Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

Everything Is New aceita devolução dos bilhetes para o concerto dos AC/DC

aacdcaxl.jpg

A Everything Is New decidiu aceitar a devolução de bilhetes para o concerto dos AC/DC marcado para 7 de Maio no Passeio Marítimo de Algés.

A promotora emitiu um comunicado em que fixa um período para a devolução, motivada pela mudança de vocalista na banda. O concerto de Portugal marca o arranque da digressão europeia com Axl Rose em vez de Brian Johnson. 

«Como é do conhecimento geral, o vocalista dos AC/DC, Brian Johnson, foi proibido, pela sua equipa médica de atuar na 2016 AC/DC Rock or Bust World Tour, por tal facto comprometer, de forma irreversível, qualquer recuperação do seu sistema auditivo, proibição que o artista acatou, também, por estar ciente da sua incapacidade em manter a qualidade habitual da sua actuação.

Perante aquele imprevisto de última hora, os AC/DC optaram por manter os compromissos assumidos no âmbito da 2016 AC/DC Rock or Bust World Tour, substituindo o seu vocalista por Axl Rose, convictos de manter intacta a qualidade artística a que o seu público está habituado.

Não obstante, a Everything is New decidiu fixar um período durante o qual pode ser pedida a devolução do preço dos bilhetes, considerando que o espectáculo é já no próximo dia 07 de maio, decorrerá entre as 10h00 do próximo dia 22 de abril (sexta-feira) e as 19h00 do dia 26 de abril (terça- feira) de 2016, nos respectivos locais de aquisição.

Os bilhetes devolvidos serão disponibilizados, de imediato, para venda», pode ler-se.

Fat Freddy's Drop no Coliseu dos Recreios: Oceano Pacifico

Cf3_YRwUEAAwlzo.jpg

Os Fat Freddy's Drop regressaram a Portugal para mostrar o seu mais recente disco, «Bays», e voltaram a encontrar um Coliseu dos Recreios cheio de seguidores entusiastas. O resultado só podia ser positivo: mais de duas horas de harmonia perfeita entre palco e plateia.

A banda neozelandesa soube criar laços afectivos com o público português nos últimos dez anos com passagens marcantes por diferentes palcos. Apresentaram-se em 2006 no Algarve Summer Fest e depois foram voltando para tocarem noutros festivais, como o Sumol Summer Fest, o Sudoeste, tendo atingido as melhores apresentações em nome próprio no Pavilhão da Quinta dos Lombos e, ultimamente, na sala do Coliseu dos Recreios em Lisboa. 

Já tinham encerrado a digressão de «Blackbird» aqui, voltaram a escolher Lisboa para o final desta tour dedicada a «Bays», a maior pelo continente Europeu.


Nenhuma surpresa em vermos o Coliseu cheio pelas 21h00 de uma terça feira invernosa; o público sabe bem do potencial dos Fat Freddy's Drop em palco. Nunca desiludem ao vivo e como conseguem sempre manter o nível elevado nos trabalhos de estúdio, a chama continua sempre bem acesa. O mérito é da banda, conseguem continuar a cativar quem já os viu várias vezes e, ao mesmo tempo, renovam o seu público mantendo a média de idades da plateia bem jovem.

Foram cerca de duas horas e um quarto de concerto com acentuação forte no novo disco, já totalmente absorvido pelos fãs. Temas como «Slings and Arrows», que abriu a noite, ou «10 Feet Tall» foram dos mais celebrados, o que mostra a aprovação popular por «Bays». 

Mais passagens por «Blackbird» do que por «Dr. Boondigga & The Big BW», sempre em alta voltagem. A recuperação do antigo e épico «Based on a True Story» ficou para a recta final e contemplou «This Room», «Wandering Eye» que sucederam a «Roady». Só faltou «Earnie».

Se tivéssemos que escolher uma canção para explicar o que é a celebração de assistir ao vivo a um concerto dos Fat Freddy's Drop, escolhíamos «Shiverman», bem aparecida antes do encore. São mais de dez gloriosos minutos em crescendo instrumental com uma batida hipnotizante. O baixo obriga-nos a bater o pé, a letra é repetitiva e instala-se na mente, sentimos a música a crescer entre todos para um encontro vocal colectivo em que todo o coliseu canta: «Shake that shiverman loose» em repetição até à épica explosão da secção de sopros, com o irreverente Hopepa à cabeça como é habitual.

Continuem a criar discos com o mesmo valor e teremos os Fat Freddy's Drop sempre como uma referência segura nas passagens pelos palcos nacionais. Até à próxima.

