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Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

Hoje Começa o Sumol Summer Fest na Ericeira




Hoje podemos contar com as actuações de Patrice, Horace Andy, The Original Wailers, Police in Dub e os Souls of Fire.
Os bilhetes do Sumol Summer Fest têm o preço de 25 euros diários ou 40 euros para o passe de 2 dias, este com campismo grátis no Ericeira Camping.

Página oficial:
O SUMOL SUMMER FEST, realiza-se NO ERICEIRA CAMPING, nos dias 26 e 27 de Junho. Ao comprares o bilhete de 2 dias, tens gratuitamente acesso ao parque de campismo por 2 noites na zona de tendas/iglos, beneficiando de todos os serviços que este parque dispõe: restaurante, balneários (chuveiro quente),etc, para mais informações vai a www.ericeiracamping.com.

Assim, no palco com vista para a ‘meca’ do surf nacional, no dia 26, destaque para Patrice, Horace Andy, Ojos de Brujo, The Original Wailers e os Souls of Fire. No dia 27, o palco recebe o nome grande do Reggae cantado em francês, Tyken Jah Fakoly, o caribenho Mishka, a nova promessa do songwritting que cativa já grandes audiências internacionais, Justin Nokuza, assim como os Police in Dub.

Também no segundo dia, ainda o inovador colectivo, referência da grande música de origem caribenha, os Culcha Candela e a portuguesa Ana Free. Mas a boa onda não se fica apenas pelo Palco Sumol. Na Tenda Good Vibes, o espaço onde a música electrónica fará as delícias daqueles que não gostam que a festa acabe cedo, presentes vão estar, no dia 26 de Junho, a eclética dupla alemã Tiefschwarz, que irá brindar os festivaleiros com o seu Deep House carregado de Nu Jazz, Dub, Techno sempre com pitadas de electrónica retro; Magazino, que trará o seu House, Minimal com algum Neo-Disco ou até mesmo Old School Detroit Techno e João Maria, um dos dj’s mais dinâmicos da cena electrónica portuguesa.

No dia seguinte, atrás dos pratos estará o paulista DJ Patife, nome grande da cena electrónica brasileira e do Drum N’ Bass mundial; Miguel Rendeiro, um dos mais prestigiados e requisitados DJ’s portugueses da actualidade e Mary B, com a sua perspectiva feminina e abrangente da música electrónica usada para interagir com diferentes pessoas em diferentes ambientes.

Michael Jackson Já Tinha Morrido. A Sua Música é Que Não.


Estava eu a pensar no que escrever quando encontro as palavras certas do mestre Rui Miguel Abreu:

Por esta altura o planeta inteiro já sabe que Michael Jackson desapareceu. Claro que é impossível não ver na história trágica de Michael - e no carácter profundamente perturbado da sua mente - um reflexo da nossa própria humanidade, mas o Michael que hoje se chora é precisamente o que não morreu - o músico, o criador ímpar que ajudou a impôr a Motown como verdadeira força cultural numa América muito diferente daquela que hoje existe. Michael falece aos 50 anos precisamente no ano em que a própria Motown celebra meio século de vida, idade demasiado redonda e perfeita para não servir de impulso ao mito. Criativamente, Michael Jackson já há muito que tinha deixado de ser relevante, mas o facto de ter deixado uma obra absolutamente incólume ao rolo compressor dos media é uma prova clara da grandeza artística da sua vida. Que descanse, finalmente, em paz.

O "Novo" Grandes Sons

Com mais de 3 anos de vida este espaço conhece um novo visual. Com a chegada da temporada de inúmeros concertos e Festivais de norte a sul, o Grandes Sons muda a cara e promete marcar presença em muitos deles fazendo reportagens e dando informações juntamente com o Disco Digital.
Alive, Sudoeste, Paredes de Coura, Sines, e muitos concertos em sala ou ao ar livre terão eco aqui. Como sempre tem acontecido nos últimos 3 anos, agora num espaço revisto, aumentado e melhorado.

O meu agradecimento nesta operação vai para o amigo de sempre Rui Malheiro.

Os maiores festivais de 'World Music' por Cá

Ainda sobre o artigo do DN:

Os maiores festivais de 'World Music'

Rotas & Rituais Para além do Med, também o festival Rotas & Rituais arranca hoje. A segunda edição é dedicada à transumância. O cartaz oferece concertos de Gaiteiros de Lisboa, Master Musicians of Jajouka e Kepa Junkera, no Cinema São Jorge (Lisboa), de 2 a 4 de Julho. A programação paralela inclui exposições de fotografia e ciclos de documentários.

Sete Sóis Sete Luas Promovido por uma rede cultural de 20 cidades e dez países, este festival realiza-se em Oeiras, Ponte de Sor, Lajes do Pico, Vila Real de Santo António, Odemira e Castro Verde.

Mestiço Nos dias 2 a 5 de Julho, a Casa da Música (Porto) recebe nomes como Naná Vasconcelos, JP Simões, Babylon Circus, Natiruts, Konono N.º 1 e Bruno_M.

Arrábida WM Estreante nestas andanças, o Arrábida WM traz a Portugal artistas como Tinariwen, Sun Ra Arkestra e Techeka. Os concertos estão marcados para o Forte de São Filipe, na Arrábida.

