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Grandes Sons

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Grandes Sons

NOS Alive, dia 1: Vitória esmagadora nas urnas dos Muse

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Ao oitavo ano o NOS Alive é já uma instituição no mapa de festivais em Portugal com uma abertura importante para o Reino Unido. Já nos habituámos a conviver com milhares de turistas ingleses no recinto de Algés, o cartaz continua apelativo para os turistas e a fama da boa organização do evento ajuda a enchentes como a deste primeiro dia. A máquina está tão bem oleada que logo após a chegada dos primeiros milhares de festivaleiros a organização já divulgava datas para a edição 2016. Será de 7 a 9 de Julho e os bilhetes já estão à venda.

 

Bilhetes para este primeiro dia eram um bem precioso procurado em desespero às portas do recinto. No inicio desta semana Álvaro Covões tinha explicado à imprensa que actualmente a organização assume que há sempre um concerto mais desejado em todo o festival. Em anos anteriores tinham sido os Radiohead e os Arctic Monkeys ; este ano essa responsabilidade coube aos Muse. A lotação esgotada aprovou a escolha da banda de inglesa.

 

Apesar de ser uma quinta-feira, o recinto lotado precocemente notou-se pela romaria às primeiras filas do palco maior e pelas T-shirts que a maioria estava ali para ver e rever Muse. Muitos ingleses e espanhóis, como é hábito, misturados com outras nacionalidades não tão facilmente identificadas. De ano para ano nota-se cada vez mais que as pessoas vão ao festival para preencher apetites sociais, mais do que absorver tudo o que vem dos palcos - conversas cruzadas que tornam a escuta cada vez mais dificultada da música. 

 

Há uma tendência em crescendo entre os festivaleiros portugueses: eles e elas optam por trazer cachecóis e camisolas dos seus clubes de futebol do coração. Natural destaque para as cores das três equipas com mais adeptos por cá.

Um fenómeno que pôde ser comprovado por quem viu confortavelmente em casa o concerto mais esperado da noite transmitido em directo pela RTP. Uma cobertura que ganha uma nova dimensão este ano aproximando via smartphone quem está no recinto e quem segue em casa.

 

Musicalmente falando, esta não foi uma noite de revelações ou surpresas. O cancelamento de Jessie Ware criou alguma desilusão mas abriu espaço para uma boa aposta nacional, os Capitão Fausto agradeceram a repescagem de última hora e voltaram a triunfar num espaço que já conheciam da edição de 2013.

No palco Heineken ao final da tarde, e antes dos portugueses Capitão Fausto, os escoceses Young Fathers marcaram pontos e viram os singles «Sham» e «Rain or Shine» serem entoados por uma plateia atenta embora ainda longe das enchentes da noite.

Foram os britânicos Metronomy os primeiros desta edição do Alive a encherem as medidas da grande tenda do palco Heineken. Com o disco «Love Letters» ainda a ressoar e uma passagem por vários temas acolhidos em festa, com muitos olhares fixados na baterista Anna Prior. 

Mais tarde os Django Django regressam a um palco onde já foram tão felizes mas já sem a frescura da estreia e a lutarem contra a tentação de muitos festivaleiros abandonarem o recinto depois de Muse. 

Mesmo assim foram muitos os que resistiram até depois das 3 da manhã para dançar ao som do australiano Flume, como se viu na passagem de «Some Minds».

 

As atenções andaram sempre mais viradas para o lado das tendas do recinto porque no palco maior a oferta musical até às 22h30 era pouco mais do que irrelevante. Os The Wombats de Liverpool passaram despercebidos à luz forte do dia embora o single «Greek Tragedy» tenha sido identificado à distância. Depois James Bay já concentrou alguns fãs e muitos curiosos satisfeitos com o sucesso «Hold Back The River». 

Ben Harper & The Innocent Criminals em 2015 no palco principal do Alive é tão irrelevante que nem mesmo um veraneante «Steal My Kisses» justifica tal presença. A indiferença da plateia não mente.

