Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

Florence + The Machine Cancelam Concerto no Alive

Informa a Everything is New:

 

Em virtude de um problema nas cordas vocais de Florence Welch, os Florence + The Machine viram-se forçados a cancelar a actuação marcada para dia 14 de Julho no Optimus Alive'12. O problema afecta também o concerto agendado para dia 12 de Julho em Espanha, no Festival Benicàssim.

 

A organização do Optimus Alive deseja recuperação total e rápida a Florence Welch, esperando ter, o mais brevemente possível, a oportunidade de ver ao vivo em Portugal os Florence + The Machine.

Em breve será anunciado o artista que vai ocupar o lugar deixado vago por este cancelamento.

Novo álbum de Mark Knopfler em Setembro


O oitavo álbum a solo de Mark Knopfler, «Privateering», vai ser editado a 3 de Setembro.

 

Aquele que é o primeiro disco duplo do ex-Dire Straits, percorre diversos lugares e personagens com o Atlântico a unir inspirações americanas e europeias. São convidados Kim Wilson(harpa), dos Fabulous Thunderbirds, Tim O'Brien(mandolim), a cantora Ruth Moody dos The Wailin' Jennys, Paul Franklin (pedal steele) e Phil Cunningham (acordeão).

O registo traz uma vintena de canções. As gravações decorreram no estúdio British Grove, propriedade de Knopfler.

 

in Disco Digital

Fausto nos coliseus em Outubro

Fausto vai apresentar o primeiro álbum em oito anos nos coliseus em Outubro.

 

«Em Busca das Montanhas Azuis» é o pretexto para concertos a 20 de Outubro no Coliseu dos Recreios e cinco dias depois no Coliseu do Porto. O preço dos bilhetes varia entre 30 e 60 euros com excepção dos camarotes.

O disco conclui uma trilogia iniciada em «Por Este Rio Acima» e prolongada em «Crónicas da Terra Ardente». Curiosamente, Rui Veloso vai fazer as mesmas salas mas a 19 de Outubro no Porto e a 10 de Novembro em Lisboa.

Super Bock Super Rock, dia 3: Meco, sol e pouco rock

 

No último dia do Super Bock Super Rock, estiveram cerca de 25 mil pessoas mas quantas queriam ver Peter Gabriel? O que podia ter sido um concerto memorável, tornou-se um momento penoso.

 

O Super Bock Super Rock não correu bem. Escasso e desinteressado público, vazio de concertos memoráveis e um estado de espírito geral atípico para um momento que se quer de celebração. O contexto social pode não ser de festa mas se há papel que os festivais têm assumido é o do entretenimento, com os concertos como ponto de partida para uma partilha de emoções que, na idade adulta deste tipo de eventos, ultrapassa largamente a música.

Daí que um espectáculo que podia ser belíssimo num outro anfiteatro - por exemplo, no Cool Jazz Fest - se tenha transformado numa marcha penosa e profundamente descontextualizada num festival que tem como perfil «massas informadas». De experiências anteriores, já se sabia que músicos pré-geração de 80 não motivam os pais a sair de casa para ir ao festival dos filhos. Tinha sido assim no Optimus Alive em 2008 com Bob Dylan e Neil Young. Bruce Springsteen é de outra galáxia.

 

No caso de Peter Gabriel, o enriquecimento musical da New Blood Orchestra contribuiu ainda mais para o vexame de um concerto que só teve dimensão de palco e alguns (poucos) indefectíveis à frente. A abertura com «Heroes», de David Bowie, perante a passividade geral fez soar o alarme para um alinhamento que só aqueceu verdadeiramente num final em que se ouviram «Solsbury Hill», «Biko» e «Don´t Give Up».

Foi um monumental mas evitável erro de casting que reforçou a conclusão a tirar deste Super Bock Super Rock:  em tempo de vacas magras, só um cartaz conciso como o do ano passado com Strokes, Portishead, Arctic Monkeys e Arcade Fire ou uma atracção irrecusável faz mover o público. Perante concorrência fortíssima vinda de Algés e a má imagem deixada pelo festival nos dois anos anteriores, o desinteresse ficou patente até no recinto. Ironicamente, no ano em que a organização melhorou a olhos vistos (menos pó, mais luz, ausência de trânsito e de filas na restauração), o exame mal chegou a começar. Ganhou-se em conforto aquilo que se perdeu em calor humano mas o saldo, do ponto de vista da emotividade, foi negativo.

