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Grandes Sons

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Grandes Sons

Vodafone Mexefest, Dia 2 : Restauração da Independência

Bem vincada por música do eixo atlântico entre Portugal/Brasil a segunda noite do Mexefest trouxe uma grande certeza: o povo anda informado e bem actualizado esgotando espaços onde nem os artistas em acção esperavam tanta dedicação.

Ainda há noites felizes na baixa lisboeta. A passagem de Novembro para Dezembro celebrou-se com a inauguração das iluminações de Natal nas ruas e fogo de artificio que atraiu muito boa gente para zona histórica da cidade. Foi entrar no dia da Restauração da Independência em grande estilo, a juntar a esta azáfama tivemos a segunda noite do Mexefest que puxou bem pela música cantada em português.

 

Se no primeiro dia ficámos surpreendidos com a adesão que o concerto de Woodkid teve, hoje dissipámos as dúvidas, existe um público informado, curioso, actualizado, que sabe o que quer e que se divide ao longo da noite pelas mais diferentes propostas mostrando que há espaço para variados estilos de música. Os recintos maiores do Mexefest estiveram quase sempre cheios e os nomes do cartaz que teoricamente nem pareciam tão fortes como em anos anteriores revelaram-se escolhas acertadas. Assim sendo, a organização está de parabéns porque o festival voltou a ser um sucesso e com a inclusão de uma sala muito maior a resultar em cheio no programa.

 

Paulo Furtado é um dos nomes que fica mais marcado à edição 2013 do Mexefest. O Tigerman resolveu brindar o festivaleiros com uma actuação logo às 19h00 para fechar o ciclo sobre «Femina» com uma actuação na sala maior do Cinema São Jorge onde aproveitou para projectar as suas curtas metragens na tela enquanto fazia a banda sonora. Um daqueles mimos que fazem parte da fórmula de sucesso do Festival.

 

Estava lançada a segunda noite do Mexefest que pedia uma subida à rotunda do Marquês de Pombal para apreciar a nova iluminação de Natal da Avenida e uma visita ao espaço BES Arte & Finança para nos aquecermos na música aconchegante do Brasil D'Agora com Cícero, MoMo e Wado. Desfilaram canções próprias e foram rodando no pequeno palco rodeados de apreciadores e conhecedores desta nova vaga de som brasileiro guiados pela bateria de Fred, dos Buraka Som Sistema e Orelha Negra. Aposta ganha.

 

A oportunidade de ver Gisela João na belíssima sala da Sociedade de Geografia de Lisboa levou-nos a procurar no inicio da Avenida um dos eficientes veículos que transportam os festivaleiros entre o Rossio e o Marquês de Pombal. Num instante saímos da sons urbanos brasileiros e entrámos numa sala esgotada para escutar fado.

Ao fim de cinco minutos percebemos tudo o que se diz e escreve sobre a menina minhota que trouxe irreverência ao fado. O disco é bom mas ouvir e ver Gisela João é toda uma nova experiência. O discurso despreocupado, o sotaque minhoto, o vestido curto branco, os ténis pretos calçados, as tatuagens, a postura em palco que tanto pode ser sentada, como em bicos de pés ou de joelhos em frente aos guitarristas, tudo em Gisela é espontâneo, tudo é natural e tudo faz sentido quando aquela voz projecta fados consagrados ou novos, agitados ou dramáticos. Tudo se torna incrivelmente natural naquela maneira de expressar o que canta em jeito de quem dá tudo o que tem a cada fado. Além do repertório que está no disco houve espaço para uma versão de «Os Vampiros» de Zeca Afonso. Há muito que não se via uma chegada tão triunfal e marcante não só no mundo do fado como no universo da música portuguesa.

