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Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

Festival Alive - Dia 3: Horários

Palco Optimus:
LCD Soundsystem 01:30
Pearl Jam 23:00
Gogol Bordello 21:20
Dropkick Murphys 19:50
Gomez 18:30

Palco Super Bock:
Boys Noize 02:15
Crookers 00:45
Simian Mobile Disco 23:30
Peaches 22:05
The Big Pink 20:45
Miike Snow 19:20
Sean Riley & The Slowriders: 18:05
Girls: 17:00

Palco Optimus Clubbing:
The Bellrays: 01:50
Phoebe Killdeer and the Short Straws 00:45
Micro Audio Waves 23:40
The Legendary Tigerman com: Asia Argento, Maria de Medeiros, Peaches, Rita Redshoes, Lisa Kekaula, Cibelle, Phoebe Killdeer, Becky Lee, Cláudia Efe e Mafalda Nascimento 21:45
Cibelle 20:30
Becky Lee and Drunkfoot 19:30

Optimus Alive! 10 (Dia 2): Andam por aí os putos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No segundo dia do Alive, as histórias mais interessantes foram escritas pelos mais novos, sobretudo aqueles que recorreram à electrónica.

Apesar do cartaz atraente e equilibrado, o segundo dia do Optimus Alive! 10 era claramente o mais fraco, pelo menos a atentar no palco Optimus. E a verdade é que o recinto esteve um pouco menos povoado que na noite anterior, apesar da distribuição homogénea de público entre os palcos.

 

Da brigada dos quarentas, houve contrastes. Os Manic Street Preachers surpreenderam pela frescura com que se apresentaram, conscientes do seu percurso mas sem se esquecerem que um currículo pode não ser suficiente para convencer o público volátil de um festival. O arranque com «Motorcycle Emptiness» não podia ser mais certeiro e o nível manteve-se até ao fim.

 

A luz de fim de tarde podia ter sido um obstáculo a uns Mão Morta ainda a necessitar de rodar um pouco mais as novas canções mas sempre competentes e, por vezes, a roçar o brilhantismo. Tendo em conta a ingratidão do contexto, pode dizer-se que estiveram acima da média das bandas portuguesas que tocam em horário diurno.

 

Os Deftones conseguiram limpar a imagem da última passagem por um festival - Super Bock Super Rock, em 2005 - e, simultaneamente, confirmaram que estão aí para os half pipes de skate. Chino Moreno perdeu uns quilos e os Deftones aproveitaram o embalo que o regresso dos anos 90 lhes deu.

 

O caso dos Skunk Anansie é oposto. O modelo grandioso de rock apresentado está mais que gasto. Skin pode ter presença mas as semelhanças com Luisão do Benfica não contribuem para o sex appeal. É caso para dizer que uma rescisão de contrato com o aeroporto da Portela era muito bem-vinda.

 

O mesmo se aplica aos Jet, apesar dos dois fãs sósias que se passearam em frente ao palco, quais Dupond & Dupont. Quanto às razões pelas quais estiveram presentes no festival, permanecem incógnitas. Mas com tanta coisinha interessante que anda aí, era preciso ir buscar estes Crocodilos Dundee do rock?

 

Nos outros palcos, vingou o sangue novo, em cima do palco e na assistência. O fim da noite trouxe injecções de adrenalina maximal produzidas em doses industriais, primeiro pelos incríveis Bloody Beetroots e depois pelo louco Steve Aoki, que cada vez mais defende a herança familiar de um pai que foi pugilista.

 

Antes destes, o estilo minimal dos Booka Shade desbravou o caminho para o TGV de ruído que se seguiria. E imediatamente antes, Beth não deu o Ditto por não Ditto e repetiu a prestação de há dois anos, com o público a invadir o palco antes de o concerto terminar. A versão de «What`s Love (Got To Do It)» foi a cereja em cima do bolo mesmo sem ter as mesmas pernas de Tina Turner.

 

O selo de qualidade da Enchufada não permitiu abébias. O nível foi muito alto do começo à despedida mas destacaram-se Benga, Sinden e PAUS. Mais importante que destacar um artista, sobressaiu o trabalho de selecção e a bitola alta de uma produtora portuguesa com horizontes largos.

 

jjoaomcgoncalves@gmail.com

marcomoutinho7@yahoo.com.br

Optimus Alive! 10 (Dia 1): Lar da primeira idade

(Foto: Vera Moutinho - Sapo)


Entre o velho e o novo, o Optimus Alive! 10 valeu mais pela ideia coerente e equilibrada de festival do que por um concerto que se destacasse. Um sinal de maturidade.


No primeiro dia da edição mais concorrida das quatro do Optimus Alive, o todo foi superior à soma das partes. Quer isto dizer que mais do que um concerto em particular, o que ficou da noite foi a distribuição quase sempre equitativa de público. Pelo menos, entre os palcos Optimus e Super Bock. Ainda assim, emergiram os Faith No More enquanto banda que mais atenções concentrou e La Roux como a confirmação da noite.

