fãs, o concerto dos Muse agendado para dia 02 de maio já se encontra esgotado. A banda anuncia hoje uma data extra para Lisboa, dia 03 de maio, com um segundo concerto 360.º inserido na digressão “Drones World Tour”. Os bilhetes para dia 03 de maio estarão à venda amanhã (sábado) nos locais habituais, a partir das 10h00.

Muse no MEO Arena a 2 de Maio

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Os Muse acabam de anunciar a primeira lista de cidades desta que será a grande digressão mundial de apresentação do novo e aclamado álbum “Drones”. A tournée “Drones World Tour” irá contar com os elementos da banda a actuarem no centro da arena.

Os Muse são conhecidos por levarem ao limite as suas produções e esta digressão “Drones World Tour” não será excepção. O desenho e configuração deste palco permitirá aos fãs um verdadeira experiência sensorial de 360º em todos os níveis, áudio e visual.

 

BILHETES À VENDA SÁBADO DIA 19 DE SETEMBRO ÀS 10H00 NOS LOCAIS HABITUAIS

Pré-venda exclusiva clube de fãs dia 16 de setembro às 09h30

MEO Arena | 02 maio de 2016

Plateia em pé * 42,00 Euros

Balcão 1 * 50,00 Euros

Balcão 2 * 35,00 Euros

Mobilidade condicionada * 35,00 Euros

 

 

 

NOS Alive, dia 1: Vitória esmagadora nas urnas dos Muse

Musenosalive.jpg

Ao oitavo ano o NOS Alive é já uma instituição no mapa de festivais em Portugal com uma abertura importante para o Reino Unido. Já nos habituámos a conviver com milhares de turistas ingleses no recinto de Algés, o cartaz continua apelativo para os turistas e a fama da boa organização do evento ajuda a enchentes como a deste primeiro dia. A máquina está tão bem oleada que logo após a chegada dos primeiros milhares de festivaleiros a organização já divulgava datas para a edição 2016. Será de 7 a 9 de Julho e os bilhetes já estão à venda.

 

Bilhetes para este primeiro dia eram um bem precioso procurado em desespero às portas do recinto. No inicio desta semana Álvaro Covões tinha explicado à imprensa que actualmente a organização assume que há sempre um concerto mais desejado em todo o festival. Em anos anteriores tinham sido os Radiohead e os Arctic Monkeys ; este ano essa responsabilidade coube aos Muse. A lotação esgotada aprovou a escolha da banda de inglesa.

 

Apesar de ser uma quinta-feira, o recinto lotado precocemente notou-se pela romaria às primeiras filas do palco maior e pelas T-shirts que a maioria estava ali para ver e rever Muse. Muitos ingleses e espanhóis, como é hábito, misturados com outras nacionalidades não tão facilmente identificadas. De ano para ano nota-se cada vez mais que as pessoas vão ao festival para preencher apetites sociais, mais do que absorver tudo o que vem dos palcos - conversas cruzadas que tornam a escuta cada vez mais dificultada da música. 

 

Há uma tendência em crescendo entre os festivaleiros portugueses: eles e elas optam por trazer cachecóis e camisolas dos seus clubes de futebol do coração. Natural destaque para as cores das três equipas com mais adeptos por cá.

Um fenómeno que pôde ser comprovado por quem viu confortavelmente em casa o concerto mais esperado da noite transmitido em directo pela RTP. Uma cobertura que ganha uma nova dimensão este ano aproximando via smartphone quem está no recinto e quem segue em casa.

 

Musicalmente falando, esta não foi uma noite de revelações ou surpresas. O cancelamento de Jessie Ware criou alguma desilusão mas abriu espaço para uma boa aposta nacional, os Capitão Fausto agradeceram a repescagem de última hora e voltaram a triunfar num espaço que já conheciam da edição de 2013.

No palco Heineken ao final da tarde, e antes dos portugueses Capitão Fausto, os escoceses Young Fathers marcaram pontos e viram os singles «Sham» e «Rain or Shine» serem entoados por uma plateia atenta embora ainda longe das enchentes da noite.

Foram os britânicos Metronomy os primeiros desta edição do Alive a encherem as medidas da grande tenda do palco Heineken. Com o disco «Love Letters» ainda a ressoar e uma passagem por vários temas acolhidos em festa, com muitos olhares fixados na baterista Anna Prior. 

Mais tarde os Django Django regressam a um palco onde já foram tão felizes mas já sem a frescura da estreia e a lutarem contra a tentação de muitos festivaleiros abandonarem o recinto depois de Muse. 

Mesmo assim foram muitos os que resistiram até depois das 3 da manhã para dançar ao som do australiano Flume, como se viu na passagem de «Some Minds».

