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Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

Optimus Alive, Dia 3: Cabeças de génio

T Davide Pinheiro e João Gonçalves F Luís Martins


Final de festa épico em Algés com um terceiro dia de festival memorável tanto pelo excelente concerto dos Radiohead, como pela riqueza sociológica no recinto. A maior enchente alguma vez registada no Optimus Alive ganhou um reforço nos termómetros que trouxe enfim o verão português até ao imenso público (e imprensa) estrangeiros que acabaram completamente rendidos.

 

Ao sexto ano, o Optimus Alive apostou forte na internacionalização, sobretudo junto dos britânicos, e o resultado não podia ter sido melhor. A imprensa inglesa não se cansa de elogiar e além do natural destaque ao cartaz, realçou a boa impressão dos concertos de PAUS e Buraka Som Sistema, só para citar bandas portuguesas. A invasão de público estrangeiro, maioritariamente espanhol e britânico, foi pacifica; no Alive a troika estrangeira trouxe divisas para a economia local, a título directo e indirecta. Não foi coisa pouca esta dinâmica; o Optimus Alive foi um acontecimento local à escala de uma competição desportiva de grande porte, capaz de parar a cidade. 

Apesar de algumas pontuais opiniões menos satisfeitas pelo alinhamento de abstracção à frente dos Radiohead, percebeu-se que mais de 50 mil pessoas não foram ao engano neste reencontro com uma banda há quase uma década ausente de palcos portugueses. A grande maioria estava disponível para coordenadas experimentais e electrónicas que a banda abraçou pós-«OK Computer». Estavam reunidas as condições para um concerto memorável e a banda não desperdiçou a oportunidade recusando facilitismos e demonstrando que o trágico acidente no Canadá onde morreu um técnico de som no mês passado já está ultrapassado.

Em Lisboa, a noite foi de celebração e - promessa feita pelo próprio Thom Yorke - de reencontro mais rápido do que estes dez anos que separaram os concertos dos coliseus e o desta noite. A primeira parte do concerto foi marcada pelas canções de «In Rainbows» e «King of Limbs», com sobriedade mas sem empolgamento. Quando revisitaram «Kid A» e «Amnesiac» interpretando «Everything in Its Right Place», «Idioteque», «Pyramid Song» ou «I Might Be Wrong», por exemplo, a comunhão entre plateia e palco foi arrepiante. Momentos só superados pelo regresso a «OK Computer» com versões arrasadoras de «Exit Music (for a Film)», «Climbing Up the Walls» e o ponto alto da noite com o superior «Paranoid Android» já no primeiro encore. Concerto inesquecível com os Radiohead a justificarem todo o favoritismo que os apontava como a banda a não perder na temporada de festivais deste ano para o qual contribuiu também uma exigência visual que atesta de bom gosto e rigor a cada momento. 

Apesar de ser sido dos Radiohead o concerto que marcou este último dia de Alive, o buffet foi mais rico que nos anteriores.

No palco maior, os PAUS abriram o dia e aproveitaram a lotação impressionantemente precoce no recinto para contagiarem a plateia com um rock rítmico e musculado, sustentado na força das duas baterias de Hélio Morais e Joaquim Albergaria. As consequências foram dois momentos de crowdsurf e elogios do NME

Bem que Caribou e os Kooks podiam ter trocado os seus horários de actuação. O canadiano Daniel Snaith teria ganho mais ambiente em tocar ao anoitecer ou noutro palco porque apesar de um belo concerto que passou algo despercebido à luz do dia, hipnótico e transcendente, só ganhou a dimensão merecida quando «Odessa» foi reconhecida pelos milhares de jogadores de FIFA `11.

Já os Kooks agradaram às fãs das primeiras filas e pouco mais. Uma passagem que não deixa grandes recordações mostrando que o fenómeno de 2005, ano do disco de estreia, já lá vai. Bem menos apelativos que no ano passado no Meco. 

O palco Optimus Clubbing deu espaço desde cedo aos portugueses que beneficiaram da tal enchente no recinto receber sempre o calor do público. Primeiro foram os Laia, que continuam a mostrar o seu muito recomendável segundo disco «Sogra» seguidos de Best Youth e Márcia. Esta última apresentou-se tímida e com pouca adrenalina, apesar de muitos fãs.

