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Grandes Sons

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Grandes Sons

Casa cheia no Festival Med

A nona edição do Festival Med registou casa cheia nas duas noites.

 

O certame realizou-se esta sexta e sábado no Castelo de Loulé e registou 12 mil pessoas, avança um comunicado. Pelos diversos palcos passaramA Curva da Cintura com Arnaldo Antunes,Toumani Diabaté e Edgard Scandurra, Jamaican Legends com Ernest Ranglin, Sly & Robbie e Tyrone Downie, Boubacar Traoré, Cheikh Lô e Smod, entre outros.

A selecção nacional esteve representada por Norberto Lobo, A Caruma, Paus, You Can´t Win Charlie Brown e A Jigsaw, entre outros. Para Joaquim Guerreiro, Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Loulé e programador do festival,«esta edição foi uma das mais intensas de todo o Festival Med».

Festival Med regressa a Loulé com estreia mundial


 

A Curva da Cintura com Arnaldo Antunes, Toumani Diabaté e Edgard Scandurra, SMOD, Sany Pitbull, A Jigsaw, Miguel Araújo e Norberto Lobo são os primeiros nomes já avançados para a 9ª edição do Festival Med.

 

Loulé, 24 de maio de 2012 – Estão já fechados os primeiros nomes para a 9ª edição do Festival Med, um dos mais conceituados eventos de World Music realizado no nosso País. No fim do mês de junho o centro histórico de Loulé volta a encher-se de sons e sabores dos quatro cantos do mundo, representados pelas mais variadas manifestações artísticas, sendo a música o tema central deste festival.

 

A Cerca e a Matriz voltam a ser os palcos principais das atuações dos grandes nomes do circuito internacional de World Music. O palco Castelo, à semelhança das edições passadas, será dedicado ao que de melhor se faz em Portugal. A Curva da Cintura com Arnaldo Antunes, Toumani Diabaté e Edgard Scandurra, SMOD, Sany Pitbull, A Jigsaw, Miguel Araújo e Norberto Lobo são os primeiros nomes já avançados para esta edição.

 

Este ano o Festival Med será palco da esperada estreia mundial do projeto que junta três grandes nomes do género. Arnaldo Antunes (Tribalistas), Edgard Scandurra (Ira) e Toumani Diabaté (um dos músicos africanos mais importantes da atualidade) reuniram-se para gravar «A Curva da Cintura». Este disco traz até ao público as vozes quentes dos dois conhecidos artistas brasileiros e o talento do maliano nas cordas da requintada kora, instrumento que domina e que o levou a vencer por duas vezes o Grammy Awards de melhor álbum de Traditional World Music. A Curva da Cintura com Arnaldo Antunes, Toumani Diabaté e Edgard Scandurra será apresentado em estreia mundial dia 29 de junho, no palco Cerca.

 

Vindos também do Mali chegam os aclamados SMOD. O grupo composto por Ousco, Donsky, e Sam, filho do famoso duo Amadou & Mariam, que passou pelo Med em 2008, irá estrear-se em Portugal para apresentar o seu mais recente trabalho produzido por Manu Chao. O álbum SMOD transpira ritmos revolucionários de hip-hop e rap intercalados por sonoridades malinenses, em que se juntam influências do reconhecido produtor francês. O trio será responsável por encerrar o palco Matriz no primeiro dia do festival.

 

O internacional DJ brasileiro Sany Pitbull irá passar pelo Med no dia 30 de junho para dar a conhecer as suas produções que já conquistaram as principais capitais europeias, como Londres, Paris, Estocolmo e Berlim. O seu trabalho é a prova mais contundente que o Funk carioca está na vanguarda da eletrónica mundial. Com mais de 20 anos de experiência, Sany Pitbull é apontado como um dos expoentes do estilo, diferenciado dos restantes produtores por apostar na exploração instrumental e na riqueza de ritmos e influências.

 

“Cinco dias e meio” é o título do álbum de estreia a solo de Miguel Araújo, que será apresentado no palco Cerca, dia 30 de junho. Gravado em cinco dias e meio, como o próprio título indica, o álbum foi para a rua a 21 de maio e desde a data de edição conta com o sigle “Os maridos das outras” entre os cinco temas mais vendidos nas plataformas digitais em Portugal. Uma estreia imperdível deste artista português em solo algarvio.

