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Os norte-americanos Interpol são a nova confirmação para o Optimus Alive'14. O trio nova-iorquino vai actuar no Palco Optimus no dia 10 de julho.
(foto: Manuel Lino - IOL Música)
Pouco mais de um mês depois de duas noites em Coimbra, os Interpol regressaram a Portugal mas desta vez para um concerto em nome próprio perante os fãs que quase encheram o Campo Pequeno.
Os Interpol já representaram o revivalismo pós-punk em pleno século XXI; já foram a grande esperança da música indie, já estiveram na banda sonora da geração Morangos com Açúcar, já foram a última grande aquisição de uma editora gigante e agora são apenas os Interpol de volta às suas raízes albergados pela mítica editora Matador.
Ao fim de quatro discos e oito anos de vida, Paul Banks, vocalista e guitarrista, Sam Fogarino na bateria e Daniel Kessler, guitarrista, são os resistentes desde a estreia e lideram a banda em palco parecendo terem encontrado o ponto de equilibrio certo entre a imagem séria e sombria e a felicidade de ainda tocarem as suas músicas para os fãs que ficaram após tantos avanços e recuos.
Saiu o baixista Carlos Denger mas os Interpol ficaram a ganhar com a experiência de David Pajo e o reforço Brandon Curtis nas teclas. A actuação correspondeu às expectivas atingindo momentos bem altos com descargas fortes de decibéis nos temas «Take You on a Cruise», «Lights» e «Stella Was a Diver and She Was Always Down», tocados curiosamente na parte final deixando perceber que a noite foi sempre a somar.
O alinhamento nem andou muito à volta do mais recente disco privilegiando os três primeiros, causando natural euforia aos primeiros acordes de canções que os fãs identificavam com facilidade nas cordas de Bnks ou Kessler.
Foi uma noite de sombras - já se sabe que os rapazes pautam a imagem por fatos escuros - pouca luz, e modelo estático em palco apenas destoando o irrequieto Daniel Kessler com movimentos dançantes únicos.
Como a plateia também não foi muito exigente os Interpol cumpriram sem problemas mais uma passagem por Portugal e nem as ausências de «The Heinrich Maneuver» ou «Evil» parecem ter incomodado quem esteve esta noite no Campo Pequeno.
Missão cumprida na bruma, portanto.
Pouco mais de um mês depois de terem aberto os dois concertos dos U2 em Coimbra, os Interpol voltam a Portugal.
Desta vez, a banda tem direito a um concerto em nome próprio, ainda que secundado pelos Surfer Blood. O Campo Pequeno recebe a digressão que tem como ponto de partida um novo álbum, homónimo.
Uma outra novidade: os Interpol trazem David Pajo (Slint, Zwan) no lugar do dissidente Carlos D, que abandonou a banda por não querer tocar baixo.
O preço dos bilhetes varia entre os 30 e os 35 euros.
Os norte-americanos Interpol, uma das bandas cuja base de fãs e respeito da crítica não têm parado de crescer em Portugal, ao longo da última década, preparam-se para lançar um dos mais aguardados álbuns de originais de 2010. Para o apresentar, vão entrar numa digressão com paragem já garantida no Campo Pequeno, onde vão actuar pela primeira vez, a 12 de Novembro.
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