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Grandes Sons

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Grandes Sons

Sondagem Alive!09 - Dave Matthews Band Melhor Concerto Para os Leitores do Grandes Sons

Mais de 100(!) leitores aceitaram o repto para escolherem o melhor concerto do Alive!09. Venceu Dave Matthews Band com 36% dos votos. Metallica com 19% foram os segundos mais votados e 11% elegeram outros que não faziam parte do quadro. Obrigado pelos vossos votos.

Mastodon
1 (0%)
Lamb of God
7 (6%)
Metallica
21 (19%)
Chris Cornell
2 (1%)
Dave Matthews Band
40 (36%)
Tv On The Radio
6 (5%)
Klaxons
4 (3%)
Crystal Castles
2 (1%)
Los Campesinos!
4 (3%)
The Gaslight Anthem
1 (0%)
Hadouken!
5 (4%)
Does it Offend You , Yeah?
2 (1%)
The Ting Tings
2 (1%)
outro
12 (11%)

Votos apurados: 109

Alive!09 - O Balanço Final



Recinto


Pelo terceiro ano seguido o Festival viveu em Algés num terreno plano que facilita a mobilidade e visão dos palcos. Em 2009 o espaço foi revisto, aumento, e melhorado. Destaque para a inclusão de um terceiro palco entre o principal e secundário. Foi aposta ganha e a divulgação do projecto Optimus Discos funcionou muito bem.
O mapa do recinto foi idêntico ao que já conhecíamos das duas primeiras edições. O espaço de imprensa , por exemplo, sofreu algumas melhorias como uma varanda para ver o palco.
De destacar na restauração os hambúrgueres da barraca alentejana.

Horários e meteorologia

Impressionante cumprimento de horários em todos os palcos seguindo a agenda que vinha com o passe da comunicação social. Salvo raras excepções começou tudo a horas. Não houve cancelamentos de última hora nem alterações sendo um ponto muito positivo para a organização. O tempo esteve óptimos à luz do dia, mas à noite o vento teimoso incomodava mais que a descida de temperatura, e fez muito pó pelo ar.

Palco Principal

Melhores - Mastodon, Lamb of God, os verdadeiros pesos pesados do primeira dia. Slipknot com um regresso bem conseguido, e os eternos Metallica que não desiludiram a sua enorme legião de fãs. Os Prodigy confirmaram o regresso à boa forma, Chris Cornell a lutar para voltar às raízes, e o inesquecível concerto de Dave Matthews Band.

Piores - Placebo, The Kooks, e Black Eyed Peas não convenceram em palco, e os Eagles of Death Metal que não convenceram Josh Homme a vir com eles tocar em Lisboa.

Palco Secundário

Muita atenção ao fenómeno do palco Super Bock: a enorme tenda sempre bem composta de público transforma o Alive! num dois em um. É que a cada edição que passa é visível que este espaço tem o seu próprio público e vive já de forma independente em relação ao cartaz principal. Isto ajuda a explicar a subida dos números oficiais de presenças no Festival. O cartaz trouxe até nós algumas das mais promissoras bandas, principalmente, do Reino Unido.
Entre algumas bandas já consagradas, e esperanças destaca-se:
Tv on The Radio, Klaxons, Crystal Castles, The Gaslight Anthem, Hadouken!, Does it Offend You , Yeah?, The Ting Tings, A Silent Film, Los Campesinos!, Autokratz, e Lyjje Li.
A luta pelo melhor do festival é entre Tv on The Radio, The Gaslight Anthem, Hadouken!,e Los Campesinos!.

Palco Optimus Discos

Todas as bandas que editaram ep's coordenados por Henrique Amaro, sempre presente na tenda apesar da grave lesão no pé, aproveitaram bem a oportunidade para promoverem a sua música.
Destaque para Mazgani, The Bombazines, Vicious Five, Bezegol com o seu reggae, Dj Ride, Olive Tree Dance e Linda Martini.
Uma palavra também para os Dj's que encerraram as noites, em especial para Mr. Mitsuhirato que terminou mal a noite da sua actuação já que foi vítima de assalto de madrugada no Cais do Sodré e ficou sem as malas dos discos que levava.

Exposição de Fotos da Rita Carmo

Muito importante o destaque dado pela organização a uma tenda da responsabilidade da LG onde se podiam ver fotos escolhidas pela fotógrafa Rita Carmo num resumo do seu trabalho nos últimos anos.

Foram três dias cheios de música bem passados sem problemas de maior com mais de 110 mil pessoas que estiveram à beira Tejo nos 3 dias. Para o ano há mais.

Festival Optimus Alive!09, DIA 3: América eléctrica


( foto: Catarina Limão, Atena3)



O último dia do Optimus Alive!09 será recordado com o regresso glorioso da Dave Matthews Band a Lisboa para um concerto de duas horas e meia.