 

Ao longo de todo o festival, houve sempre algum pormenor a falhar. Por exemplo, no terceiro dia Aloe Blacc tem deu um concerto empolgante, capaz de dosear canções de carácter expansivo como «Loving You Is Killing Me», a obrigatória «I Need A Dollar» e versões como «Be Thankful For What You´ve Got» mas porque razão tocou ainda com a luz do dia e uns Shins já fora de época ficaram com o prime time é um enigma que só as companhias aéreas provavelmente saberão responder.

Ou Skrillex com um live act poderosíssimo mas traído pela qualidade de som do palco EDP, o tal que ficou sem luz durante o concerto de Little Dragon, um problema que já dura de há vários festivais a esta parte e não apenas o SBSR. Mas é indiscutível que o único aglutinador de multidões da última noite foi o produtor de dubstep virulento, o que não surpreende porque se trata de alguém que toca nos corações do festivaleiro típico. 

 

Pode não se gostar dos beats gordos e duros cheios de wubs mas Skrillex tem uma noção de dinâmica muito apurada, à qual é acrescentada uma dimensão visual com jogos de luzes e vídeo-arte do melhor que se conhece no panorama superstar DJ. Mas no palco «secundário», é impossível esquecer o crowdsurfing de St. Vincent e a candura de Regina Spektor, também convidada de Peter Gabriel. 

 

por: Davide Pinheiro, Disco Digital 

davidevasconcelos@gmail.com

Super Bock Super Rock, dia 2: M.I.A. Del Rey

Davide Pinheiro e João Gonçalves

Lana Del Rey jogou para o trono mas quem tinha as cartas era M.I.A. Da segunda noite de Super Bock Super Rock ficaram ainda óptimos concertos de Friendly Fires e Wraygunn. E desta vez, houve cerca de 20 mil pessoas para os ver.
O segundo dia do Super Bock Super Rock começou praticamente como terminara o primeiro dia. Vazio e com uma banda sem um horário conveniente. Tal como os Hot Chip tinham sofrido com a ausência de público na noite anteriores, também os seus primos da DFA, The Rapture se depararam com uma plateia pouco composta para ver um espectáculo muito similar ao apresentado há pouco menos de um mês no Optimus Primavera Sound. Mesmo não sendo uma banda diurna, responderam com competência. «How Deep Is Your Love», o hino ringtone, acabou por chamar os distraídos mas a grande canção continua a ser «House of Jealous Lovers».
 
O happening da noite e até do festival foi Lana Del Rey. Para quem não recebeu feedback do concerto do Sónar a segurança na voz, o registo intimista e a proximidade com o público foi uma surpresa. A performance horripilante no «Saturday Night Live» já lá vai: a cantora que esteve no Meco nada tem a ver com a figura assustada e temerosa que falhou onde não podia. Aquilo a que se assistiu foi uma espécie de recomeço, uma segunda oportunidade justa para uma voz que, desta vez, não errou.
 
Foi um bom concerto, confiante e afirmativo, que, porém, deixou a nu a fragilidade das canções. E são muitas. Por muitos gestos à Rita Hayworth, por muita pose que encene (antes uma boa representação que uma personagem sem vida), por muito que se aproxime do público e se deixe tocar para mostrar que é real, o repertório de Lana Del Rey é demasiado fraco. Ou dito de outra forma, não sustenta uma personagem que tem agora outro músculo. Falta-lhe o «argumento» para defender a iconografia mas a estreia em Portugal amenizou o ódio que se gerou à sua volta.
 
Surpreendente foi a histeria adolescente nas primeiras filas; Lana Del Rey respondeu de forma tocante e repetiu a visita aos seus fãs, talvez para garantir que é real, de carne e osso. Ouviram-se as canções que todos esperavam - «Video Games», «Born To Die», «Blue Jeans» e «National Anthem» - mas também não havia mais. Quando se comentava uma possível queda, a reacção foi de pé e em frente. Para muitos, representou a manutenção do estado de graça; para todos o resguardo do estado de graça.
 
A ambição foi o trono mas quem tinha as cartas era M.I.A. que limpou a imagem de um concerto pobre no Sudoeste de há dois anos. Então, apresentou-se no mesmo formato, com uma DJ e bailarinos, mas sem uma potência sonora a condizer. Desta vez, a artista do Sri Lanka pôs os «betos» a dançar ao som do subúrbio com ritmos que não são tão estranhos agora como seriam em meados dos anos zero quando se tornou um dos primeiros rostos da viralidade da Internet.
 