 

No dia 23 de junho, sobe ao palco Castelo o reconhecido guitarrista português, Norberto Lobo. Aclamado pela crítica nacional e internacional o guitarrista carateriza-se pelo carácter físico, humano e popular do seu som. Ao longo dos anos tem colaborado com artistas como os München, Chullage ou Lula Pena, para além de ser cofundador dos projetos Norman, Colectivo Páscoa e Tigrala. Já partilhou palcos ou digressões com variadíssimos músicos internacionais, como é o caso Lhasa de Sela, Devendra Banhart, Larkin Grimm, Naná Vasconcelos ou Rhys Chatham. Com dois álbuns de estúdio Norberto Lobo brindará Loulé com uma atuação única e memorável.

 

A Jigsaw é o último nome do cartaz deste ano confirmado até à data. Esta banda blues-folk portuguesa, formada em Coimbra pelo trio João Rui, Jorri e Susana Ribeiro, sobe ao palco Castelo no dia 29 de junho para apresentar o seu terceiro registo de originais e revisitar alguns dos temas dos primeiros álbuns. Este grupo conquistou a opinião pública com o seu primeiro trabalho «Letters From The Boatman», lançado em 2007, graças à originalidade das vozes e da combinação de instrumentos como guitarra, harmónica, banjo, piano, contrabaixo, castanholas, bombo tradicional ou violino.

 

Ao contrário das edições passadas, o festival conta este ano com dois dias de cartaz. Como explica Joaquim Guerreiro, Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Loulé “O Festival Med é, desde a sua génese, um símbolo do dinamismo cultural da cidade e do Algarve. Este evento com expressão nacional tem vindo a ganhar eco internacional extremamente importante para a economia local e para a promoção da nossa oferta turística. A nona edição é mérito, sobretudo, do envolvimento e compromisso dos louletanos com este evento. Pautado pelo rigor artístico, mantém-se a excelência do cartaz, que inclui alguns dos melhores artistas nacionais e internacionais”.

 

Os bilhetes estarão à venda a partir de dia 1 de junho no Cine–Teatro Louletano e na FNAC do Algarve Shopping. O bilhete diário custa 12,00 €.

Os Golpes e Batida no Festival MED


O cartaz do festival MED foi reforçado com dez novos nomes.

Estão assim confirmados os 22 artistas que subirão aos palcos principais deste certame que se realiza no castelo de Loulé entre 22 e 25 de Junho.

Jaadu – Faiz Ali Faiz & Titi Robin tocam no primeiro dia. A 23 de Junho, actuam os portugueses Golpes e Gilbert Feed`s Band.

Na noite seguinte é a vez de Al Mouraria, The Soaked Lamb e Batida. Na conclusão do festival, a 25 de Junho, estarão Balkan Brass Battle, Mulatu Astatke, Márcia e Frankie Chavez.

O bilhete diário custa 12 euros. O passe para os quatro dias tem o preço de 40 euros.

 

Cartaz completo:

 

22 de junho, 4ª Feira
Jaadu - Faiz Ali Faiz & Titi Robin
Muchachito Bombo Infierno
António Zambujo
Lula Pena
Marrokan

 

23 de Junho, 5ª feira
Seun Kuti & Egypt 80
Magnifico
Sean Riley & The Slowriders
Os Golpes
The Gilbert’s Feed Band

24 de Junho, 6ª Feira
George Clinton Parliament Funkadelic
Luísa Sobral
Batida
The Soaked Lamb
Al Mouraria

 

25 de Junho, Sábado
Balkan Brass Battle - Boban and Marko Markovic versus Fanfare Ciocarlia
Afrocubism
Márcia
Mulatu Astatke
DakhaBrakha
Pinto Ferreira
Frankie Chavez

AFROCUBISM em Loulé no Med

Os pedidos aqui lançados foram ouvidos e vamos ter Afrocubism em Portugal!

Estão confirmados mais seis nomes para a 8ª edição do Festival Med, o primeiro festival de música do verão e um dos mais conceituados festivais nacionais de world music. De 22 a 25 de junho, o centro histórico da cidade de Loulé veste as cores do mundo e transforma-se num palco de sons e sabores, experiências culturais, e de fusão das mais variadas manifestações artísticas.

Magnifico, AFROCUBISM, DakhaBrakha, António Zambujo, Marrokan e Pinto Ferreira juntam-se aos primeiros nomes anunciados: GEORGE CLINTON Parliament Funkadelic, Muchachito Bombo Infierno, SEUN KUTI & EGYPT 80, Luisa Sobral, Sean Riley & The Slowriders e Lula Pena.

 

Os bilhetes estarão à venda a partir de dia 1 de junho no Cine-Teatro Louletano. O bilhete diário custa 12,00 €, o passe de festival (4 dias) são 40,00 €.

