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Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

CCB | WAYNE SHORTER QUARTET | 29 Out. > 21H > Grande Auditório

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 WAYNE SHORTER é uma lenda viva do jazz. Tocou nos grupos de Art Blakey e de Miles Davis, criou o grupo de fusão Weather Report, num percurso que o levou, há já uma dúzia de anos, a fundar o actual quarteto. Tudo para cumprir o que ele chama a sua missão. Os espectadores deste concerto único no CCB verão um quarteto acústico de enorme identidade pessoal e artística, cuja experiência colectiva flui numa música muito para lá de um somatório de solos.

Olhando a pauta, acariciando a cauda do piano enquanto Danilo Perez executa um solo, SHORTER mantém a boca no saxofone, como quem toca mentalmente; ou como quem pensa nas notas que há-de emitir para cumprir “a missão”. «Danilo Perez (piano), John Patitucci (contrabaixo) e Brian Blade (bateria) formam uma constelação de estrelas e individualmente são dos músicos mais consistentes que podemos ouvir nos dias de hoje. Mas a música tocada por este fantástico grupo vai muito além da valia individual de cada um, a música está acima dos músicos e por consequência o quarteto soa a um só. Algo comum e transversal a toda a música de Wayne Shorter nos seus já mais de 50 anos de carreira.»

Jameson Urban Routes Começa Esta 4ª Feira

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 Arranca esta quarta-feira a oitava edição do Jameson Urban Routes. À semelhança da edição de 2013 e renovando o compromisso para com a divulgação da música portuguesa de hoje, dia 22 de Outubro a partir das 22h00 sobem a palco Sequin, Cachupa Psicadélica, Beautify Junkyards, Blac Koyote, Rastronaut e KKing Kong. Na plateia estarão de Bob Van Heur, fundador do Festival Le Guess Who, Bas Flesseman, da Belmont Bookings, Ross Belfer, jornalista da Cool Hunter e Gear Patrol, e Maxime de Abreu, da revista francesa Les Inrockuptibles, que vão estar em conversa com os artistas envolvidos sobre os paradigmas da internacionalização para novos talentos.

Os bilhetes encontram-se à venda por 12 euros na bilheteira online, no Musicbox e nos locais habituais.

 

Quinta, 23 de Outubro, destaque para a estreia nacional de Future Islands, numa noite já esgotada onde também actuarão Memória de Peixe, os americanos Celebration e o colectivo Discotexas Clubbing.

Na entrada do primeiro fim-de-semana, uma das primeiras oportunidades para ouvir o disco de estreia de Keep Razors Sharp, editado a 20 de Outubro pela NOS Discos. A noite de sexta, 24 de Outubro, será ainda marcada pelo regresso dos Fujiya & Miyagi e a estreia de Glass Animals pelos palcos nacionais.

Na vertente clubbing, divisão de despesas entre o americano Maurice Fulton e o nacional Jorge Caiado.

 

Sábado, dia 25 de Outubro, inicia com Medeiros/Lucas, o novíssimo projecto de Pedros Lucas (Experimentar Não M’Incomoda) e Carlos Medeiros (O Cantar Na M’Incomoda). No plano internacional, Tim Hecker trará o brilhante Virgins, um dos álbuns do ano de 2013 para a imprensa nacional, e Moonface fará a estreia do mais recente EP “City Wrecker”, sozinho ao piano. A noite estende-se até às 6 da manhã com Voxels (live) e Sonja.

O segundo fim-de-semana de Jameson Urban Routes traz a 31 de Outubro uma noite de pendor mais rock com The Glockenwise, os dinamarqueses Lower e os americanos Strand of Oaks, o clubbing de Jonathan Toubin e de De Los Miedos. A fechar, o aguardado regresso de Shabazz Palaces, com o novo disco “Lese Majesty”, Mû, Nidia Minaj, Anthony Naples e Black, a 1 de Outubro.

