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Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

Dave Matthews e Tim Reynolds Passam Pelos Coliseus de Lisboa e Porto

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 Na próxima primavera os fãs dos Dave Matthews Band terão uma rara oportunidade de testemunhar ao vivo a química especial entre Dave Matthews e Tim Reynolds,  numa digressão que passará pelas mais intimistas salas europeias. Em Portugal, a dupla actuará dia 10 de abril no Coliseu de Lisboa e no dia seguinte, 11 de abril, no Coliseu do Porto.

Durante estes concertos acústicos Matthews e Reynolds irão descortinar a essência de cada música, bem como revelar a sua história. A digressão arranca com duas noites na emblemática sala Londrina Eventim Apollo nos dias 21 e 22 de março. “An Evening with Dave Matthews & Tim Reynolds" passará por 14 cidades, com início no Reino Unido, Irlanda, Holanda, Dinamarca, Alemanha, Áustria, República Checa, Itália, terminando em Portugal, com dois concertos nos Coliseus.

Os fãs terão acesso a uma pré-venda especial já a partir de amanhã, através do clube de fãs official http://www.warehouse.davematthewsband.com/. A venda geral ao público terá início dia 24 de outubro nos locais habituais e em everythingisnew.pt.

Biffy Clyro no Coliseu de Lisboa em Janeiro

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Biffy Clyro, a banda de rock escocesa, traz a Portugal o novo álbum de estúdio “Ellipsis”, editado no passado dia 08 de julho. O trio que actuou na 10.ª edição do NOS Alive, um dia antes da revelação do disco aos fãs, apresenta dia 27 de janeiro o novo trabalho de estúdio com um concerto em nome próprio, no Coliseu de Lisboa.

António Zambujo e Miguel Araújo - Fui colher uma romã (Coliseu do Porto)

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Depois da adaptação do nordestino «No Rancho Fundo», é a vez de «Fui Colher Uma Romã». A canção é uma tradicional moda do Alentejo. 

António Zambujo e Miguel Araújo regressam este mês aos Coliseus, e terminam a aventura nas suas cidades natais: Beja (Teatro Pax Julia, em Outubro) e Maia (data a anunciar brevemente).

«Fui Colher Uma Romã» é apresentado em vídeo para assinalar o regresso aos coliseus:

 

Fat Freddy's Drop no Coliseu dos Recreios: Oceano Pacifico

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Os Fat Freddy's Drop regressaram a Portugal para mostrar o seu mais recente disco, «Bays», e voltaram a encontrar um Coliseu dos Recreios cheio de seguidores entusiastas. O resultado só podia ser positivo: mais de duas horas de harmonia perfeita entre palco e plateia.

A banda neozelandesa soube criar laços afectivos com o público português nos últimos dez anos com passagens marcantes por diferentes palcos. Apresentaram-se em 2006 no Algarve Summer Fest e depois foram voltando para tocarem noutros festivais, como o Sumol Summer Fest, o Sudoeste, tendo atingido as melhores apresentações em nome próprio no Pavilhão da Quinta dos Lombos e, ultimamente, na sala do Coliseu dos Recreios em Lisboa. 

Já tinham encerrado a digressão de «Blackbird» aqui, voltaram a escolher Lisboa para o final desta tour dedicada a «Bays», a maior pelo continente Europeu.


Nenhuma surpresa em vermos o Coliseu cheio pelas 21h00 de uma terça feira invernosa; o público sabe bem do potencial dos Fat Freddy's Drop em palco. Nunca desiludem ao vivo e como conseguem sempre manter o nível elevado nos trabalhos de estúdio, a chama continua sempre bem acesa. O mérito é da banda, conseguem continuar a cativar quem já os viu várias vezes e, ao mesmo tempo, renovam o seu público mantendo a média de idades da plateia bem jovem.

Foram cerca de duas horas e um quarto de concerto com acentuação forte no novo disco, já totalmente absorvido pelos fãs. Temas como «Slings and Arrows», que abriu a noite, ou «10 Feet Tall» foram dos mais celebrados, o que mostra a aprovação popular por «Bays». 