Os caso mais sérios deste festival - à parte os Radiohead - vieram do Palco Heineken que deu continuidade à tradição de um festival dentro do festival num espaço que já não se pode apelidar de secundário. A tenda esteve quase sempre cheia, em alguns casos a transbordar pelas costumas, o que se traduziu em entusiasmo permanente. Nesta último dia coube às Warpaint confirmarem o estatuto positivo que conquistaram há um ano em Paredes de Coura continuando a fazer render o excelente disco de estreia «The Fool».

Antes já o inglês Miles Kane, companheiro de Alex Turner nos The Last Sadow Puppets, tinha marcado pontos com um vigoroso concerto que ligou bem com a boa onda com que o americano Eli «Paperboy» Reed tinha aberto a tarde. O primeiro, uma espécie de David Bowie a cantar Rolling Stones com fisionomia inspirada em Liam Gallagher, é uma espécie de bife ensanguentado, que recupera o rock clássico inglês com a sapiência de um veterano. Não é tão melancólico como nos Last Shadow Puppets nem tão duro como nos Rascals; o meio termo fica-lhe muito bem. Excelente estreia.

Se a passagem dos Maccabees foi discreta, a dos Mazzy Star foi trágica. Além do som desastroso, o que se viu foi uma banda deslaçada em regime de ensaio com Hope Sandoval a olhar para os músicos como quem lhes diz «o que é que estão a fazer»?. Um desastre que acabou no lugar mais alto do pódio de piores concertos do Alive em que Miúda foi segunda e os Awolnation terceiros. Felizmente, apenas excepções dentro de uma regra de qualidade.

O melhor estaria reservado para o after dos Radiohead. Uma espécie de prolongamento emotivo com três concertos com casa cheia e alta te(n)são.

O dubstep melódico de SBTRKT ganhou muitos seguidores com um MC e cantor fabuloso e uma epifania gerada em «Wildfire». Os The Kills da agora loura Alison «VV» Mosshart e do carismático Jamie «Hotel» Hince vieram muito a tempo de entrar para a parte de cima da tabela de melhores concertos deste Alive contando com um curioso episódio que ficará na memória dos presentes: a vocalista interrompeu o concerto ao ver um fã desmaiado, imediatamente pediu ajuda e só retomou quando o assistiram. Dedicou-lhe a reconfortante canção «The Last Goodbye» e acabou visivelmente emocionada com tanto carinho vindo do público. Marcante.

Para encerrar de vez o Alive 2012 vieram os londrinos Metronomy com um final de festa apoiado pelos milhares de resistentes que ficaram até ao fim a dançar as canções do muito aclamado disco «The English Riviera» editado no ano passado de onde se destaca a brilhante «She Wants».

 

in Disco Digital

Optimus Alive, dia 2: A cura deu sono

T Davide Pinheiro e João Gonçalves F Luís Martins


O concerto tamanho XXL dos Cure não resultou. Tricky criou a sensação mas a noite foi de Mumford and Sons, Katy B, James Murphy com Pat Mahoney e Blasted Mechanism. Nova enchente no Optimus Alive sem concertos memoráveis mas com perto de 55 mil pessoas demonstraram a maturidade que o festival atingiu.

 

Das duas uma: ou num dia, os milhares de ingleses presentes aprenderam a falar espanhol ou a afluência britânica foi menor em comparação com a véspera. Ouviu-se falar sobretudo castelhano, apesar da renovação de votos na selecção inglesas com três bandas londrinas e ainda os veteranos The Cure. 

Estatuto e catálogo de Robert Smith legitimam os Cure a dar um concerto que, em teoria, só faria sentido em nome próprio. Num alinhamento muito similar ao de há quatro anos no Pavilhão Atlântico, uma noite de revivalismo memorável, a prática traiu a fórmula e as três horas traduzidas em 36 canções tornaram-se penosas. 

A banda pode defender-se com o facto de ainda ter fãs do tempo em que havia tribos e uma raiz sociocultura que superava largamente a estética e os símbolos visuais, mas apesar de esses terem sido recompensados, ao comum mortal digerir um alinhamento tão extenso é quase como ser atropelado por uma manada de elefantes.

Apesar de pouco comparáveis, os Cure sofrem do mesmo mal que os Stone Roses: um envelhecimento complicado que não termina apenas na decadência pélvica de Robert Smith (e nos muitos quilos em excesso) como na incapacidade da maioria das canções em sobreviver sem rugas.