Os passes gerais para o festival, assim como os bilhetes para o concerto de dia 23 de Outubro, já se encontram esgotados.

2ª Edição Portugal Festival Awards

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O Cinema São Jorge, em Lisboa, acolhe no próximo dia 11 de Novembro a segunda edição dos Portugal Festival Awards, iniciativa que celebra os melhores festivais realizados em solo nacional. Esta segunda edição conta com novas categorias, sendo que os principais destaques vão para a categoria de melhor festival académico, à qual as associações de estudantes podem concorrer, os micro-festivais, distinguidos numa categoria própria (até 1.500 espectadores por dia) e a música portuguesa, que é reforçada com duas categorias para melhor performance ao vivo, com a curadoria da Antena 3, e uma categoria de mérito para a divulgação da música nacional.

 

A escolha dos vencedores é feita pelo público através de votação online e por um júri do qual fazem parte Zé Pedro (Xutos & Pontapés), Tó Trips (Dead Combo), Miguel Cadete (BLITZ/Expresso), Ana Teresa Ventura (SIC), Álvaro Costa e Nuno Calado (Antena 3), Ana Markl (Canal Q), Joana Cruz (RFM), Pedro Ramos (Radar), Rita Carmo (BLITZ), entre outras personalidades. Para além da entrega dos troféus aos vencedores, o evento conta com a actuação dos nomeados na categoria de Melhor Actuação ao Vivo - Artista Revelação em conjunto com a West European Symphony Orchestra (que, de resto, acompanha todo o evento), o que torna este um evento inesquecível e com actuações únicas e originais.

 

  • Até dia 10 Novembro - 7€
  • Dia do evento ( 11 Novembro) - 10€

NOS Discos: ANA CLÁUDIA, KEEP RAZORS SHARP e STEREOSSAURO Hoje disponíveis

Ana Cláudia

Um ano depois de ter integrado a colectânea Novos Talentos Fnac, a Ana Cláudia estreia-se em nome próprio, pela NOS Discos, com “De Outono”. No texto de apresentação, Pedro de Tróia adianta que “a doce voz da Ana Cláudia é o baloiço de madeira em canções de qualidade ímpar com letras de quem não finge sentir” e que estamos perante “o disco pop mais certeiro que uma voz feminina ameaça lançar desde o princípio da década de noventa. Esta é uma entrada a pés juntos no panorama musical português. O que faz falta já não é animar a malta. O que faz falta são os discos únicos. E, em passo calmo, é isso que a vertiginosa Ana acaba de conseguir. Sorrindo, pode esperar de si tudo o que bem quiser ser. Ouvimos e tombamos de uma pequena árvore como uma folha de Outono que voa, levanta, poisa, levanta, esvoaça, voa, sobe e sobe, torna a poisar. Podem as gentes insensíveis tentar calcá-la mas será para sempre o que foi: a mais bonita folha de Outono a rodar como um pião no coração.” Segundo Ben Monteiro (responsável pela produção, gravação e mistura do disco), “De Outono” representa "uma mistura de pop alternativa, electrónica, bass music, jazz e mpb, tudo num português que nunca soou tão doce, transportado por uma voz de veludo única."

Keep Razors Sharp

Keep Razors Sharp são Afonso (Sean Riley & The Slowriders), Rai (The Poppers), Bráulio (ex-Capitão Fantasma) e Bibi (Pernas de Alicate), uma banda de amigos que começaram a frequentar a sala de ensaios nos intervalos das saídas à noite. O percurso iniciou-se naturalmente e as músicas foram surgindo sob a premissa de nunca se prenderem a estilos ou limitações estéticas. “Keep Razors Sharp” foi composto e gravado durante os últimos seis meses em três sessões de estúdio espalhadas no tempo e de espírito tão livre quanto a composição. O resultado é um disco no qual a visão da banda, ao nível de som e espaço, foi enriquecida pelas várias contribuições ao longo do processo de gravação e mistura. A parte visual de “Keep Razors Sharp” foi desenvolvida pela ilustradora Sara Feio que criou de raiz uma imagem com enfoque na dicotomia presa/ predador, temática amplamente explorada - sob diversas formas - na componente lírica das canções. Keep Razors Sharp é uma viagem que em tudo reflecte paixão. Por vezes resultado directo da sua vivência, outras espelhando a sua ausência, mas sempre intensa e nunca indiferente. 


