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Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

«God Only Knows» Solidário

 

 Brian Wilson, Stevie Wonder, Pharrell, Lorde,Chris Martin, Sam Smith, Dave Grohl, Kylie Minogue, Florence Welch, Chrissie Hynde, Brian May, Elton John, One Direction, Jake Bugg, Emeli Sandé, Paloma Faith, Alison Balsom, Martin James Bartlett, Danielle de Niese, Nicola Benedetti, Eliza Carthy, Baaba Maal, Jamie Cullum, e Jaz Dhami gravaram uma versão de «God Only Knows» dos Beach Boys. Participam ainda figuras da BBC como Zane Lowe, Lauren Laverne, Katie Derham, Gareth Malone e Jools Holland ajudados pelo Tees Valley Youth Choir e pela BBC Concert Orchestra. Os lucros da canção revertem a favor do programa de auxílio Children in Need da estação pública britânica. A versão destina-se ao lançamento do BBC Music, descrito como «uma série ambiciosa de novos programas, parcerias inovadoras e iniciativas pioneiras que reforçam o compromisso forte com a música». Ao Guardian, o autor da canção Brian Wilson declarou não ter palavras para agradecer a participação de todos os convidados.

 

in Disco Digital

Morrissey no Coliseu dos Recreios: O radical em doses moderadas

 A grande dúvida em relação a esta noite era se havia mesmo concerto. Como Morrissey desta vez não falhou a aparição, a partir de «The Queen is Dead», canção que abriu o concerto, os fãs suspiraram de alívio e entregaram-se durante hora e meia (nem tanto) ao universo da carreira do inglês com passagens pela discografia dos The Smiths.

 

É sabido que 2014 não tem sido um ano fácil para Morrissey, problemas de saúde, saída da editora com direito a retirar o novo disco das lojas online e serviços de streaming e poucos concertos. Esta noite marcou uma nova etapa com o arranque da digressão no Coliseu dos Recreios, naquele que foi o seu segundo concerto em Lisboa, quarto em Portugal. 

 

A sala não esgotou, até à entrada do cantor em palco havia um clima tenso de uma plateia ainda traumatizada com o cancelamento em Cascais. Comentava-se que a casa até estava bem composta para uma 2ª feira e com bilhetes a preços nada simpáticos. Concluía-se que a devoção a Moz ainda tem expressão considerável.

Às 21h00 marcadas, luzes apagadas e projecção numa tela na frente do palco de vários vídeos de gerações antepassadas. Dos Ramones aos The New York Dolls, meia hora de imagens que incluíram as inevitáveis provocações à coroa inglesa e o triunfo animalesco sobre os humanos em contexto tauromático. 

 

Pelas 21h30, já com o público impaciente e a tela retirada, entra de Morrissey vestido de branco para alivio de todos. Cumprimentos cerimoniosos entre banda e cantor, atacando logo de entrada com «The Queen isDead» dos The Smiths. Todos os músicos envergam uma T-shirt vermelha com clara mensagem para a antiga editora de Morrissey: Fuck Harvest !

 

O começo prometia mas na verdade o alinhamento escolhido para esta noite deixa de fora os clássicos mais apetecidos e dançáveis tanto do universo Smiths como da carreira a solo, especialmente de «You Are TheQuarry» (2004), para a frente. Há canções do novo disco, obviamente, há visitas ao repertório dos Smiths, felizmente, e há uma preferência por músicas de ritmo mais moderado. Nada contra a opção mas é tão raro ter o homem entre nós que a ausência de hinos como «You Have Killed Me», da fase mais recente, ou «Everyday Is Like Sunday», da fase mais clássica, só para dar dois exemplos, não pode deixar de ser lamentada.

 

Em abono de Morrissey há que dizer que o que fez, fez bem! Vozeirão sem falhas, a pose altiva de sempre, entrega total, cumprimentos da praxe às filas da frente, cantou olhos nos olhos todas as canções que escolheu para esta estreia de digressão e nem faltou um inesperado aborto aos primeiros acordes de «Certain People I Know» que obrigou a banda a repetir o começo. Sem polémicas, sem improvisos e parco em palavras, limitou-se a uns obrigados e um provocante gracias. Foi preciso esperar por uma notável interpretação de «Meat is Murder», a composição que traz dos Smiths com mais orgulho, que fica marcada por uma introdução em que desafia os fãs a pegarem em tinta e irem pela cidade fora pintar as palavras «no» e «shit» pelas lojas da MacDonalds. Que se saiba o desafio não foi cumprido mas recebeu muitas palmas. O melhor momento da noite em termos de entrega e simbologia. 

 

«Hand in Glove» e «Asleep», foram as outras duas canções recuperadas aos The Smiths. Da discografia a solo destacam-se «Trouble Loves Me», balada de 1997, «One Day Goodbye Will Be Farewell» e «I'mThrowing My Arms Around Paris», de 2009, canções que expressam bem o ritmo moderado da noite. 

 

Do novo álbum houve «The Bullfighter Dies«, «Kiss Me a Lot», «Kick the Bride Down the Aisle», «One of Our Own» e «I´m Not a Man», óptimo para quem se entusiasmou com o lançamento de «World Peace Is None of Your Business».

Para o fim, o encore só teve duas canções, além de «Asleep», ficou a muito festejada «First of the Gang toDie» mas muito despida instrumentalmente e com interpretação algo contida, confirmando-se que Morrissey não está mesmo virado para grandes agitações.

 

João Gonçalves

in Disco Digital

Morrissey Está Entre Nós

 

Hoje contamos ouvir e cantar 'The First of the Gang to Die' e 'You Have Killed Me' (da carreira a solo) ou 'Please, Please, Please Let Me Get What I Want' e 'There is A Light That Never Goes Out' (temas dos Smiths que interpreta sem pudores). O recinto está praticamente esgotado, o que não aconteceu há dois anos no Hipódromo de Cascais e o espectáculo no Coliseu dos Recreios marca o início da digressão do recentemente editado World Peace Is None of Your Business. Morrissey deve-nos um grande concerto mesmo que ele se esteja nas tintas para isso. Pode ser que os passeios de fim de semana por Lisboa o tenham inspirado.

2º Portugal Festival Awards a 11 de Novembro

 

Os Portugal Festival Awards regressam este ano a Lisboa, numa segunda edição que traz novidades. A cerimónia de entrega de prémios tem data marcada para 11 de Novembro e terá lugar no Cinema São Jorge, na Avenida da Liberdade. Esta segunda edição conta com novas categorias, sendo que os principais destaques vão para a categoria de melhor festival académico, à qual as associações de estudantes podem concorrer, os micro-festivais, distinguidos numa categoria própria (até 1.500 espectadores por dia) e a música portuguesa, que é reforçada com duas categorias para melhor performance ao vivo, com a curadoria da Antena 3, e uma categoria de mérito para a divulgação da música nacional.

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