 

Meio atordoados após a actuação de Gisela João respirámos fundo na rua em frente ao Coliseu onde se consegue tirar um bom retrato do ambiente de uma noite Mexefest. Cruzamento alucinado entre pessoas ainda a comentar o furacão Gisela com jovens literalmente a correr para o Coliseu, turistas deliciados com aquele movimento, grupos animados em jantares de natal e uma repentina concentração perto de televisões que transmitiam a vitória da Briosa que ganhou momentaneamente um bom número de fervorosos adeptos na capital.

 

Ao entrar no Coliseu, nova surpresa! Os londrinos Daughter que editaram este ano o simpático «If YouL eave» estão a dar razão à conceituada editora 4AD que apostou neles. Pelo menos aqui, o culto à volta da banda de Elena Tonra é impressionante! A pop melódica com sombreados a lembrar os XX é celebrada efusivamente por fãs em número que até parece surpreender a banda. Parece-nos inevitável o regresso dos Daughter em breve.

 

Regresso ao universo brasileiro desta vez na estação do Rossio. A tarefa de entrar no espaço do átrio da estação onde está montado o palco torna-se complexa. É que o recinto já está bem composto e há dezenas pessoas a querer ver o concerto e que não podem entrar. Não sabemos ao certo o que faz de Silva um artista tão querido do público português mas a verdade é que ele está rendido ao nosso país, além de vários concertos que deu por cá nas últimas semanas resolveu ficar até terminar a gravação do seu segundo disco. Este concerto não correu bem a Silva que não merecia os problemas de palco que obrigaram a paragens prolongadas. Mas o culto já está adquirido.

 

Passagem pelo Ateneu para confirmar a boa forma dos Peixe:Avião bem seguros em palco na defesa de um bom novo disco com muitos seguidores por perto.

 

Ecos do Cinema São Jorge informam que Erlend Øye teve sala esgotada, mais uma, o que fez com que muitos não vissem a apresentação de «La Prima Estate», o novo single. Os ecos vieram de um grupo de raparigas que depois nos perguntaram o que sugeríamos ali para os lados do Coliseu. Como o festival também é feito destas partilhas de informação perguntámos primeiro se estavam tristes por não ver o norueguês e uma delas responde rapidamente que era mais pela curiosidade dele ser dos Kings of... Leon. Explicámos que era dos Kings of Convenience e ouvimos um indiferente «ou isso».

Resolvemos apostar noutra nórdica e voltámos à Estação do Rossio para ver Oh Land. O grupo de raparigas também foi mas tiveram que ficar à porta à espera de entrar. Mais uma vez, recinto lotado.

 

Soube bem ouvir a pop açucarada de Nanna Øland, uma autêntica princesa dinamarquesa que fica a matar naquele cenário com o Castelo de São Jorge ao longe. Mais um nome com muitos fãs por cá.

 

Última subida da noite, dentro do veículo que a Vodafone disponibiliza, para reencontrarmos o Homem Tigre. Obviamente sala esgotada, uma pequena multidão fora da sala revoltada por não conseguir entrar e ver mais um enorme concerto de Paulo Furtado. Além do rock habitual ficámos a conhecer a nova faceta com o ex-Vicious Five Paulo Segadães na bateria e algumas novas músicas, com destaque para a canção em dueto com a companheira Rita Redshoes. Incendiário como sempre, Furtado desafiou as regras de segurança e incentivou o público a ir para o palco, criando desconforto nos elementos da organização na sala, pediu para se revoltarem contra as cadeiras - «imaginem que a cadeira é o Passos Coelho» - e acabou a invadir a plateia de microfone na mão subindo até meio da sala. Foi Tigerman em excelente forma a merecer a ovação do povo.

 

A noite terminou no Coliseu transformado em discoteca ao som da equipa Discotexas.

Mais uma prova superada pelo Vodafone Mexefest.

 

in Disco Digital

João Gonçalves

Vodafone Mexefest, Dia 1 : Franceses Conquistam Coliseu

O último festival do ano arrancou na Avenida da Liberdade em noite de frio suportável com nova disposição de salas, muita oferta musical e com várias aclamações públicas para contar. Destaque para Savages e Woodkid com triunfos diferentes no recém-chegado ao cardápio Coliseu dos Recreios que não deixou ninguém ficar à porta.