O som de M.I.A. representa a rua e as ruas. O caos, o trânsito, a vivência na pele e o apelo aos sentidos. A qualidade do som nem sempre ajudou - um problema que se arrasta há diversos festivais que não apenas o SBSR - mas M.I.A. dominou o público com uma comunicação global que não precisa de muitas palavras para libertar uma mensagem de liberdade e transgressão. Teoricamente, viria apresentar um álbum novo mas, inteligentemente, percebeu que num festival isso pouco ou nada importa. Mais importante é fazer festa. Teste passado com distinção. Melhor concerto da noite.
 
Mesmo sem sopros, os Friendly Fires confirmaram que são uma óptima banda ao vivo e não se trata apenas de energia. Canções como «Hurting» são realmente boas e merecem ser descobertas ou recuperadas (riscar o que não interessa). Se há concertos que valorizam bandas, este foi um deles. Do rock dançável com sensibilidade saiu uma actuação com calor e emoção a pedir um regresso em nome próprio. Ou como as carreiras dependem hoje mais dos singles e do factor de palco do que de um longa-duração.
 
O slogan do Super Bock Super Rock é Meco, sol e rock´n´roll mas a última palavra nem sempre é cumprida no cartaz, também pela ausência de acontecimentos no rock actual (Black Keys e Alabama Shakes são excepções que não anulam a regra). Se olharmos para dentro, o panorama não é diferente pelo que uma banda com um estatuto sólido como os Wraygunn tem hoje ainda mais traquejo naquele que sempre foi o seu habitat natural: o palco.
 
Com argúcia, foram capazes de reconhecer que num festival não vale a pena investir no álbum mais recente quando já poucos ouvidos se dedicam com afinco a um longa-duração. Por isso, concentraram-se em canções com história no mapa recente do rock português - «She´s a Go-Go Dancer» ou «Drunk Or Stoned?», juntaram-lhes dedicatórias às miúdas mais giras do festival, uma versão de «Teenage Kicks» dos Undertones e construiram um concerto rock exemplar. A seguir, os Horrors foram bem recebidos graças ao último álbum «Skying» que mostrou ter uma legião considerável de conhecedores.

 

Super Bock Super Rock, dia 1: As sessões do deserto

Davide Pinheiro e João Gonçalves

Os problemas do pó no recinto e do acesso a Herdade do Cabeço da Flauta foram resolvidos mas não pelas melhores razões. A fotografia da primeira noite do Super Bock Super Rock é a de um cenário desolador de público que contagiou as bandas.
O tema de todas as conversas no primeiro dia do Super Bock Super Rock não foram os concertos mas sim o vazio de público. Razões? Carteiras que não esticam e cada vez mais se contém, um cartaz inferior ao da concorrência directa do Optimus Alive e a imagem negativa que o festival deixou desde que se mudou para o Meco.
 
Ironicamente, a virtude das duas edições anteriores, o cartaz, é o maior defeito deste ano; não por não haver bandas com relevância mas pelas divergências geracionais. Por exemplo, Peter Gabriel dirige-se a um público que já não vai a festivais de rock com um espírito «adolescente» enquanto Skrillex é um ídolo teen do microblogging que também não veio em comitiva para o Meco. Pelo menos, não num número suficientemente grande para um cabeça-de-cartaz.
 
O primeiro desafio do festival foi vencido. A relva sobreviveu sem problemas e o recinto ganhou uma nova cara, mais verde. É verdade que a pouca afluência de público (a olho nu não estariam dez mil almas) ajudou a concretizar esse objectivo mas esse foi um passo necessário dado com eficácia.
 
Nesta quinta-feira - e a antecipação do festival para um dia de semana também não ajudou - os Incubus falharam onde podiam ganhar: o desafio à geração de 90. Foi um concerto sem chama, no máximo cumpridor, em que o auge foi uma imitação da Pantera Cor-de-Rosa por Brandon Boyd. O sexo feminino ganhou um pretexto para colorir os sonhos mas, se mais provas fossem necessárias, percebeu-se porque razão os Incubus ficaram presos no tempo. Os êxitos de há uma década são os mesmos: «Pardon Me», «Nice to Know You» e «Wish You Were Here». O resto é palha para encher jogos de cartas.
 