 

Terminemos com as duas apostas para os momentos altos da noite no palco NOS. Quanto aos Muse não havia dúvidas que seriam os reis da noite, e talvez até de todo o festival, arrastando a multidão que cedo esgotou os bilhetes para este dia. 

Já quanto à promoção dos Alt-J para o espaço maior do Alive esteve longe de ser unânime. Recordemos que a banda de Leeds deu um concerto inesquecível na tenda Heineken na altura certa quando o disco de estreia estava entre os melhores de 2012 para a frente. «This is All Yours» seguiu-se em 2014 esteve longe de causar o mesmo impacto. Em palco os Alt-J não parecem confortáveis em tão grandes dimensões e a plateia ansiosa pelos Muse também só acompanha os temas mais conhecidos nas primeiras filas. Teria sido melhor para banda e fãs a repetição no palco Heineken, como aconteceu com os Django Django, mas perante tanto anonimato até aquela hora no palco principal até devem ter ganho alguns fãs menos atentos.

 

Os Muse cumpriram tudo o que prometiam. Desfile de canções que já são hinos espalhados pela sua discografia iniciada em 1999 embora com passagens menos eufóricas pelas novas músicas de «Drones», excepção feita ao arranque épico e em força com «Psycho». 

Uma hora e meia sem grandes exuberâncias cénicas - não se viram drones, por exemplo. A recta final foi a mais efusiva com lançamento de balões gigantes pela plateia e chuva de papelinhos e fitas vermelhas e brancas ao som de «Mercy», «Time is Running Out» ou «Reappers». 

A par de Coldplay e Radiohead, os Muse são das raras bandas da escola dos 90 que podem apontar para mega produções de estádio. Trabalham para grandes multidões e não desiludem. Terão assinado o concerto mais aguardado deste NOS Alive.

 

Texto: João Gonçalves
 
Foto: Arlindo Camacho
 
in Disco Digital

Django Django de Volta ao NOS Alive

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Django Django são a mais recente confirmação do NOS Alive’15. O quarteto britânico irá subir ao Palco Heineken para apresentar o seu mais recente registo de originais, “Born Under Saturn”, com edição agendada para o próximo dia 04 de Maio. A banda irá actuar dia 09 de Julho no mesmo palco dos já anunciados Metronomy, Jessie Ware, Flume e Young Fathers.

Optimus Alive, Dia 3: Reencontros celebrados e outros marcados

(Django Django, foto: optimus alive)

Alucinante sucessão de bons concertos no terceiro e último dia de Optimus Alive. Dos Tribes aos Django Django, o grande concerto da madrugada, passaram-se mais de dez horas entre palcos numa celebração incrível de música ao vivo. Triunfos esperados de Phoenix, Tame Impala, Alt-J e surpresas agradáveis com Jake Bugg e Of Monsters and Men.

O Optimus Alive acabou sem que o sol se dignasse a aparecer um único dia. Em compensação a lista de concertos memoráveis é grande e a reputação do festival em termos internacionais não pára de crescer. Passaram por Algés mais de 15 mil estrangeiros com bilhetes comprados em 45 países diferentes. A organização anunciou que passaram pelo recinto nos três dias cerca de 150 mil pessoas. O sucesso do Optimus Alive passa muito pela grande e diversificada oferta musical ao longo de três palcos por onde passam consagrados e projectos que estão a arrancar e na hora certa de os conhecermos.

 

À falta de um nome realmente consensual para fechar em grande o palco principal, os Kings of Leon não o são porque vivem do sucesso de dois ou três hits já requentados, havia uma ponta final de luxo no palco Heineken para a despedida da versão 2013 do festival. Duas das melhores bandas da actualidade regressavam a Lisboa após a triunfante passagem pelo Teatro Tivoli em Dezembro e com os dois melhores discos editados no ano passado. O culto aumentou muito e o espaço da tenda foi pequeno para tanta devoção.