O conceito já não é novidade para ninguém e não necessita de explicação, o festival que começou por ser «Em Stock», entretanto conheceu novo nome e patrocinador, criou a tradição de transformar a Avenida da Liberdade numa festa cheia de opções musicais diferentes que marca o final do ano em termos de festivais. Desta vez uma semana mais cedo do que é habitual o Vodafone Mexefest voltou a atrair muito público que manteve as principais salas do evento quase sempre cheias.

 

Com cinco edições já realizadas é natural que se compare de ano para ano o cartaz e a logística. No rescaldo desta primeira noite há três conclusões que saltam à vista; o upgrade para a sala do Coliseu foi uma decisão acertada, a Avenida aparenta ter menos festivaleiros e não houve ainda um concerto inesquecível que se junte aos melhores de edições passadas.

 

O facto de não haver concertos no Teatro Tivoli esvazia aquele eixo com o Cinema São Jorge que costuma servir de centro de operações. Depois descendo a Avenida o tráfego passou a ser mais intenso pela esquerda e na rua de São José desfazendo aquele quadrado que se formava com as salas do Maxime ou Ritz do lado da Praça da Alegria. É esta a explicação para uma aparente menor adesão ao festival. Mas é mesmo só aparente porque a enchente no Coliseu por alturas do concerto de Woodkid prova bem o contrário.

 

Os vencedores da noite aos olhos do público foram franceses. A gaulesa Jehnny Beth liderou as companheiras londrinas naquele que foi o melhor concerto da noite, como era esperado, e Yoann Lemoine teve uma recepção incrível por parte de um público que encheu o Coliseu e acarinhou o projecto Woodkid calorosamente e de forma algo surpreendente até mesmo para os músicos.

O concerto de Woodkid foi de tal maneira bem sucedido que não deve tardar um regresso em nome próprio. O jogo de luzes, o videowall como cenário, a percussão e os sopros, um ambiente simples a preto e branco , tudo isto contribuiu para uma reacção eufórica de um público que elege «The Golden Age» como um dos melhores discos do ano. Musicalmente a fórmula nem é entusiasmante, as canções repetem os truques, há momentos aborrecidos que depois são compensados com escaladas sonoras que acabam em alta rotação dançante. O público adorou.

Já as Savages cumpriram o que se esperava,  fazem render o disco «Silence Yourself» com a sua atitude agressiva pós-punk explosiva mas ficaram longe da actuação que assinaram no Primavera Sound no Porto.

 

Também os Wavves já brilharam no Parque da Cidade do Porto e agora beneficiaram do fim do concerto das Savages para terem uma generosa plateia no castiço espaço de pavilhão desportivo da Sala do Ateneu Comercial de Lisboa. Rock em jeito de festa de liceu em fim de período, regresso feliz de Nathan Williams ao evento e ao nosso país.

 

Desta primeira noite ficam também outros concertos bem conseguidos e acolhidos. Márcia a defender bem no palco do São Jorge um dos melhores discos editados por cá este ano e com a ajuda de Samuel Úria em alguns temas ficando para o dueto com António Zambujo na canção «A Pele Que Há Em Mim» um dos melhores momentos da noite, enquanto o parceiro original, JP Simões, cumpriu bem a sua chamada de última hora para render os John Wizards na Estação do Rossio.

Um John que não faltou à chamada, o Grant, arrebatou a sala maior do Cinema São Jorge com um concerto de uma hora onde se mostrou em grande forma e com pena de não tocar mais tempo. Depois daquele final com uma poderosa versão de «Queen of Denmark» pedia-se mais.