Évora Clássica O 15.º aniversário deste festival é assinalado com um cartaz virado sobretudo para as cultura asiáticas, balcânicas e mediterrânicas. O Évora Clássica celebra também o cinema indiano e a indústria de Bollywood. De 7 a 15 de Julho no Palácio Cadaval.

Tom de Festa Tondela também tem o seu festival de músicas do mundo, baptizado de Tom de Festa. Não se tratando da primeira edição, a deste ano é a mais ambiciosa, com a presença de Chico César, Kasai Massai, Júlio Pereira e os Tocá Rufar, entre outros, no espaço ACERT, de 14 a 18 de Julho.

World Music Festival LX'09 Nem só fora dos grandes centros se realizam festivais deste género. A LX Factory recebe o World Music Festival LX'09 de 14 a 19 de Julho. O cartaz é praticamente geminado com o Tom de Festa.

FMM Sines O maior festival deste tipo em Portugal. Este ano, destacam-se Lee Scratch Perry, a Chucho Valdés Big Band e os portugueses OqueStrada, além de múltiplas actividades paralelas. Início marcado para 17 de Julho e encerramento oito dias depois.

Andanças Um festival de dança com música que se realiza de 3 a 9 de Agosto no concelho de São Pedro do Sul.

MED Arranca Hoje em Loulé



A propósito do arranque do Festival MED reproduzo aqui o trabalho que o D.P. assina hoje no DN sobre este e outros festivais de verão semelhantes.

Arranca hoje em Loulé aquele que é o primeiro grande festival de world music do Verão. O MED abre uma temporada em que este tipo de eventos se multiplicam por todo o País, Lisboa e Porto incluídos. Estaremos na presença de um fenómeno?
"Sim, claro", começa por explicar António Pires, antigo jornalista do jornal Blitz e autor do blogue Raízes e Antenas (que juntamente com o Crónicas da Terra, de Luís Rei, são verdadeiras bíblias para quem se interessa por este tipo de música).
"Não sei se será um fenómeno tão repentino, mas é verdade que estes festivais têm crescido bastante nos últimos anos. Agora estão é mais visíveis. No fundo, é o seguimento dos Intercélticos (um dos mais antigos festivais de world music). Há dezenas deles e há cada vez mais gente a ir", defende.

Falemos de números.
O MED espera aproximadamente 25 mil pessoas, ou seja, mais do que os 20 mil habitantes locais. Em Sines, chegam a passar 25 mil pessoas... por noite. Ou seja, ao nível de alguns dos maiores festivais de rock portugueses (Super Bock Super Rock, Optimus Alive! ou Paredes de Coura, por exemplo).
"Há um crescimento sustentado. Quer Sines quer Loulé estão já na primeira divisão dos festivais de música em Portugal, não só em termos de qualidade mas em termos de público. Tem a ver com um fenómeno global que é resultado do acesso às tecnologias e consequentemente à informação. É o lado bom da globalização", sustenta Vasco Sacramento, que, por exemplo, foi responsável pela programação do palco de world music no Rock in Rio, em 2004. "Isto não se verifica só na música. Nota-se muito na decoração. É frequente ver casas com elementos étnicos. Na gastronomia, há centenas de restaurantes internacionais. No fundo, isto também tem muito a ver com o cansaço de formatos pop/rock. Não gosto de me queixar, mas o elo mais fraco desta cadeia tem sido sempre a imprensa", acrescenta ainda Vasco Sacramento.

António Pires junta ainda outros motivos a este conjunto de factores que justificam o fenómeno. "Os festivais de world music são abrangentes em termos musicais e transversais em termos de gerações. Há muita gente aberta para questões paralelas, não só musicais, mas também sociais, políticas ou energéticas. É um boom que conhece o epicentro nestes festivais."

Mas quem será, afinal, o público destes festivais? Quem se predispõe a acartar com tendas e assentar arraiais num parque de campismo para ver um guitarrista maliano, uma cantora da Venezuela ou o nome maior do rock chinês?
"Há um público de primeira geração que está nos 30 e muitos, 40 e tal e que liga sobretudo aos brasileiros, cubanos e celtas. Depois há uma nova geração atenta aos indianos, aos ciganos, aos magrebinos, essencialmente. Esse público está na casa dos 20 anos, mas vê-se gente de todas as idades." Certo é que a disponibilidade para a descoberta é, necessariamente, diferente daquela que se verifica no festivais de música pop e rock, como explica António Pires. "Há muita gente que não sabe ao que vai e está disposta a descobrir", declara. Contudo, já se notam diferenças face a um passado recente, e se, há uns anos, "as pessoas iam pela experiência", hoje são cada vez mais "os artistas" que vendem bilhetes. "Isso é uma prova maturidade da world music'. Os Ojos de Brujo movimentam muita gente. O Buena Vista criou uma marca", explica ainda Vasco Sacramento, para quem um dos segredos reside, igualmente, na oferta: "Estes festivais oferecem sempre mais do que música. Há uma série de actividades paralelas como a gastronomia e exposições que ajudam a complementar o cartaz." António Pires dá a estocada final: "É muito mais apelativo ir para o Castelo de Loulé ou para Sines do que para um descampado."

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