Quinze minutos depois da meia noite, Dave Matthews entrou em palco de sorriso estampado no rosto e partiu para uma actuação memorável que em nada ficou a dever à passagem de há dois anos pelo Pavilhão Atlântico. A banda apresentou o novo «Big Whiskey and the GrooGrux King» e recordou o falecido Leroi Moore. Em duas horas e meia, com dois encores exigidos pelos fãs, Dave Matthews viajou pela sua discografia e fez todos os músicos brilhar, como habitualmente, em longos solos. A recuperação de clássicos como «Ants Marching» - a segunda do alinhamento - «Crash Into Me», «Tripping Billies», «Don`t Drink The Water», entre muitos outros apimentou o espectáculo mas a química entre a banda e o público voltou a ser enorme. E Dave Matthews prometeu um regresso para breve.

Chris Cornell entrou ao som de uma versão para violino de «Black Hole Sun» e foram as canções dos Soundgarden que mais me brilharam. «Outshined», «Spoonman» e o próprio «Black Hole Sun» serviram para os fãs esquecerem a imagem transmitida no recente «Scream».

Do novo álbum, Cornell concentrou-se nos singles e…pouco mais. Pudera. A imagem de decadência já evidente a solo e que se prolongou nos Audioslave é demasiado forte para que esta antiga rockstar alimente, sequer, um culto. O concerto do Optimus Alive!09 conseguiu, ao menos, redimi-lo.

Se Cornell é um branco caucasiano que começou por vestir de preto e se entregou recentemente ao som dos negros (hip hop e R&B), os Black Eyed Peas têm dois afro-americanos e uma configuração de palco que cita os Kraftwerk, na forma como os instrumentos à retaguarda se dispoõe.

Apesar do aparato cénico, o espectáculo continua a ser demasiado pobre. As canções são fracas, as vozes desafinam por todo o lado e aquilo que têm classificado como um som futurista que vai beber em alguns produtores do tecno actual não é mais que uma forma encapotada de alimentar um estatuto.

Ao início da tarde, Ayo e, sobretudo, Boss AC sofreram com a parca presença de público. O rapper português resolveu o problema com versões de «I Feel Good» (James Brown) e «Get Down It» (Kool & The Gang). E deu também para perceber que TC (antigo vencedor do Festival da Canção) é o substituto de Gutto.

O espaço do Palco Super Bock provou mais uma vez que não é secundário mas sim alternativo, por estar habitado por um público dedicado. De resto, na sua maior parte nem quer saber do que se passa no principal e mostra conhecimento das novas sonoridades. Assim não foi de estranhar que os A Silent Film pouco depois das 18h já tivessem a plateia bem composta para festejar o single «You Will Leave a Mark». A banda de Oxford agradeceu.

Os Autokratz também surpreenderam pela positiva e deixaram boa imagem, mas a última noite do Alive foi toda dos Los Campesinos com uma atuacção verdadeiramente arrasadora que terá semeado muitos fãs por cá. Agora, é esperar que voltem.

Alive!2010 Anunciado


Em conferência de imprensa realizada há minutos na zona Press Lounge Álvaro Covões da Evrything is New confirmou a realização do Festival no próximo ano nos dias 8, 9, e 10 de Julho no mesmo local.

Alive!09 Dia 3 - Horários

Palco Optimus
Dave Mattews Band 00h00
The Black Eyed Peas 22h15
Chris Cornell 20h30
Ayo 19h00
Boss AC 17h30

Palco Super Bock
Deadmau5 02h30
Ghostland Observatory 01h00
Lykke Li 23h40
autoKratz 22h30
Trouble Andrew 21h10
Los Campesinos! 19h40
A Silent Film 18h15
X-Wife 17h00

Palco Optimus Discos
DJ Kitten 00h20
Sofia M 22h40
Linda Martini 21h30
Madame Godard 20h30
The Pragmatic 19h30
Olive Tree Dance 18h30

Festival Optimus Alive! 09 (Dia 2): Rave nostálgica

A segunda noite do Alive devolveu os Prodigy à vida activa e revelou uns Hadouken como uma das grandes surpresas do festival.

Boas notícias a fechar a segunda noite do Optimus Alive! 09: os Prodigy estão vivos! Quando a esperança já era escassa (a julgar pelos últimos concertos em Portugal), Keith Flint e, principalmente, Maxim, transformaram o recinto numa pista do tamanho de um campo de futebol em que o volume quase pôs o Cristo Rei a dançar.

Num tempo em que se fala tanto de nu rave, o concerto ds Prodigy foi uma…rave clássica. «Breathe», «Firestarter» ou «Smack My Bitch Up» devolveram o público a um tempo em que os Prodigy eram os reis das pistas. Não sendo um concerto de metal, o ruído foi tanto ou maior que o de bandas como Metallica ou Slipknot na noite anterior.

Foi a «pastilha» perfeita depois do soporífero dos Placebo. O problema pode não estar em Brian Molko, porque a personalidade continua lá, mas sim num som que está demasiado datado. Anos 90, é certo, mas mal medidos e obsoletos. E aquele rabo-de-cavalo já nem no cabeleireiro de Ranholas.

De resto, o palco Optimus trouxe uns Blasted Mechanism regulares, uns Kooks aborrecidos, uns Eagles Death of Metal prejudicados pelo contexto (hora, clima e desinteresse geral) e uns Pontos Negros bastante mais seguros em palco. Na segunda noite do Optimus Alive! 09 terão estado cerca de trinta mil pessoas, número ainda não confirmado.