Stereossauro

Com um background em Artes Plásticas e formado em Design, faz já algum tempo que Stereossauro trocou os lápis da Escola Superior de Artes e Design pelo sintetizador e pelo gira-discos, dividindo-se entre o DJing e a produção. Nome regular na programação de clubes e festivais, sagrou-se campeão do mundo de scratch, em 2011, com os Beatbombers, projecto que partilha com DJ Ride. Nos últimos anos produziu temas originais para compilações, remisturas e sonoplastias, e em 2014 edita, finalmente, o seu 1º álbum de originais com o selo NOS Discos. “Bombas em Bombos” é uma metáfora que representa a pesquisa de samples de naturezas diferentes, o método inerente à "escola" de produção de hip-hop e que define o percurso de Stereossauro. A vontade de pegar nesses "bombos", e transformá-los em algo novo e personalizado, reflecte a procura e a necessidade de encontrar a eterna “batida perfeita". Neste disco, Stereossauro convocou amigos que o ajudaram a concretizar um vitral único na sua obra. “Bombas em Bombos” foi ponto de encontro para Dealema, Razat, DJ Ride, Helena Veludo, Mr. KoochiBass, Skillaz , Xeg e Ricardo Gordo. Do rap ao indie rock, do moog à guitarra portuguesa, todos trouxeram os seus talentos e sonoridades a este surpreendente disco.

Sharon Jones & The Dap-Kings | Aula Magna, 23 Novembro

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É já no próximo dia 23 de Novembro, na Aula Magna, que a magnífica Sharon Jones desfilará muitos dos grandes temas do seu reportório mas com grande destaque para o último e quinto disco de originais, “Give the People What They Want”. Hoje, aos 57 anos de idade, é uma das rainhas do r&b, funk, rock e blues, e com o colectivo The Dap-Kings, em disco mas sobretudo ao vivo, oferece uma música incrivelmente cativante e festiva. Um concerto imperdível que contará com uma primeira parte de grande nível.

 

Luca Sapio, músico italiano que acompanha a artista norte-americana na digressão europeia, já partilhou palcos com, entre outros, Paul Weller e Lady, tendo colaborado artisticamente com gigantes como Tony Scott, Trombone Shorty, Eumir Deodato, M. Andrea Morricone ou Don Moye. A sua música inspira-se na soul dos anos 60 e também nas melodias psicadélicas italianas dos 70. Com a sua banda “The Dark Shadows”, vem à Aula Magna apresentar o novo “Everyday is Gonna Be the Day” e preencher uma noite que promete ser inesquecível.

Douro, Tejo e Guadiana em Lisboa e Porto

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Partindo da Lenda dos Três Rios, Carlos Tavares (Douro), Manuel Rebelo (Tejo) e Vitorino Salomé (Guadiana) juntamente com a Banda Visconde de Salreu (dirigida pelo maestro Afonso Alves) e o Coral Senhora do Monte apresentam-se em dois concertos para três vozes, banda filarmónica e coro, com um reportório onde abundam algumas das mais belas canções da música portuguesa, no Casino Estoril, no próximo dia 16 de novembro, e na Casa da Música, no próximo dia 27 de dezembro.

 

As cerca de 20 canções que compõem o alinhamento são associadas – pela autoria, ou pela temática – a cada um dos três rios e são acompanhadas pelas imagens dos seus percursos, que conferem um colorido muito especial a um palco onde pontificam a competência e o entusiasmo dos jovens músicos da Banda Visconde de Salreu.