Entre o velho e o novo, não houve grandes surpresas. Os Faith No More replicaram a actuação do ano passado no Sudoeste com a mesma competência mas sem «We Care A Lot» a fechar. Em contrapartida, a fluência do português com sotaque brasileiro/italiano de Mike Patton está quase ao nível de um jogador com dois anos de Liga Orangina. Tal como em 2009, «Evidence» mereceu uma tradução à Planeta Agostini. E nem Cristiano Ronaldo se livrou dos comentários jocosos de um performer que recupera o universo satírico de Frank Zappa sem se dar por isso.

O canal memória do Alive recuperou Alice In Chains, agora com William DuVall, um sósia vocal do falecido Layne Stanley. Ouvi-los de olhos fechados recordará o grunge no seu ponto de ebulição. No palco Optimus, ainda houve Kasabian, Moonspell e Biffy Clyro, todos competentes mas sem surpresas. No caso dos portugueses mais internacionais do universo metaleiro, a ex-vocalista dos Gathering, Anneke Van Giersbergen acrescentou brilho e maquilhagem.

 

A primeira conclusão a tirar do palco Super Bock é que chamar-lhe secundário é uma injustiça tão grande como comparar o Maradona jogador com o treinador. Melhor exemplo: La Roux, capaz de transformar um espaço que se tornou minúsculo numa discoteca à beira-mar plantada. Elly Jackson foi, ao contrário de Florence, uma fiel intérprete de um revelador álbum de estreia. «Bulletproof» e «In It For The Kill» foram pontos altos de um concerto que pede mais.

 

Num plano oposto e inclinado para baixo, os XX só desiludiram aqueles que acreditam numa banda cujo som minimalista é uma defesa para a falta de ideias. A histeria em torno deste colectivo viral - a assistência transbordou em muitos metros o perímetro do palco - é proporcional à escassez de criatividade em palco. E basta pensar que o alinhamento foi igualzinho ao da Aula Magna para se comprovar que a pressão colocada sobre os XX é exagerada. Os Nouvelle Vague e o Gotan Project já passaram por isto antes de se tornarem bandas para dependentes bancários.

Ainda houve tempo para a «esganiçada Florence», a Celine Dion da cena indie, também ela a gerar o delírio nas hostes e a provocar irritação pélvica em quem insiste em manter os ouvidos imunes a campanhas de marketing espontâneas e populares vindas do Facebook. Um pouco mais velho, Devendra Banhart está mais solto embora eternamente defensor das trovas românticas. Dir-se-ia que Cristo desceu à Terra e deixou de frequentar a ZDB. The Drums, Local Natives e a selecção de Tiga justificaram o cachet.

 

jjoaomcgoncalves@gmail.com

marcomoutinho7@yahoo.com.br

Festival Alive - Dia 2: Horários

Palco Optimus:
Deftones 0:30
Skunk Anansie 22:50
Manic Street Preachers 21:10
Mão Morta 19:50
JET 18:30

Palco Super Bock:
Steve Aoki 02:00
Bloody Beetroots Death Crew 77 00:55
Booka Shade 23:20
Gossip 21:55
New Young Pony Club 20:35
The Maccabees 19:20
Holly Ghost! 18:10
Hurts 17:00

Palco Optimus Clubbing:
Enchufada Showcase:
Benga 01:00
Buraka Som Sistema (DJ set) 00:00
Sinden 23:00
Octa Push (live) 22:05
Zombies For Money 20:50
PAUS (live) 19:55
Macacos do Chinês (DJ set) 18:40

Alive! Dia 1 - Horários

 

Palco Optimus:
Faith no More 0:30
Kasabian 22:50
Alice in Chains 21:10
Moonspell 19:50
Biffy Clyro 18:39

Palco Super Bock:
Burns 02:10
Calvin Harris 01:00
La Roux 23:50
The XX 22:25
Florence and the Machine 20:50
Devendra Banhart 19:15
The Drums 18:05
Local Native 17:00


Palco Optimus Clubbing:
Planet|Turbo Records :
Proxy (live) 03:00
Tiga 01:30
Boy 8-Bit 00:15
Matias Aguayo Band (live) 23:00
Aeroplane 21:45
Villa Nah (live) 21:00
Jori Hulkkon 19:45
Shit Robot 18:30
Youthless 18:00

Pearl Jam Esgotam Alive! (actualização)

Bilhetes do Festival Alive para dia 10 de Julho, noite em que os Pearl Jam fecham o palco principal,  estão completamente esgotados.

Ainda há bilhetes para dias 8 e 9 de Julho.

 

O bilhete diário para 10 de Julho e os Passes de 3 Dias para o Optimus Alive!10 encontram-se completamente esgotados. Não serão colocados à venda mais bilhetes destas duas tipologias.

Pensando em quem pretende ir aos dois primeiros dias do Maior Evento de Música e Arte, a organização criou uma nova tipologia de bilhete: um passe especial para os dias 8 e 9 de Julho. Este passe especial, que dá acesso aos dois primeiros dias do festival, já se encontra à venda, com o valor de 70 euros e limitado a 10.000 unidades.


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