 

João Gonçalves

 in Disco Digital

 

Guns N' Roses - Concerto Completo: 2016-04-08 T Mobile Arena, Las Vegas

Guns N' Roses T Mobile Arena 2016.jpg

 

1. It's So Easy 4:06
2. Mr. Brownstone 6:48
3. Chinese Democracy 11:00
4. Welcome To The Jungle 14:40
5. Double Talkin' Jive 19:34
6. Estranged 24:26
7. Live And Let Die 33:36
8. Rocket Queen 36:55
9. You Could Be Mine 48:50
10. New Rose (Duff) 54:30
11. This I Love 57:38
12. Coma 1:03:38
13. The Godfather Theme (Slash) 1:13:35
14. Sweet Child O' Mine 1:16:37
15. Better 1:23:00
16. Civil War 1:29:30
17. Wish You Were Here (Richard and Slash) 1:37:30
18. Layla (outro) 1:40:55
19. November Rain 1:44:20
20. Knockin' On Heaven's Door 1:54:15
21. Nightrain 2:03:55

22. Patience 2:12:30
23. Paradise City 2:18:30

Exhibitionism. O lado B dos Rolling Stones em exposição em Londres

rolling-stones.jpg

São 550 objectos que agora vêem a luz do dia e contam a história da banda. A exposição inaugurou esta semana em Londres e apresenta a cadeira onde Jagger se maquilha, a reprodução do apartamento de Edith Grove ou a simulação de ambiente nos bastidores.

 

Após três anos de preparativos, os Rolling Stones voltaram com estrondo à King's Road de Londres. A exposição Exhibitionism: The Rolling Stones - que retrata mais de meio século de vida da "maior banda de rock and roll do mundo" - abriu a meio da semana na Galeria Saatchi, no bairro chique de Chelsea, com direito a tapetes vermelhos, convidados VIP, flashes de paparazzi e muita música (dos Stones, naturalmente). "Andávamos a pensar fazer esta exposição há muito tempo. Mas queríamos que fosse na altura certa e numa escala muito grande", explicou o vocalista Mick Jagger, de 72 anos.

A escala, de facto, é enorme: mais de 550 pedaços da história dos Rolling Stones espalhados por uma área de 1850 metros quadrados, em nove salas e dois pisos da Saatchi Gallery. "Sabíamos que eles [Rolling Stones] tinham um armazém onde guardavam muita coisa, instrumentos, coisas pessoais, recordações. Mas ninguém sabia que era uma coleção tão rica. Tínhamos 25 mil objetos por onde escolher", diz Tony Cochrane, produtor executivo da exposição.

O trabalho meticuloso de seleção começou em 2013, aparentemente inspirado pelo êxito da mostra David Bowie Is, lançada nesse ano no Victoria & Albert Museum, de Londres. A exposição de Bowie - que estará em digressão mundial até 2018 - teve 312 mil visitantes na capital britânica e gerou quase quatro milhões de euros em receitas de merchandising. Os organizadores de Exhibitionism contam bater largamente esses números ao longo dos próximos cinco meses, até ao dia 4 de setembro.

As salas de Exhibitionism são naturalmente um paraíso para os fãs mais devotos da banda. A exposição inclui, por exemplo, curiosidades como a cadeira onde Jagger se senta para ser maquilhado e penteado antes dos concertos; o guarda-roupa itinerante de Keith Richards, forrado com pele de leopardo; o primeiro amplificador usado pelo antigo baixista Bill Wyman (que deixou o grupo em 1993); uma bateria usada por Charlie Watts, protegida por uma jaula de vidro; e um mapa-mundi com todo o tipo de estatísticas sobre os concertos, as digressões e os países visitados pela banda (Portugal: seis vezes). Alguém sabia, por exemplo, que quem quiser ouvir todas as músicas gravadas até hoje pelos Rolling Stones precisa de dedicar um total de 46 horas, 42 minutos e 41 segundos?

 

in DN

Pág. 2/2

redes sociais

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mais sobre mim

foto do autor

Links

actualize-se

Festivais

  •  
  • sirva-se

  •  
  • blogues da vizinhança

  •  
  • músicas do mundo

  •  
  • recordar João Aguardela

  •  
  • ao vivo

  •  
  • lojas

  •  
  • Arquivo

    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2017
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2016
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2015
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2014
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2013
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2012
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2011
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2010
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2009
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D
    131. 2008
    132. J
    133. F
    134. M
    135. A
    136. M
    137. J
    138. J
    139. A
    140. S
    141. O
    142. N
    143. D
    144. 2007
    145. J
    146. F
    147. M
    148. A
    149. M
    150. J
    151. J
    152. A
    153. S
    154. O
    155. N
    156. D
    157. 2006
    158. J
    159. F
    160. M
    161. A
    162. M
    163. J
    164. J
    165. A
    166. S
    167. O
    168. N
    169. D