 

Os Alt-J iniciaram o concerto pouco depois das 22h00 e logo nos primeiros momentos perceberam que estavam perante uma plateia profundamente rendida ao encanto do álbum «An Awesome Wave» decorado na ponta da língua da primeira à última faixa. Ambiente quente, muitas mãos no ar a fazerem o símbolo  e a banda de Leeds completamente babada perante tanto entusiasmo. Um daqueles concertos de harmonia perfeita que nem músicos nem público vão esquecer nunca.

Pouco antes das 02h00 entra o grupo que podia subir ainda mais fasquia alta deixada pelos Alt-J. Os Django Django não hesitaram em entrar com tudo aquilo que faz do seu disco algo de tão original e bom. Rock que vai do blues ao psicadelismo num ápice numa viagem bem orgânica marcada pela percussão e guitarras demoníacas. Um concerto de pressão alta com a banda de Londres a dar tudo sempre nos limites e uma plateia descontrolada de tão saciada que estava em ouvir pérolas como «Life´s a Beach» ou «Hail Bop» ao vivo e em comunhão. Foi um final de sonho para quem queria celebrar rock ao vivo, e neste festival a grande maioria dos ocupantes quer muito, antes de voltar à cruel realidade pós-Alive. Mais que um concerto, um espectáculo para encher a alma durante muito tempo.

Os mais resistentes ainda se entregaram ao potente som algo tribal algo massacrantes dos já habituais Bloody Beetroots. São o novo heavy metal para as gerações mais recentes que se entregam fisicamente ao ritual. Impressionante.

 

Para trás fica a memória de um bonito concerto dos Band of Horses entre os Alt-J e Django Django, um interlúdio perfeito, a loucura retratada numa enorme enchente para festejar a presença dos islandeses Of Monsters and the Men que aproveitaram para se afeiçoar (para sempre?) ao público português - apostamos num regresso em nome próprio. Também digna de nota a passagem do norte americano Twin Shadow que convenceu o povo mas trocou-se um pouco ao agradecer usando a palavra saudade em vez de obrigado e comentando que tocar em Lisboa é muito melhor do que Espanha, algo que os nossos vizinho em grande número no festival não acharam muita piada.

Ainda com a luz do dia os portugueses Brass Wires Orchestra, muito dentro do universo da folk pop festiva dos Of Monsters anda Men, animaram as hostes e celebraram o facto de um dos seus membros ter sido pai na véspera. A última nota para o palco Heineken fica para os Tribes e o seu rock britânico simples e eficaz que fez as delícias de quem gosta dos seus dois discos como é o nosso caso.

 

Voltemos ao palco Optimus para dizer que os franceses Phoenix surpreenderam positivamente com um espectáculo muito bem montado à volta do excelente «Bankrupt!», disco editado este ano, que alimenta bem um alinhamento que vai buscar «If I Ever Feel Better», «Everything is Everything» ou «Liztomania» a nos mais distantes e que facilmente convence o público que não nega um pé de dança. Antes disso, pelas 20h00, os australianos Tame Impala deram o seu último concerto desta digressão europeia e conseguiram romper aquela barreira sónica que se adivinhava complicada para os festivaleiros que não os conheciam. O rock sónico em viagem constante ao psicadelismo dos anos 60 sempre a prometer um formato de canção mais tradicional mas que nunca deixa de improvisar pelo menos óbvio, tudo guiado por Kevin Parker feliz com a recepção do público. Nota positiva. 

 

Mais discreto esteve o miúdo de 19 anos Jake Bugg, um fenómeno em terras britânicas, que tranquilamente impôs o seu folk cativante no fim de tarde de Algés. Não vimos ninguém desaprovar aquelas canções com sabor a clássico a fazer lembrar os primeiros passos de Bob Dylan e até apostamos que Jake terá conquistado ali muitos ouvintes para o seu belíssimo disco de estreia. É merecido, confirmou-se como boa aposta.