AGENDA MED 2011:

22 de junho, 4ª feira
Muchachito Bombo Infierno
António Zambujo
Lula Pena
Marrokan

23 de junho, 5ª feira
SEUN KUTI & EGYPT 80
Magnifico
Sean Riley & The Slowriders

24 de junho, 6ª feira
GEORGE CLINTON Parliament Funkadelic
Luísa Sobral

25 de junho, sábado
AFROCUBISM
DakhaBrakha
Pinto Ferreira

MED Arranca Hoje em Loulé



A propósito do arranque do Festival MED reproduzo aqui o trabalho que o D.P. assina hoje no DN sobre este e outros festivais de verão semelhantes.

Arranca hoje em Loulé aquele que é o primeiro grande festival de world music do Verão. O MED abre uma temporada em que este tipo de eventos se multiplicam por todo o País, Lisboa e Porto incluídos. Estaremos na presença de um fenómeno?
"Sim, claro", começa por explicar António Pires, antigo jornalista do jornal Blitz e autor do blogue Raízes e Antenas (que juntamente com o Crónicas da Terra, de Luís Rei, são verdadeiras bíblias para quem se interessa por este tipo de música).
"Não sei se será um fenómeno tão repentino, mas é verdade que estes festivais têm crescido bastante nos últimos anos. Agora estão é mais visíveis. No fundo, é o seguimento dos Intercélticos (um dos mais antigos festivais de world music). Há dezenas deles e há cada vez mais gente a ir", defende.

Falemos de números.
O MED espera aproximadamente 25 mil pessoas, ou seja, mais do que os 20 mil habitantes locais. Em Sines, chegam a passar 25 mil pessoas... por noite. Ou seja, ao nível de alguns dos maiores festivais de rock portugueses (Super Bock Super Rock, Optimus Alive! ou Paredes de Coura, por exemplo).
"Há um crescimento sustentado. Quer Sines quer Loulé estão já na primeira divisão dos festivais de música em Portugal, não só em termos de qualidade mas em termos de público. Tem a ver com um fenómeno global que é resultado do acesso às tecnologias e consequentemente à informação. É o lado bom da globalização", sustenta Vasco Sacramento, que, por exemplo, foi responsável pela programação do palco de world music no Rock in Rio, em 2004. "Isto não se verifica só na música. Nota-se muito na decoração. É frequente ver casas com elementos étnicos. Na gastronomia, há centenas de restaurantes internacionais. No fundo, isto também tem muito a ver com o cansaço de formatos pop/rock. Não gosto de me queixar, mas o elo mais fraco desta cadeia tem sido sempre a imprensa", acrescenta ainda Vasco Sacramento.

António Pires junta ainda outros motivos a este conjunto de factores que justificam o fenómeno. "Os festivais de world music são abrangentes em termos musicais e transversais em termos de gerações. Há muita gente aberta para questões paralelas, não só musicais, mas também sociais, políticas ou energéticas. É um boom que conhece o epicentro nestes festivais."

Mas quem será, afinal, o público destes festivais? Quem se predispõe a acartar com tendas e assentar arraiais num parque de campismo para ver um guitarrista maliano, uma cantora da Venezuela ou o nome maior do rock chinês?
"Há um público de primeira geração que está nos 30 e muitos, 40 e tal e que liga sobretudo aos brasileiros, cubanos e celtas. Depois há uma nova geração atenta aos indianos, aos ciganos, aos magrebinos, essencialmente. Esse público está na casa dos 20 anos, mas vê-se gente de todas as idades." Certo é que a disponibilidade para a descoberta é, necessariamente, diferente daquela que se verifica no festivais de música pop e rock, como explica António Pires. "Há muita gente que não sabe ao que vai e está disposta a descobrir", declara. Contudo, já se notam diferenças face a um passado recente, e se, há uns anos, "as pessoas iam pela experiência", hoje são cada vez mais "os artistas" que vendem bilhetes. "Isso é uma prova maturidade da world music'. Os Ojos de Brujo movimentam muita gente. O Buena Vista criou uma marca", explica ainda Vasco Sacramento, para quem um dos segredos reside, igualmente, na oferta: "Estes festivais oferecem sempre mais do que música. Há uma série de actividades paralelas como a gastronomia e exposições que ajudam a complementar o cartaz." António Pires dá a estocada final: "É muito mais apelativo ir para o Castelo de Loulé ou para Sines do que para um descampado."

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