 

Entre várias propostas a determinado ponto da noite arriscámos a visita à Casa do Alentejo em busca de ritmos quentes a contrastar com o frio da rua e encontrámos o irresistível balanço cubano dos Combo Nuevo Los Malditos que prendeu todos os curiosos que por ali passavam. Festa de arromba com dança e suor até ao fim. Mais tarde aconteceu ali o concerto mais feliz e cativante da noite, os argentinos La Yegros não quiseram saber de tendências hipsters que rodeavam a sala e apresentaram o excelente disco «Viene de Mi» de forma festiva. Conduzidos por Mariana Yegros, a banda mostrou que pode fazer maravilhas em festivais de verão dedicados a músicas do mundo. Quem teve a sorte de por ali passar aquela hora não os esquecerá.

 

in Disco Digital

Savages, Woodkid e John Grant no Vodafone Mexefest

 

Este ano o Vodafone Mexefest realiza-se nos dias 29 e 30 de Novembro.

As primeiras confirmações do cartaz deste ano são Savages, Woodkid, Daughter, John Grant e Silva. A restante programação será conhecida em breve. Depois do enorme sucesso dos anos anteriores, a música vai voltar a aquecer as noites de Inverno, fazendo o público mexer-se de palco em palco na Avenida da Liberdade.

 

Os bilhetes para o Vodafone Mexefest mantêm-se nos 40 euros e dão acesso a todos os concertos dos dois dias do festival, em todas as salas.

Vodafone Mexefest, dia 2: Welcome to the Django


Traçámos um trajecto ambicioso para esta segunda noite de Festival e o resultado foi uma maratona recompensadora de boa e variada música em espaços tão diferentes como o terraço do Hotel Avenida, a Igreja de São Luís dos Franceses ou o clássico espaço do Tivoli Forum. Bandas portuguesas em bom plano, algumas revelações, a confirmação de Michael Kiwanuka e a consagração dos Django Django.

Muito do sucesso pessoal na experiência de uma noite do Mexefest passa por um bom trabalho de casa a planear o que se quer ver e na disposição de mobilidade entre o Rossio e o eixo Cinema São Jorge - Tivoli Forum. No factor mobilidade há que elogiar a imensa ajuda que as muitas carrinhas que a organização pôs a circular na Avenida serviram a missão de correr os vários espaços. Recorremos várias vezes a estas boleias.

 

A noite na baixa lisboeta está muito bonita, viva e concorrida. Há luzes de natal a enfeitar a Praça D. Pedro V e o largo da Ginjinha a servirem de cenário a muitas conversas entre festivaleiros que escolheram jantar por ali na zona dos famosos frangos assados e das bifanas dos pequenos tascos característicos. Foi dali que começámos a viagem.

 

A Igreja de São Luís dos Franceses encheu-se para receber Aldina Duarte e Júlio Resende. A fadista ao fim da primeira canção quebra o gelo confessando que mesmo que não tivesse aparecido ninguém cantaria na mesma porque era um sonho de sempre actuar numa Igreja. A voz do fado acompanhada com piano resulta em momentos mágicos naquele espaço sagrado. São estes concertos que fazem do Vodafone Mexefeste um festival tão especial.

 

Ali ao lado na Casa do Alentejo um salão bem composto festejava o rock blues da Nicotine´s Orchestra que trouxe um pouco do bom ambiente do Barreiro Rocks a Lisboa. Ia animado o concerto liderado pelo carismático Nick Nicotine mas tivemos de subir apressadamente a Avenida da Liberdade para ver um dos cabeças de cartaz.

 

Michael Kinawuka regressava a Portugal depois da passagem por Oeiras em Julho, daí não ter estranhado a enchente na sala que tradicionalmente acolhe os principais concertos do Mexefest. Foi um concerto ganho à partida com o público rendido ao disco «Home Again», uma das grandes revelações do ano na área da soul. O músico britânico de 24 anos roda seguramente as canções do álbum e enche a sala com a sua voz quente. Passa por «May this Be Love» de Jimi Hendrix, uma das suas maiores influências, com distinção. A missão é cumprida sem grande esforço e com alguns prolongamentos instrumentais desnecessários.