Antes os portugueses Linda Martini aproveitaram bem a oportunidade de tocarem no palco principal e podem-se orgulhar de terem tido uma fiel plateia pronta a celebrar tantos os temas mais antigos como «Amor Combate» ou «100 metros Sereia» como o novíssimo «Ratos» do novo disco a sair em Setembro. E, já agora, elogios também para o novo projecto de João Vieira dos X-Wife que com a mescla punk funk deu a conhecer bem os White Haus na tenda Optimus Clubbing.

 

Chegou ao fim a sétima edição do Optimus Alive e é aqui que começa a contagem decrescente para a versão 2014 a 11, 12 e 13 de Julho no sítio do costume. Até para o ano.

 

João Gonçalves

in Disco Digital

Vodafone Mexefest, dia 2: Welcome to the Django


Traçámos um trajecto ambicioso para esta segunda noite de Festival e o resultado foi uma maratona recompensadora de boa e variada música em espaços tão diferentes como o terraço do Hotel Avenida, a Igreja de São Luís dos Franceses ou o clássico espaço do Tivoli Forum. Bandas portuguesas em bom plano, algumas revelações, a confirmação de Michael Kiwanuka e a consagração dos Django Django.

Muito do sucesso pessoal na experiência de uma noite do Mexefest passa por um bom trabalho de casa a planear o que se quer ver e na disposição de mobilidade entre o Rossio e o eixo Cinema São Jorge - Tivoli Forum. No factor mobilidade há que elogiar a imensa ajuda que as muitas carrinhas que a organização pôs a circular na Avenida serviram a missão de correr os vários espaços. Recorremos várias vezes a estas boleias.

 

A noite na baixa lisboeta está muito bonita, viva e concorrida. Há luzes de natal a enfeitar a Praça D. Pedro V e o largo da Ginjinha a servirem de cenário a muitas conversas entre festivaleiros que escolheram jantar por ali na zona dos famosos frangos assados e das bifanas dos pequenos tascos característicos. Foi dali que começámos a viagem.

 

A Igreja de São Luís dos Franceses encheu-se para receber Aldina Duarte e Júlio Resende. A fadista ao fim da primeira canção quebra o gelo confessando que mesmo que não tivesse aparecido ninguém cantaria na mesma porque era um sonho de sempre actuar numa Igreja. A voz do fado acompanhada com piano resulta em momentos mágicos naquele espaço sagrado. São estes concertos que fazem do Vodafone Mexefeste um festival tão especial.

 

Ali ao lado na Casa do Alentejo um salão bem composto festejava o rock blues da Nicotine´s Orchestra que trouxe um pouco do bom ambiente do Barreiro Rocks a Lisboa. Ia animado o concerto liderado pelo carismático Nick Nicotine mas tivemos de subir apressadamente a Avenida da Liberdade para ver um dos cabeças de cartaz.

 

Michael Kinawuka regressava a Portugal depois da passagem por Oeiras em Julho, daí não ter estranhado a enchente na sala que tradicionalmente acolhe os principais concertos do Mexefest. Foi um concerto ganho à partida com o público rendido ao disco «Home Again», uma das grandes revelações do ano na área da soul. O músico britânico de 24 anos roda seguramente as canções do álbum e enche a sala com a sua voz quente. Passa por «May this Be Love» de Jimi Hendrix, uma das suas maiores influências, com distinção. A missão é cumprida sem grande esforço e com alguns prolongamentos instrumentais desnecessários.

 

Nova descida para conhecer ao vivo o muito promissor novo projecto de João Branco Kyron (Hipnótica). Os Beautify Junkyards chegaram-nos ao ouvido há uns meses via BBC6 Radio e é em terras britânicas que têm tido maior atenção com a editora independente Fruits de Mer a apostar neles. Apresentaram-se no terraço do Hotel Altis da Avenida num espaço intimista e com uma vista deslumbrante para a Praça dos Restauradores. Confirmaram as excelentes indicações deixadas no EP já conhecido e apesar de não terem uma multidão à espera contaram com a ilustre presença da filha do Presidente da República na plateia.