É verdade que o culto que os suporta se refere basicamente a nostalgia mas não chega para tanto tempo. Tal como a banda de Ian Brown, também os Cure cumpriram com a sua parte. Tocaram o que tinham a tocar, escolheram canções para todos os tipos de público, do barreirense ao que ouve a M80 a caminho do trabalho, com competência. Deles pode dizer-se que são um caso de resistência física mas todos esses factores não anulam o mais importante.

Essa transversalidade era muito facilmente desmontável: poucos góticos, alguns sósias de Robert Smith pelo recinto e, principalmente, um envelhecimento da população do festival, provocada pela terceira maior banda sobrevivente dos anos. 

O concerto foi entediante e obrigou a fugir para outras paragens como, por exemplo, o palco Heineken onde Katy B mostrou doçura e uma voz afinadíssima a cantor sobre ritmos drum´n´bass, mais, mas também clássicos como«Show Me Love» e «Bonkers».

Katy B é uma espécie de Joss Stone da cultura de rua, uma «queridinha» de sorriso sincero, capaz de ser uma intérprete de primeira água  e um doce no trato. O álbum «On a Mission» não é extraordinário mas também no tema-título e em «Lights On» canções com a força necessária para grandes palcos. Foram essas que terminaram o concerto.

Antes, Tricky proporcionou o momento da noite o que é diferente de dizer que se tratou de uma apresentação perfeita. Não foi, longe disso, brilhante sobretudo para quem tem antecedentes e um cadastro com uma noite memoravel no Coliseu e outras terríveis na mesma sala lisboeta.

O filho do trip hop é ele mais hoje uma espécie de entidade divina que delega funções à banda. As vozes são asseguradas por uma nova cantora de quem todos queriam obter o número de telemóvel e não apenas para a ouvir. O papel de Tricky é sobretudo de representação, de encarnação de um mito que este sábado reforçou essa posição ao convidar cem miúdos para o palco durante uma versão dopada de «Ace of Spades». O final seria parecido mas, ao durante, faltou mais do que a criação de um acontecimento. Tricky não pode ser apenas um eterno adolescente em fase terminal de lucidez; precisa de ter mais música para sustentar a persona.

Do trio britânico formado por Morcheeba, Mumford and Sons e Noah and the Whale, apenas os segundos corresponderam às expectativas. Os primeiros falharam na adaptação ao contexto apesar da gracinha que foi Sky Edwards ter cantado «You Got The Love» em versão Florence + The Machine.

Se os Noah and the Whale não aqueceram nem arrefeceram, o mesmo não se pode dizer dos Mumford and Sons, um dos grandes triunfadores da noite a pedir regresso para breve e já com o segundo álbum devidamente ouvido. Foi um picnic perfeito para desligar a luz do dia e entrar na noite com uns Morcheeba fora de época. 

O caso mais bizarro foi, porém, o dos Awolnation, banda de electrónica experimental que se fez apresentar em formato rock FM, algures entre os Bush e os Slipknot com falsetos e subgreves. O que é que era aquilo? A equipa B? Assustador.

Antes da invasão londrina no palco principal, André Tentúgal abriu o dia mostrando-se melhor do que em disco, o que também não é difícil. «(Time) Better Notstop» foi o primeiro vírus a espalhar-se pelo público e a citação a Sade está muito, muito boa.

A festa acabou com James Murphy bem mais consistente na dinâmica de uma selecção voltada para o disco do que no Super Bock Super Rock, provavelmente devido à companhia de Pat Mahoney. O efeito LMFAO foi repetido pelos Blasted Mechanism, uma banda que apesar da comparação é mais séria que fez a festa para gravar o DVD. E «The Atom Bride Theme» continua a soar tão potente agora como há quinze anos.

 
in Disco Digital

Optimus Alive, dia 1: A noite dos party rockers

T Davide Pinheiro e João Gonçalves F Luís Martins


Os grandes vencedores da primeira noite do Optimus Alive foram aqueles que disparam os foguetes: Justice, Buraka Som Sistema, Santigold e, cruzes credo, os LMFAO. Os Stone Roses foram iguais a si próprios a jogar em casa emprestada.

 

Nem era necessário chegar ao pórtico de entrada do Optimus Alive para se respirar festival. Gente a rodos, nacionalidades por decifrar, dialectos opacos e uma das grandes invenções divinas, os maravilhosos calções de ganga que se seguram como fruta da época daquelas que sabem que um happening com esta dimensão exige um traje de respeito. Ou falta dele.