O palco Super Bock confirma-se como um espaço com vida própria dentro do festival e sempre muito concorrido por um público atento a novos projectos a ponto de aclamarem em delírio bandas que para o comum festivaleiro são desconhecidos. Os Gaslight Anthem convenceram o público que fez questão de estar pelas cinco da tarde para os ver. Mas a grande revelação deste segundo dia foram os Hadouken!, nome retirado certeiramente do universo do jogo Street Fighter, que trouxeram à tenda toda a força de um UK Garage musculado.

Aliás, a noite foi mesmo dos ingleses representados por três bandas com concertos seguidos. Os Hadouken! brilharam entre o concerto mais comedido dos Late of The Pier, e o mais agitado dos Does It Offend You, Yeah? que já contam com uma considerável base de fãs.

Os Ficherspooner repetiram a actuação do Coliseu dos Recreios por alturas do Dance Station, mas hoje não aqueceram um público que pedia mais agitação. Os The Ting Tings fizeram render o seu mediático disco de estreia e mostraram como só dois elementos podem encher um palco.

por Davide Pinheiro e João Gonçalves
in Disco Digital

Alive!09 Dia 2 - Horários

Palco Optimus
The Prodigy 00h30
Placebo 22h45
Blasted Mechanism 21h15
The Kooks 19h50
Eagles of Death Metal 18h30
Os Pontos Negros 17h30

Palco Super Bock
Zombie Nation 02h15
The Ting Tings 01h00
Fischerspooner 23h15
Does It Offend You, Yeah? 21h45
Hadouken! 20h25
Late of the Pier 19h15
John Is Gone 18h10
The Gaslight Anthem 17h00

Palco Optimus Discos
Zig Zag Warriors 22h40
Coldfinger 21h30
DJ Ride 20h30
Bezegol 19h30
Youthless 18h30

Festival Optimus Alive! 09 (Dia 1) : Guitar Heroes


(Foto: Rita Carmo)

Arrancou o Festival Alive!2009 em tons de negro com o recinto de Algés a receber uma das maiores enchentes desde a noite de estreia em 2007. No palco principal os Metallica foram os mais aclamados. Houve também interessantes actuações lusas no palco Optimus Discos e bons concertos de TV on The Radio, Klaxons e Crystal Castles no palco Super Bock. Um começo a todo o vapor.

A tribo do metal respondeu em enorme número ao cartaz pesado. Aliás, como vem sendo hábito sempre que um dia destes festivais é dedicado ao som mais duro o sucesso de bilheteira é garantido. Mas as propostas do rock alternativo e mais actual também atraíram muitos milhares que mantiveram a tenda Super Bock sempre bem povoada, não esquecendo de espreitar os novos projectos portugueses no outro palco ali perto. Portanto, uma primeira noite com muito público no Alive!.

Entre a actuação dos Ramp e a despedida dos Metallica o palco principal viveu horas de som intenso e militância de fãs que foram enchendo todo o espaço. Mastodon e Lamb of God arrancaram excelente actuação mesmo com a luz do dia ainda forte os adeptos do metal mais acelerado e pesado aproveitaram para agitarem a plateia com vistosos moshes. Os Machine Head repetiram a actuação clássica de há um ano na Bela Vista, e os Slipknot reencontraram admiradores na faixa etária mais jovem que ficaram satisfeitos com este regresso dos mascarados. Os Metallica cumpriram o terceiro concerto em três anos seguidos em Lisboa. E voltaram a atrair uma enorme multidão que mais uma vez se rendeu ao repertório de James Hetfield e Lars Ulrich que este ano acrescentou alguns temas do mais recente disco «Death Magnetic». Não faltaram as explosões e fogo de artifício para saudar os reis do rock pesado.

No palco Optimus Discos nota positiva para o interesse do público que manteve o recinto sempre bem composto para uma noite bem aproveitada por Mazgani, Bombazines, Tiguana Bibles, e Vicious Five para divulgarem a sua música. Os The Bombazines foram a revelação da noite. Os Vicious Five sairam consagrados.

No palco secundário viveu-se um outro Alive. Longe dos tons negros do resto do recinto, o palco Super Bock conheceu um primeiro dia bem concorrido e com vida própria. Os TV on The Radio foram os mais festejados e mostraram a força das músicas que compões os seus dois últimos discos aclamados por cá por público e crítica. Os Klaxons aproveitaram para apagar a pálida imagem que tinha deixado há uns anos num outro festival à beira rio mas mais longe e assinaram um concerto convincente. Os Crystal Castles corresponderam às expectativas e agarraram o público que ignorava os Metallica com uma actuação cheia de batidas dançantes.

Enquanto a tribo metaleira abandonava o recinto de Algés ficou entregue aos sons de DJ não só nos palcos secundários como nos espaços dos patrocinadores. A primeira noite do Alive! fica marcada pelo elevado número de espectadores que quiseram, mais uma vez, consagrar os homens das guitarras pesadas.

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