 

Nova descida para conhecer ao vivo o muito promissor novo projecto de João Branco Kyron (Hipnótica). Os Beautify Junkyards chegaram-nos ao ouvido há uns meses via BBC6 Radio e é em terras britânicas que têm tido maior atenção com a editora independente Fruits de Mer a apostar neles. Apresentaram-se no terraço do Hotel Altis da Avenida num espaço intimista e com uma vista deslumbrante para a Praça dos Restauradores. Confirmaram as excelentes indicações deixadas no EP já conhecido e apesar de não terem uma multidão à espera contaram com a ilustre presença da filha do Presidente da República na plateia.

 

Após esta boa descoberta atravessámos a rua para medirmos a pulsação à recta final do concerto dos Batida na Estação Vodafone FM no Rossio. Festa total, público a mexer contagiado com o ritmo africano bem recortado e ilustrado no palco onde desfilaram vários convidados como Dama Bete em grande forma. O final mais que perfeito com «Alegria» foi irresistível e atrasou a nossa partida para o outro grande acontecimento do Festival.

 

Recorrendo à boleia da carrinha Vodafone rapidamente subimos para o Tivoli ainda com o som de Batida na cabeça. Uma impressionante fila à porta confirmava que ia começar a banda mais esperada da noite. Sala completamente cheia com grande ambiente, tarefa facilitada para o quarteto escocês que aproveitou para arrasar. Os Django Django editaram outro dos grandes discos do ano, por isso 24 horas depois de vermos ali os Alt-J é um privilégio testemunharmos a explosão sonora da banda de Edimburgo ao vivo. Tudo o que o que descobrimos no álbum homónimo é reproduzido em palco. Das batidas orientais ao rock mais básico, as variações rítmicas sucedem-se em poses quase tribais. Só não entendemos esta obsessão tão portuguesa de puxar pelas palmas a tentar acompanhar batidas impossíveis. Como alguém desabafava no Twitter: «demoraram 10 segundos a aparecer a porra das palminhas». Foi uma demonstração de força e talento confirmando que em «Django Django» moram as sugestões musicais mais estimulantes de 2012. Tal como na véspera com os Alt-J, este foi um concerto na hora certa.

 

Recuperados da estrondosa passagem dos Django Django decidimos descer novamente à estação do Rossio para rever os The Very Best. Escolha acertada já que voltámos a encontrar os ritmos africanos à solta. Quentes ao ponto de estarem de t-shirt e até em tronco nú esta junção Londres - Malawi resulta muito bem em concerto e eleva «MTMTMK», o disco editado este ano, a um nível superior. A entrega e simpatia do grupo destacou-se ainda mais com os elogios que deixaram aos Batida.

 

Nova corrida até ao cinema São Jorge para vermos um pouco dos Efterklang de quem ouvimos vários elogios ao longo da noite de um público cada vez mais atento e informado. A sala estava cheia e confirmou-se que os dinamarqueses têm por cá uma interessante legião de fãs. Foi o concerto mais morno que assistimos mas não podemos dizer que tenha sido uma desilusão. Registámos bons momentos instrumentais e canções em crescendo bem conseguidas. A plateia adorou e acabou de pé a celebrar as músicas do colectivo de Copenhaga.

 

A festa continuou no Ritz Club com Moodymann e no Cabaret Maxime com artistas da editora Enchufada.

O conceito do Vodafone Mexeste está mais que aprovado, duas noites em que a baixa lisboeta ganha ainda mais vida com a circulação de cerca de 10 mil pessoas atentas às novidades musicais e que se despedem dos concertos de 2012 da melhor maneira. Balanço muito positivo com as passagens de Alt-Je Django Django a contarem directamente para o topo das listas de melhores concertos do ano.

 

T: João Gonçalves

in Disco Digital

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