Não menos decadentes estão os Bloc Party que apesar de terem surpreendido ao apresentar uma versão de «We Found Love», de Rihanna, mostraram que não deviam ter voltado ao activo. Em palco, viu-se uma banda sem emoção, química ou vontade, que deveria ter conservado a memória intacta em vez de regressar. Há um álbum novo previsto para Agosto mas isso pouco ou nada interessou e os Bloc Party foram os primeiros a desentusiasmar-se. Se em 2004, surgiam como uma banda de revivalismo fresco, oito anos depois são um corpo ligado à máquina, arrasado pelo tempo. Kele, volta para a electrónica!
 
E a fechar o palco maior, os Hot Chip sofreram, e de que maneira, com a debandada geral e deram um concerto à dimensão da lotação com que se depararam. Prometiam uma celebração mas nem chegaram a atirar os foguetes, tal a pressa com que despacharam hinos de pista como «Ready for the Floor» ou o novo «Night & Day». Mas se não havia (quase) ninguém para apanhar as canas, que culpas lhes podemos atribuir? Há dois anos, perante um contexto diferente tinham feito a festa. Agora nem festinhas.
 
Nem tudo foi mau, bem pelo contrário. Como os Chromeo no passado, os Battles agigantaram-se num palco teoricamente mais pequeno, mas com ouvidos mais dedicados, e deram um concerto de virtuosismo e ideias em que os dois álbuns são passados em revista com a dimensão experimental perfeita e necessária para um festival. Não havia muita gente para os ver e ouvir mas quem arriscou, não saiu a perder. Foram os vencedores da noite para uma imensa minoria que também «celebrou» Bat for Lashes, uma performance em crescendo, e os Alabama Shakes.
 
Quanto a estes últimos, ilustres representantes de um rock´n´soul canónico, levam o prémio de revelação, não tanto pelo espectáculo que se limitou a reproduzir as boas canções do álbum «Boys & Girls» mas porque a sua presença no SBSR abriu um bom precedente. «Hold On», o single foi o segundo tiro de um alinhamento sem sobressaltos em que o registo on the road foi cumprido por músicos que parecem saídos de uma bomba de gasolina algures na Route 66.
 
 Na tenda electrónica, Dâm-Funk foi o Prince do boogie a quem faltou outro tipo de reacção popular para que o mercúrio dos termómetros subisse. A seguir, os Apparat trouxeram abstraccionismo, dinâmicas e tensões que, apesar da beleza intrínseca, não foram a melhor companhia para os restantes ritmos. Flying Lotus desiludiu, não por sua culpa, mas por se apresentar como DJ em vez de live act. E os Magnetic Man fizeram muito para contrariar a pouca potência do PA mas os graves nunca chegaram a ser «sub». No mínimo, mereciam mais som e gente para ouvir a sua estreia em Portugal. Uma sina deste SBSR.

Casa cheia no Festival Med

A nona edição do Festival Med registou casa cheia nas duas noites.

 

O certame realizou-se esta sexta e sábado no Castelo de Loulé e registou 12 mil pessoas, avança um comunicado. Pelos diversos palcos passaramA Curva da Cintura com Arnaldo Antunes,Toumani Diabaté e Edgard Scandurra, Jamaican Legends com Ernest Ranglin, Sly & Robbie e Tyrone Downie, Boubacar Traoré, Cheikh Lô e Smod, entre outros.

A selecção nacional esteve representada por Norberto Lobo, A Caruma, Paus, You Can´t Win Charlie Brown e A Jigsaw, entre outros. Para Joaquim Guerreiro, Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Loulé e programador do festival,«esta edição foi uma das mais intensas de todo o Festival Med».

Pág. 3/3

redes sociais

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mais sobre mim

foto do autor

Links

actualize-se

Festivais

  •  
  • sirva-se

  •  
  • blogues da vizinhança

  •  
  • músicas do mundo

  •  
  • recordar João Aguardela

  •  
  • ao vivo

  •  
  • lojas

  •  
  • Arquivo

    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2017
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2016
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2015
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2014
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2013
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2012
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2011
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2010
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2009
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D
    131. 2008
    132. J
    133. F
    134. M
    135. A
    136. M
    137. J
    138. J
    139. A
    140. S
    141. O
    142. N
    143. D
    144. 2007
    145. J
    146. F
    147. M
    148. A
    149. M
    150. J
    151. J
    152. A
    153. S
    154. O
    155. N
    156. D
    157. 2006
    158. J
    159. F
    160. M
    161. A
    162. M
    163. J
    164. J
    165. A
    166. S
    167. O
    168. N
    169. D