Mais passagens por «Blackbird» do que por «Dr. Boondigga & The Big BW», sempre em alta voltagem. A recuperação do antigo e épico «Based on a True Story» ficou para a recta final e contemplou «This Room», «Wandering Eye» que sucederam a «Roady». Só faltou «Earnie».

Se tivéssemos que escolher uma canção para explicar o que é a celebração de assistir ao vivo a um concerto dos Fat Freddy's Drop, escolhíamos «Shiverman», bem aparecida antes do encore. São mais de dez gloriosos minutos em crescendo instrumental com uma batida hipnotizante. O baixo obriga-nos a bater o pé, a letra é repetitiva e instala-se na mente, sentimos a música a crescer entre todos para um encontro vocal colectivo em que todo o coliseu canta: «Shake that shiverman loose» em repetição até à épica explosão da secção de sopros, com o irreverente Hopepa à cabeça como é habitual.

Continuem a criar discos com o mesmo valor e teremos os Fat Freddy's Drop sempre como uma referência segura nas passagens pelos palcos nacionais. Até à próxima.

 

João Gonçalves

 in Disco Digital

 

Patti Smith no Coliseu dos Recreios: Elevador da Glória

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Um disco tem de ser muito icónico para sobreviver quarenta anos e continuar a mexer com multidões. Uma artista tem que ser muito genuína e militante para estar perto dos 70 anos e ter um Coliseu cheio numa segunda-feira à noite à sua espera para celebrar a força do rock. Patti Smith e «Horses» são dois marcos da história da música que temos a felicidade de poder testemunhar ao vivo em 2015.

O reencontro está marcado para a mesma sala onde, em 2007, se viveu uma grande noite de rock. Já este ano, Patti Smith levou este alinhamento ao Porto no NOS Primavera Sound. Não se podendo falar em efeito surpresa, a verdade é que quando a cantora está em palco há uma energia incrivelmente poderosa no ar. Comparando com a sua última passagem pelo Coliseu de Lisboa há que dizer que estão mais pessoas. Há mais turistas, há mais gente nova e há, claro, os seguidores de sempre. A plateia há oitos anos era sentada, desta vez não havia cadeiras e estava cheia. 

 

O momento era solene, ouvir um dos discos mais emblemáticos dos anos 70 de uma ponta à outra com a sua autora revigorada e Lenny Kaye ao seu lado é arrepiante. Um concerto a pedir que absorvamos todas as canções, todos os seus pormenores, todas as mensagens de Patti, todos os momentos. Talvez por isso, sentimos um regresso ao passado em que as plateias não eram caracterizadas por luzes constantes de smartphones no ar. A grande maioria dos presentes no Coliseu preferiu guardar a experiência na memória cerebral em vez da virtual. 

É este o poder das músicas de Horses. O alinhamento respeitou a ordem do álbum e por isso não constitui qualquer surpresa entre as interpretações de «Gloria» e «Elegia».

 

A intensidade, a entrega e as dedicatórias no meio é que cativaram e emocionaram o público. Patti Smith é agradecida e tem memória, não esquece os seus ideais e mantém as suas convicções. Evoca os nomes dos amigos e ídolos que já partiram, deJimmy Hendrix, a Jim Morrisson, dos Ramones a Amy Winehouse, do companheiro Fred «Sonic» Smith a Tom Verlaine, de Lou Reed a Kurt Cobain. Todos recordados com carinho pelo público que aplaudiu cada nome citado.

 

A maneira autêntica como Patti Smith passa por «Redondo Beach», «Kimberly» ou «Land», só para mencionar alguns momentos, é comovente. Percebemos que o que admiramos nela é a sua capacidade para ser naturalmente punk, as cuspidelas para o chão e as exaltações vocais não enganam, e ao mesmo tempo hippie, as mensagens de mudar o mundo continuam a soar sinceras.

É entre o punk e o hippie que o rock de Patti Smith desagua em viagens poéticas, elogios cantados à cidade de Lisboa e em improvisos.

 

Para a despedida a banda preparou um incrível medley dos The Velvet Underground. Com Lenny Kaye ao comando, sem Patti em palco, e os músicos vestidos discretamente a preto e branco, houve uma viagem ao passado que nos levou o mais perto possível dos lendários clubes de Nova Iorque como o Max's Kansas City. A rápida sucessão de «Rock & Roll» / «I'm Waiting For My Man»/«White Light, White Heat» foi esmagadora.

