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Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

João Aguardela revisitado no Musicbox logo à Noite

O Musicbox acolhe hoje «Megafone», uma noite que presta homenagem a João Aguardela, com actuações de músicos e DJs.

O projecto «Megafone», da autoria de um grupo de alunos da Restart, junta em palco os Peste & Sida, Ribas (dos Tara Perdida), Walter Benjamin, Velha Gaiteira, Pedro Moutinho, DJ Ride, X-Acto, Eduardo Jordão e Filipe Valentim.

Estes artistas reinterpretam alguns dos temas mais marcantes do fundador de projectos como Os Sitiados, A Naifa ou Megafone.

Estão compreendidos trabalhos de 13 álbuns, num universo temporal de 17 anos, segundo o divulgado em comunicado.

Pelas 24:00 começam os concertos, com pop, rock, tradicional, fado e hip hop. Mais tarde, pelas 01:30, tem lugar o DJ set de world music com António Pires. DJ Ride traz o funk, a electrónica e breaks a partir das 02:30. A partir das 01:30 também começa o VJ set da Dub Video Connection.

O Grandes Sons não vai faltar.

Gaiteiros de Lisboa no Cinema São Jorge: Regresso às Origens

O Rotas & Rituais arrancou em grande estilo no cinema São Jorge com o regresso dos Gaiteiros de Lisboa aos palcos da capital. Uma viagem de quase duas horas recuperando músicas do passado e lançando já algumas canções do disco novo a ser editado brevemente.

Arrancou a segunda edição do Festival Rotas & Rituais, inserido nas Festas de Lisboa, que este ano é dedicado «à Transumância, cujos trilhos uniram gados, gentes e perspectivas para além das fronteiras». Feliz escolha para a abertura, os Gaiteiros de Lisboa confessaram que já nem lembravam da última vez que tinham actuado na capital, o que não deixa de ser irónico.

A comemorar 15 anos de actividade o grupo passa por uma renovação com a saída de José Salgueiro e a entrada de José Martins. Há disco novo a sair brevemente, e um passado valioso a ser devidamente cuidado. «Sátiro», de 2006, é agora reeditado após ter esgotado a sua edição original. É precisamente no equilíbrio entre as canções dos quatro registos já editados e os caminhos do futuro que está o encanto dos Gaiteiros.

A sala do São Jorge ficou, lamentavelmente, longe de encher mas o público heterogéneo fez questão de aquecer um ambiente já de si muito quente devido à falta de ar condicionado. Alguns espectadores mais afoitos fintaram a preguiça das cadeiras e levantaram-se para dançar festivamente quando os tambores marcavam o alucinante ritmo das gaitas de foles.

Houve apenas um «cheirinho» do novo disco. «Era para ser um pivete, mas só pode ser um cheirinho», explicou Carlos Guerreiro. Foram duas canções, uma delas tem a voz de Ana Bacalhau dos Deolinda mas só no disco, porque apesar da presença na plateia da vocalista, assim como de Sérgio Godinho que também entra no novo disco, os Gaiteiros não chamaram ninguém ao palco.

Uma noite bem passada em que se matou saudades das canções de «Macaréu», «Invasões Bárbaras», «Bocas do Inferno», e «Sátiro», pelo meio com duas versões de José Afonso. Destaque para «A formiga no carreiro» que foi cantada por João Aguardela no disco de tributo «Os Filhos da Madrugada». Hoje à noite será o homem do Megafone a ser homenageado no Musicbox.

É assim que se faz a história da boa música portuguesa, e os Gaiteiros de Lisboa são uma autêntica instituição musical da nossa cultura. Mereciam mais concertos na sua cidade.

in disco digital

Rafael Toral no jardim do Museu do Chiado Hoje

Quintas à noite no Museu
Programação Filho Único

02.07.2009 - 23.07.2009
Jardim de Esculturas


Figura incontornável das músicas de pesquisa e concretização lateral no panorama nacional, largamente reconhecido internacionalmente, Rafael Toral dá o seu segundo concerto em Lisboa após uma bem sucedida digressão norte-americana, e depois de uma apresentação em trio na Culturgest em Junho.

Aqui, a solo, continua a expor o trabalho dos seus ‘Space Studies’, utilizando vários instrumentos de natureza electrónica. ‘Space’, o programa que tem vindo a desenvolver na sequência da sua obra de música ambiental e contínua primordialmente estruturada a partir da guitarra eléctrica, sucede a um período de colaboração intensa com o trompetista Sei Miguel, que, segundo o próprio Toral, informou de maneira crucial esta fase do seu percurso.

Definindo a música, a sua arquitectura e propriedades mais elusivas, através de frases, silêncio e uma particular visão orquestral de músicas outras, o ‘Space Program’ tem vindo, em crescendo, a mostrar várias possibilidades de um futurismo contemporâneo (ou de um passado contemporâneo descontinuado) no jazz e nas músicas meta-estilísticas.

Museu do Chiado

O Arranque da 360º Tour dos U2



O Público esteve no arranque da digressão dos U2 e conta como foi o concerto de Barcelona:

Uma estrutura em forma de nave espacial no meio do estádio para 90 mil pessoas em delírio. Os U2 iniciaram, ontem, em Barcelona, a 360º Tour", dedicando "Angel of Harlem" a Michael Jackon e falando, via satélite, em directo, para uma estação espacial.

O texto completo pode ser lido em:
U2 iniciaram digressão com concerto majestoso

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