 

O primeiro, dos dois espetáculos, terá lugar no dia 16 de novembro pelas 18h30, no salão Preto e Prata do Casino do Estoril e destina-se a apoiar a escola de música da Banda Visconde de Salreu. Parte do resultado deste concerto reverterá também a favor da associação “SER+”, instituição de solidariedade social para apoio aos doentes com HIV. De seguida, os três rios rumam ao Porto, para um concerto na Casa da Música, no dia 27 de dezembro. Nesta noite, a totalidade do valor da bilheteira reverterá a favor da associação “Mama Help”, instituição cuja principal missão é o apoio à melhoria da qualidade de vida de doentes com cancro da mama, seus familiares e amigos. Biografias e mais informações aqui.

Bob Dylan e as Basement Tapes

 

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No dia 4 de Novembro, será lançada uma versão completíssima das sessões Basement Tapes, que resultaram em um disco lançado nos anos 70. A box terá 138 faixas e 30 delas foram descobertas recentemente enquanto outras haviam chegado ao público apenas na forma de gravações não oficiais. Uma das canções inéditas do trabalho chama-se “Dress It Up, Better Have It All”, e foi disponibilizada pela editora em parceria com o site da revista Esquire. Para ouvir aqui.

Pharoahe Monch, Stereossauro, Salto e Francis Dale no Vodafone Mexefest

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Pharoahe Monch, Stereossauro, Salto e Francis Dale são os quatro novos representantes da edição de 2014 do Festival.

De Nova Iorque, Pharoahe Monch, um dos mais extraordinários representantes do hip-hop atual. Muitíssimo querido pelos pares (Eminem tem-no como ídolo) dada a riqueza e qualidade intimista e confessional das suas rimas e beats, mantém-se como um precioso tesouro. A solo tem um repertório constituído por quatro obras que lhe garantem um lugar na história do género: Internal Affairs (1999), Desire (2007), W.A.R. (We Are Renegades) (2011) e PTSD: Post Traumatic Stress Disorder (2014). Corrosivo, quase impiedoso, as suas letras – e a forma como as projeta – criam um impacto intenso e muito emocional. Concerto absolutamente imperdível no Vodafone Mexefest. Stereossauro.

É um génio do scratch - foi campeão do mundo com os Beatbombers, projeto que partilha com DJ Ride, e estreia-se com o LP “Bombas em Bombos”. O primeiro avanço, com a colaboração de Gonçalo Santos e de Helena Veludo, chama-se “Hold On”. Ao vivo, com um gira-discos e um sampler, faz e espalha magia. A não perder.

Da Maia, Salto. Formados pelos primos Gui Tomé Ribeiro e Luís Montenegro, ganharam projeção com o brilhante single “Deixar Cair”. A música, e o LP de estreia que a abraçou, tem aquelas qualidades únicas de um clássico pop que faz dançar, orelhudo na dose certa e muito melódico. Em 2014 dão um twist no som apresentando o EP “Beat Oven”, e passam a quatro com a chegada de Tito Romão e Filipe Louro, com quem preparam agora o lançamento do segundo álbum. Num jeito eletrónico, imperando beats e sintetizadores, os Salto confirmam-se esteticamente diversificados. Muitos e bons são os caminhos da banda do norte.

Por último, Francis Dale, um extraordinário cantor que se define como soul alternativo de um ‘Jeff Buckley meets Marvin Gaye’.

As suas músicas vivem da sua voz, da guitarra contida, mas nada secundária, e de ritmos refinados e muito temperados de soul e pop. Francis Dale tem um EP – “Lost In Finite” – que o apresenta na perfeição. As canções do autor são belíssimas e com uma sofisticação que, sem contradição, sabem inspirar-se no passado para serem incrivelmente atuais.

 

Informa-se ainda que, por questões pessoais, os The Fresh & Onlys tiveram que cancelar a digressão europeia prevista para os meses de Novembro e Dezembro, e que incluía passagem pelo Vodafone Mexefest.

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