 

Após esta boa descoberta atravessámos a rua para medirmos a pulsação à recta final do concerto dos Batida na Estação Vodafone FM no Rossio. Festa total, público a mexer contagiado com o ritmo africano bem recortado e ilustrado no palco onde desfilaram vários convidados como Dama Bete em grande forma. O final mais que perfeito com «Alegria» foi irresistível e atrasou a nossa partida para o outro grande acontecimento do Festival.

 

Recorrendo à boleia da carrinha Vodafone rapidamente subimos para o Tivoli ainda com o som de Batida na cabeça. Uma impressionante fila à porta confirmava que ia começar a banda mais esperada da noite. Sala completamente cheia com grande ambiente, tarefa facilitada para o quarteto escocês que aproveitou para arrasar. Os Django Django editaram outro dos grandes discos do ano, por isso 24 horas depois de vermos ali os Alt-J é um privilégio testemunharmos a explosão sonora da banda de Edimburgo ao vivo. Tudo o que o que descobrimos no álbum homónimo é reproduzido em palco. Das batidas orientais ao rock mais básico, as variações rítmicas sucedem-se em poses quase tribais. Só não entendemos esta obsessão tão portuguesa de puxar pelas palmas a tentar acompanhar batidas impossíveis. Como alguém desabafava no Twitter: «demoraram 10 segundos a aparecer a porra das palminhas». Foi uma demonstração de força e talento confirmando que em «Django Django» moram as sugestões musicais mais estimulantes de 2012. Tal como na véspera com os Alt-J, este foi um concerto na hora certa.

 

Recuperados da estrondosa passagem dos Django Django decidimos descer novamente à estação do Rossio para rever os The Very Best. Escolha acertada já que voltámos a encontrar os ritmos africanos à solta. Quentes ao ponto de estarem de t-shirt e até em tronco nú esta junção Londres - Malawi resulta muito bem em concerto e eleva «MTMTMK», o disco editado este ano, a um nível superior. A entrega e simpatia do grupo destacou-se ainda mais com os elogios que deixaram aos Batida.

 

Nova corrida até ao cinema São Jorge para vermos um pouco dos Efterklang de quem ouvimos vários elogios ao longo da noite de um público cada vez mais atento e informado. A sala estava cheia e confirmou-se que os dinamarqueses têm por cá uma interessante legião de fãs. Foi o concerto mais morno que assistimos mas não podemos dizer que tenha sido uma desilusão. Registámos bons momentos instrumentais e canções em crescendo bem conseguidas. A plateia adorou e acabou de pé a celebrar as músicas do colectivo de Copenhaga.

 

A festa continuou no Ritz Club com Moodymann e no Cabaret Maxime com artistas da editora Enchufada.

O conceito do Vodafone Mexeste está mais que aprovado, duas noites em que a baixa lisboeta ganha ainda mais vida com a circulação de cerca de 10 mil pessoas atentas às novidades musicais e que se despedem dos concertos de 2012 da melhor maneira. Balanço muito positivo com as passagens de Alt-Je Django Django a contarem directamente para o topo das listas de melhores concertos do ano.

 

T: João Gonçalves

in Disco Digital

Michael Kiwanuka, Django Django e The 2 Bears no Vodafone Mexefest

O festival de música Vodafone Mexefest regressa a Lisboa, nos dias 7 e 8 de Dezembro, para revelar novas tendências e fazer mexer a cidade com o melhor da nova música nacional e internacional.

 

Os primeiros nomes do cartaz deste ano são Michael Kiwanuka, Django Django, Gala Drop, Escort e The 2 Bears. A restante programação será conhecida muito brevemente.

 

Os bilhetes para o Vodafone Mexefest mantêm-se nos 40 euros e dão acesso a todos os concertos dos dois dias do festival, em todas as salas.

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