 

As atenções andaram sempre mais viradas para o lado das tendas do recinto porque no palco maior a oferta musical até às 22h30 era pouco mais do que irrelevante. Os The Wombats de Liverpool passaram despercebidos à luz forte do dia embora o single «Greek Tragedy» tenha sido identificado à distância. Depois James Bay já concentrou alguns fãs e muitos curiosos satisfeitos com o sucesso «Hold Back The River». 

Ben Harper & The Innocent Criminals em 2015 no palco principal do Alive é tão irrelevante que nem mesmo um veraneante «Steal My Kisses» justifica tal presença. A indiferença da plateia não mente.

 

Terminemos com as duas apostas para os momentos altos da noite no palco NOS. Quanto aos Muse não havia dúvidas que seriam os reis da noite, e talvez até de todo o festival, arrastando a multidão que cedo esgotou os bilhetes para este dia. 

Já quanto à promoção dos Alt-J para o espaço maior do Alive esteve longe de ser unânime. Recordemos que a banda de Leeds deu um concerto inesquecível na tenda Heineken na altura certa quando o disco de estreia estava entre os melhores de 2012 para a frente. «This is All Yours» seguiu-se em 2014 esteve longe de causar o mesmo impacto. Em palco os Alt-J não parecem confortáveis em tão grandes dimensões e a plateia ansiosa pelos Muse também só acompanha os temas mais conhecidos nas primeiras filas. Teria sido melhor para banda e fãs a repetição no palco Heineken, como aconteceu com os Django Django, mas perante tanto anonimato até aquela hora no palco principal até devem ter ganho alguns fãs menos atentos.

 

Os Muse cumpriram tudo o que prometiam. Desfile de canções que já são hinos espalhados pela sua discografia iniciada em 1999 embora com passagens menos eufóricas pelas novas músicas de «Drones», excepção feita ao arranque épico e em força com «Psycho». 

Uma hora e meia sem grandes exuberâncias cénicas - não se viram drones, por exemplo. A recta final foi a mais efusiva com lançamento de balões gigantes pela plateia e chuva de papelinhos e fitas vermelhas e brancas ao som de «Mercy», «Time is Running Out» ou «Reappers». 

A par de Coldplay e Radiohead, os Muse são das raras bandas da escola dos 90 que podem apontar para mega produções de estádio. Trabalham para grandes multidões e não desiludem. Terão assinado o concerto mais aguardado deste NOS Alive.

 

Texto: João Gonçalves
 
Foto: Arlindo Camacho
 
in Disco Digital

Muse no Rock in Rio

Os Muse que ainda há poucos dias arrasaram no Atlântico são a primeira banda confirmada para o Rock in Rio 2010. É o regresso aquele espaço já que estiveram presentes em 2008 num concerto muito curto e aquém das expectativas. Desta vez devem confirmar a loucura visual vista no passado domingo no Atlântico.

Muse @ Atlântico: Defeitos Especiais



Um concerto dos Muse é uma experiência visual com uma banda sonora desequilibrada. O cenário, os jogos de luzes, e todo o cuidado gráfico na construção do palco é do mais deslumbrante que o pop/rock tem para oferecer nos dias de hoje. O verdadeiro conceito de banda de massas.
Um trio que brilha no meio de um festival de luzes, raios lazer, flashes, e num palco que parece um estúdio de Hollywood onde pontificam três cubos multimédia que com a ajuda de plataformas levadiças transformam os Muse em três personagens, cada um no meio do seu paraleloepipedo, de um videoclip gigante.
É o forte da banda, imagens, muitos truques com luzes, os hits que a plateia conhece de trás para a frente e tudo cozinhado de maneira a que cada canção seja um caminho orgásmico sem volta até explodir em cada refrão partilhado com as quase duas dezenas de milhares de fãs no Pavilhão Atlântico.
No meio de tantos efeitos especiais o único defeito está mesmo no desequilíbrio musical conhecido da banda. Entre autênticos hinos de todos conhecidos passam temas de outras décadas que não precisavam nada de ser reencarnados.
Como espectáculo os Muse estão para os concertos ao vivo como os filmes de Steven Spielberg para o cinema, entretimento puro e muito vistoso.


Alinhamento:

"Uprising"
"Resistance"
"New Born"
"Map of the Problematique"
"Supermassive Black Hole"
"MK Ultra"
"Hysteria"
"United States of Eurasia"
"Feeling Good"
"Guiding Light"
"Undisclosed Desires"
"Starlight"
"Plug In Baby"
"Time Is Running Out"
"Unnatural Selection"

"Exogenesis: Symphony Pt 1: Overture"
"Stockholm Syndrome"
"Knights of Cydonia"

Muse Esgotam Atlântico

O concerto dos Muse no Pavilhão Atlântico, a 29 de Novembro, já se encontra esgotado, adianta o Correio da Manhã.

Entretanto, o novo álbum «The Resistance», entrou directamente para o primeiro lugar do top inglês. O quinto disco do grupo é o terceiro a obter semelhante feito no mercado britânico.

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