Enquanto manifestação social com a música como pretexto (ou será o inverso?), o Optimus Alive viveu uma das suas melhores noites e a prova dos nove é simples de tirar. Sem ter havido um concerto estrondoso, com excepção dos Buraka Som Sistema, não houve lenços brancos de descontentamento; é seguro dizer que toda a gente encontrou o seu pedaço de satisfação no recinto agora alargado.

Estariam entre a 40 a 45 mil pessoas, números que serão batidos este sábado e domingo, mas mesmo assim o trânsito entre palcos esteve largamente congestionado o que diz bem do turbilhão de acontecimentos que se iam sucedendo na agenda diária. Desses, destacaram-se Justice, Buraka Som Sistema, Santigold e os LMFAO.

Os primeiros eram segundos cabeças-de-cartaz, hierarquicamente inferiores aos Stone Roses devido ao peso histórico, mas mais avançados no relógio para criarem uma dinâmica de after proporcionada por uma estética de rock´n´roll produzida maioritariamente por software.

Aos Justice, pedia-se que se aproximassem de uns Chemical Brothers ou de uns Daft Punk, mestres das canções electrónica e de live acts gloriosos que mais parecem viagens numa cápsula. A dupla francesa bem que se chegou ao nível destes mas ainda está uns furos abaixo na construção de um espectáculo que musicalmente parte apenas e só de duas mesas de mistura.

Visualmente, é grandioso com a recriação de um cenário à Kiss em que dezenas de amplificadores Marshall suportam jogos de luzes criativos. O som é estrondoso e as misturas raramente decalcam os originais mas ainda é um concerto incompleto para um palco tão grande. Foi bom mas ainda não são mestrados no género. Deu, contudo, para estremecer o chão.

Os Buraka Som Sistema terminaram praticamente com os Justice a arrancar com o seu live act e o concerto da banda portuguesa com mais internacionalizações da selecção actual foi um dos mais arrasadores que já se viu alguma vez no segundo palco do Optimus Alive.

O público transbordava a tenda e transformava-se perante canções como «Hangover (BaBaBa)», «Yah» e «Wegue Wegue» com danças improvisadas em que pouco importava a técnica e o jeito. Uma actuação suada de pleno domínio de jogo em que toda a quilometragem adquirida nos últimos foi posta em prática. 

Do ponto de vista do espectáculo, os Buraka Som Sistema estão num patamar muito acima da média portuguesa e perfeitamente à altura daqueles que mais milhas acumularam nos cartões das companhias aéreas. Uma noite simplesmente inesquecível.

Quem também saiu vitoriosa foi Santigold, capaz de dissivar as dúvidas por um segundo álbum confuso e por um primeiro concerto em Portugal, no já longínquo Super Bock em Stock de 2008, que então pecou pela pouca maturidade.

Desta vez, tudo resultou em pleno mas na conclusão vitoriosa o factor do alinhamento foi essencial: à segunda canção, avançar para«L.E.S. Artistes» e terminar com «Disparate Youth», a fazer a ponte para os Buraka Som Sistema foi uma táctica inteligente que lhe valeu o recuperar de parte do estatuto perdido. Pelo menos, por cá.

E antes, os LMFAO divertiram e divertiram-se à grande com hinos de party rock que deixaram o povo em delírio. Goste-se ou não, há que reconhecer o fenómeno do grupo americano que, vendo bem, só podia ser de Los Angeles. Atiraram os  foguetes, apanharam as canas e fizeram a festa que nem uns patrões. O que é que se pode pedir mais?

Se no palco Heineken, a superação foi permanente, no palco e fora dele, no palco Optimus as bandas estiveram iguais a si próprias com todas as virtudes e defeitos que isso possa representar. Já falámos dos Justice mas é impossível contornar os Stone Roses, um nome que não fazia falta nenhuma no presente e que só esteve no Optimus Alive pela aposta num cartaz de perfil britânico.

A ideia foi óptima para o promotor; os Stone Roses são, realmente, muito grandes no Reino Unido. Tanto que estavam a jogar em casa emprestada já que as primeiras filas eram praticamente constituídas por conterrâneos e quando Ian Brown desceu do palco para se aproximar do público, foi o delírio.

