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Grandes Sons

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Grandes Sons

DJ Shadow elogia Orelha Negra

DJ Shadow classificou o álbum de estreia do colectivo Orelha Negra como «muito sólido» e «cheio de soul».

No Twitter, o produtor deixou no ar a possibilidade de tocar o disco na rádio da sua página oficial. O disco foi entregue a Shadow pelos Orelha Negra na noite em que ambos actuaram no Sudoeste.

O supergrupo português actua a 28 deste mês na sala 1 do Cinema São Jorge. Nas lojas FNAC de Lisboa, está disponível um pack com ingresso e álbum pelo preço de 9,99 euros.

Os Orelha Negra estão também nomeados para o Best Portuguese Act da MTV.

 

in Disco Digital

DJ Shadow Oferece 2 Temas

 

 

DJ Shadow "Def Surrounds Us" b/w "I've Been Trying" Single
The first new music to emerge from Shadow's as-yet-untitled 2011 album. "Def Surrounds Us" is an electro/dubstep/dnb-inspired epic that manages to deliver more than the sum of its influences; "I've Been Trying" is an intricately-crafted, soulful jam that goes down like molasses. Both are beasts, and both are classic Shadow. Free download for 24 hours.

 

Immediate download of 2-track album in your choice of 320k mp3, FLAC, or just about any other format you could possibly desire.

Free Download

Entrevista com DJ Shadow: Sair da sombra


Por: Davide Pinheiro - Disco Digital


De passagem pelo Sudoeste, DJ Shadow mostrou memória de elefante em entrevista ao Disco Digital e abordou ainda a importância que os DJs assumem para os consumidores de festivais.


Desde que esteve em Portugal pela última vez, com um grupo de rappers ligados ao crunk, passou muito tempo…


Sim, eram outros tempos. Lembro-me que só fizemos cinco concertos e esse foi o primeiro. Recordo-me também que estive no Sudoeste em 1999. Poucas pessoas se devem lembrar. Toquei num palco pequeno. Também foi a primeira actuação dessa digressão. Nunca sabemos como vai correr mas lembro-me que recebi alguns aplausos no fim. Fiquei contente.

 

E agora tem um novo espectáculo. De novo…


Sim, mas já estamos mesmo no fim desta «volta». Agora, quero afinar ainda mais o espectáculo e voltar aos EUA para mais algumas datas.

 

É um teste?


É um teste. Há novas canções que ainda não sairam. Foi difícil preparar esta digressão porque cada noite correspondia a um público e a um contexto distintos. Por exemplo, no Festival Wireless, encontrei um público muito vasto e exigente. Na Polónia, toquei num clube para 300 pessoas muito entusiastas. Algumas conheciam a música, outras não. Em França, fui cabeça-de-cartaz num festival para jovens que já estavam muito bêbedos. Não creio que soubessem quem era mas acabou por ser divertido. Creio que lhes dei o que eles esperavam.

 

Vê nesse público mais jovem um interesse crescente em canções e não necessariamente em álbuns, além de um grande adoração da cultura DJ?


Creio que sempre foi assim. Num festival, as pessoas olham para o alinhamento, vêem os nomes dos DJs e escolhem. A grande maioria vai apenas à procura de dançar. Isso foi algo que eu aprendi ao longo dos anos. Se vais tocar num festival, tens que tocar música para as pessoas se mexerem. Não sou um artista de dança mas estou consciente dessa necessidade do público e adapto-me.

 

Que faixas não dispensa no alinhamento?


Toda a música que toco é da minha autoria mas também tenho remisturas e produções na área do drum`n`bass.

 

Porque é que, de repente, toda a gente passou a querer ser DJ?


Isso faz-me lembrar o que se passou há uns dez anos. Por vezes, perguntam-me o que é necessário fazer para se construer uma carreira de DJ. Respondo sempre: ter uma identidade. Não tentem soar como outra pessoa. Para quem está a começar, não vale a pena tentar ser um David Guetta ou um Deadmau5. Esses já existem. Por isso, o que importa é fazer algo novo. É disso que a cena DJ precisa.

 

O que é que tem feito nos últimos tempos. Para fora, fica a ideia de que se retirou…


Passei um ano em digressão com o álbum «The Outsider» e outro com o Cut Chemist, com quem fiz um disco chamado «The Hard Sell». Estive na Ásia a dar concertos, gravei música nova e participei no «DJ Hero». Estive sempre activo mas não gosto de estar constantemente a falar com a imprensa quando não tenho nada para dizer.

 

Como é que descreveria essa música nova que ainda não editou?


Digamos que o «Entroducing» era apenas eu no estúdio. Depois, quis colaborar num projecto diferente e juntei-me aos Unkle. A seguir, quis voltar à ideia inicial e fiz o «The Private Press». Quando voltei a querer trabalhar com outras pessoas, surgiu o «The Outsider». E agora, sou apenas eu em estúdio. De novo. Tanto os Unkle como o «The Outsider» são projectos paralelos enquanto que os outros reflectem mais aquilo que sou.

 

Enquanto DJ, o que é que lhe tem dado prazer ouvir?


Como não sou DJ residente, não necessito de ter um top. Posso pegar num disco qualquer e levá-lo para o quarto. Os tops não me dizem nada, por isso sugiro que oiçam a Shadow Radio no meu site oficial.

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