Como se ainda não bastasse, Patti Smith regressou sorridente e ofereceu mais três clássicos, «Beneath the Southern Cross», «Because The Night» e «People Have The Power». Este último momento fez mais pelas convicções pessoais e políticas do que qualquer comício de qualquer partido em campanha eleitoral. O cunho pessoal de Patti esteve sempre presente, recordou Fernando Pessoa e dedicou o hino «Because The Night» ao falecido pai dos seus filhos. Tudo de maneira natural, nada forçado.

 

A despedida fez-se com uma grande versão de «My Generation» dos The Who. Terminou com Patti a partir as cordas de uma guitarra, qual punk aguerrida, para depois a beijar com a ternura de uma hippie.

Um privilégio assistir a um concerto assim.
 
 
Texto: João Gonçalves
Foto: Leonor Fonseca
in: Disco Digital

Hozier no Coliseu em Janeiro

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O cantautor irlandês Hozier irá visitar Portugal para um concerto no Coliseu dos Recreios no próximo dia 16 de Janeiro. 

Hozier lançou o seu disco de estreia, homónimo, em 2014 e recebeu o reconhecimento do público graças a “Take me Church”. O tema tornou-se viral no Youtube, com mais de 250 milhões de visualizações, tendo sido nomeado em 2015 para o Grammy na categoria “Canção do Ano”.

Este ano foi um ano em grande para Andrew Hozier-Byrne, tendo também actuado nos mais prestigiados festivais do mundo, como Coachella e Glastonbury.

No início de 2016, Hozier irá mostrar todo o seu talento ao vivo num concerto único no Coliseu de Lisboa. 

Plateia em pé/ Geral/ Galeria de pé * 28€
Camarote 1ª Frente * 35€
Camarote 1ª Lado * 30€
Camarote 2ª Frente * 30€
Camarote 2ª Lado * 28€

Belle and Sebastian dia 12 de novembro no Coliseu de Lisboa

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A banda escocesa Belle and Sebastian vai subir ao palco do Coliseu de Lisboa, dia 12 de novembro, para um concerto em nome próprio. O grupo liderado por Stuart Murdoch irá apresentar o mais recente disco de originais “Girls in Peacetime Want to Dance”, editado no passado mês de janeiro.

Plateia 1 a D * 45,00 Euros
Plateia E a O * 35,00 Euros
Plateia P a Z * 30,00 Euros
Balcão * 25,00 Euros
Camarote 1.ª Frente * 35,00 Euros
Camarote 1.ª Lado * 25,00 Euros
Camarote 2.ª Frente * 30,00 Euros
Camarote 2.ª Lado * 23,00 Euros
Galeria de pé * 18,00 Euros

Royal Blood a 2 de Abril e no Coliseu dos Recreios

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 O concerto da banda de Brighton já tem nova data marcada. Os Royal Blood vão atuar no próximo dia 02 de abril, no Coliseu de Lisboa, com um espetáculo único em Portugal no ano de 2015. O concerto que se iria realizar no Armazém F passa para o Coliseu de Lisboa devido à grande procura por parte do público e ao facto do concerto encontrar-se esgotado.

 

Bilhetes para o concerto que teria lugar no Armazém F, no passado dia 22 de novembro, mantêm-se válidos para a nova data, bem como para a nova sala

 

Preço - Plateia em pé * 20,00 Euros

Morrissey Está Entre Nós

 

Hoje contamos ouvir e cantar 'The First of the Gang to Die' e 'You Have Killed Me' (da carreira a solo) ou 'Please, Please, Please Let Me Get What I Want' e 'There is A Light That Never Goes Out' (temas dos Smiths que interpreta sem pudores). O recinto está praticamente esgotado, o que não aconteceu há dois anos no Hipódromo de Cascais e o espectáculo no Coliseu dos Recreios marca o início da digressão do recentemente editado World Peace Is None of Your Business. Morrissey deve-nos um grande concerto mesmo que ele se esteja nas tintas para isso. Pode ser que os passeios de fim de semana por Lisboa o tenham inspirado.

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