Não foi um grande concerto porque os Stone Roses são apenas aquilo que são; uma banda que gravou um álbum quase seminal, o primeiro, do qual nasceram canções que viriam a ser a antecâmara da britpop mas que estão a passar muitas dificuldades na hora de envelhecer. Sobretudo em palco. Ian Brown nunca foi um cantor e essa questão jamais será resolvida mas o problema maior é mesmo o envelhecimento.

Homens perto da casa dos 50 anos, já não têm o fulgor de outras primaveras e a grandeza do festival pareceu sempre demasiado grande para quatro músicos que, do ponto de vista instrumental, são inatacáveis. A realidade dos Stone Roses é, porém, outra: todo o seu imaginário «bife» é difícil de trincar quando atravessado o Canal da Mancha. No Optimus Alive explicaram porquê sem terem sido medíocres. Mas brilhantismo também não houve apesar da entrada triunfal com «I Wanna Be Adored», de um lindíssimo «Made of Stone» e de um sónico «Fool´s Gold» em versão doze polegadas. Pouco, apesar de tudo.

Antes já os Snow Patrol tinham elevado a fasquia em relação aos álbuns por serem praticantes de um som de estádio apreendido nas aulas com U2 e Coldplay. Refused e Danko Jones foram iguais a si mesmos, talvez demasiado agressivos para a hora dos ponteiros. No palco Heineken, as Dum Dum Girls não impressionaram, os Death In Vegas optaram pelo registo abstraccionista e psicadélico dos mais recentes discos mas a grande desilusão foi Miúda.

A artista portuguesa que também responde pela banda mostrou fragilidades vocais abaixo dos mínimos exigíveis até para cantar no duche. Que um festival não seja sinónimo de perfeição, tudo bem, mas aquilo que se ouviu em Algés foi demasiado aflitivo para não se notar. Impecavelmente vestida com uns calções curtos, apostou numa pose sedutora mas nem, por aí, funcionou. Ouviu-se uma canção nova, «Chicote», pouco entusiasmante, e as boas pistas deixadas pelo EP também não foram confirmadas. Mãos à obra, pois então. 

 

in Disco Digital


Florence + The Machine Cancelam Concerto no Alive

Informa a Everything is New:

 

Em virtude de um problema nas cordas vocais de Florence Welch, os Florence + The Machine viram-se forçados a cancelar a actuação marcada para dia 14 de Julho no Optimus Alive'12. O problema afecta também o concerto agendado para dia 12 de Julho em Espanha, no Festival Benicàssim.

 

A organização do Optimus Alive deseja recuperação total e rápida a Florence Welch, esperando ter, o mais brevemente possível, a oportunidade de ver ao vivo em Portugal os Florence + The Machine.

Em breve será anunciado o artista que vai ocupar o lugar deixado vago por este cancelamento.

Buraka Som Sistema e Death in Vegas no Optimus Alive

Os Buraka Som Sistema são a nova confirmação para o Optimus Alive.

 

O concerto está marcado para 13 de Julho no palco Heineken. A banda regressa ao festival depois de ter actuado no palco Optimus em 2008 e de ter curado uma noite do espaço electrónica na edição do ano passado.

Os Buraka Som Sistema juntam-se aos já anunciadosAWOLNATION, Big Deal, Caribou, Death in Vegas, Dum Dum Girls, Florence + The Machine, Here We Go Magic, Justice (Live), Katy B, Lisa Hannigan, LMFAO, Lostprophets, Mazzy Star, Metronomy, Miles Kane, MIUDA, Mumford & Sons, PAUS, Radiohead, Refused, SBTRKT, SebastiAn (Live), Snow Patrol, The Antlers, The Cure, The Kills, The Kooks, The Maccabees, The Stone Roses e Warpaint.

 

Preços:

Bilhete Diário 53,00 Euros

Bilhete Diário + Comboio Linha de Cascais 55,00 Euro

Passe 3 Dias (13, 14 e 15 de Julho) 105,00 Euros

Passe 3 Dias (13, 14 e 15 de Julho) + Comboio Linha de Cascais 111,00 Euros

Passe Campismo 3 Dias (13 a 16 de Julho) 16,00 Euros

Refused no Alive

Os altamente influentes e pioneiros Refused estão de volta aos palcos após um interregno de 14 anos e são a mais recente confirmação para o Optimus Alive'12. A banda sueca actua dia 13 de Julho no Palco Optimus.

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