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Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

Pitchforkmedia.com em Papel!

O site de música Pitchforkmedia.com passou pela primeira vez a papel com a edição de um guia com as 500 melhores canções de 1977 a 2006. "The Pitchfork 500: Our Guide to the Greatest Songs from Punk to the Present" é lançado a 11 de Novembro.

De Brian Eno, Iggy Pop e David Bowie até Arcade Fire, The White Stripes e Kanye West, o guia da "Pitchfork" passa por todos os géneros de música e artistas.

Nomeado pela "The New York Times Magazine" como o "melhor site de crítica musical na Internet", o Pitchforkmedia.com nasceu em 1995 e rapidamente se tornou um dos sites mais visitados, com mais de 1,6 milhões de leitores mensais.

Os Guns a Tramarem a Dr. Pepper

Não sabemos que tipo de desespero levou a marca de bebidas Dr. Pepper a prometer um refresco grátis a cada norte-americano (são mais de 300 milhões, pelas últimas contas da CIA) se os Guns 'n' Roses se deixassem de fitas e lançassem o novo álbum, "Chinese Democracy", até ao final do ano. O que sabemos é que os Guns 'n' Roses vão lançar o novo álbum até ao final do ano - é já no dia 23 de Novembro - e que a Dr. Pepper lá terá de oferecer 301139947 garrafas à América (a Dr. Pepper e a sua grande boca...).

Não há outra saída, admitiu um porta-voz da empresa à BBC: "Agora, tudo o que podemos fazer é continuar com a promoção".

A logística vai ser menos aparatosa do que à partida poderíamos supor (ah, as maravilhas da info-inclusão!): a Dr. Pepper vai colocar na sua página da Internet um vale à disposição de cada norte-americano que poderá ser reclamado até 24 horas depois do lançamento do disco. Depois de inscritos, os interessados só têm de esperar umas semanitas pelo vale e de o trocar por uma garrafa na loja de conveniência mais próxima.

A "demonstração de solidariedade sem precedentes" da Dr. Pepper só não tem uma cobertura tão universal como a do plano de saúde proposto por Barack Obama porque há dois americanos que vão ficar de fora (e até já foram da banda): os guitarristas Slash e Buckethead.
in Público

Omara Portuondo na Aula Magna: Nós é Que Agradecemos

Noite de emoções na Aula Magna em Lisboa a registar boa afluência de público apesar dos preços altos dos bilhetes. A senhora revelada pela odisseia da família Buena Vista Social Club esteve à altura das altas expectativas dos que ansiavam ouvir a sua doce voz a embelezar clássicos do universo musical sul americano. Com uma vitalidade notável, Omara conseguiu levantar a Aula Magna depois de mais de uma hora a arrepiar, alegrar, e aquecer corações.

Costuma dizer-se que não é elegante falar da idade das senhoras. Omara é uma excepção, e por isso comecemos logo por lembrar que começou a sua carreira em 1945, e portanto eram naturais os receios à porta da sala sobre a forma em que a iamos ver.
Em poucos minutos dúvidas dissipadas. Portuondo está em digressão porque está no pleno das suas faculdades. Aos 78 anos canta sem mácula, passeia-se pelo palco, mete-se com a plateia, e ensaia o seu pézinho de dança. Mesmo quando está sentada é uma figura expressiva. Física, e vocalmente, aprovadíssima.

O concerto vive muito do conceito do recentemente editado disco «Gracias». Faz sentido. Omara está a gozar o efeito de uma fama que tardou mas não falhou. Graças à aventura Buena Vista Social Club o mundo passou a conhecer as vozes mais bem guardadas de Cuba. E se homens como Ibrahim Ferrer, devidamente homenageado quando se ouviu «Dos Gardenias», ou Compay Segundo já não tiveram muito tempo para sentir a consagração mundial, Oamara aproveita as suas forças para agradecer a felicidade do reconhecimento de todos.

É natural que entre em palco ao som da canção «Gracias», e termina a noite abandonando o palco a cantarolar a mesma música. Sai-lhe da alma sinceramente, e comove-nos a todos.
A noite foi sempre assim, emocionante. É engraçado o contraste em palco. Na frente a diva cubana vestindo um alegre traje amarelado, em seu redor cinco excelentes músicos trajando discretamente tons escuros para que a vocalista seja o centro de todas as atenções. Curiosamente os músicos são todos jovens virtuosos que olham para a sua líder com um respeito e carinho digno de assinalar.

Momentos mais marcantes da noite foram os que resultaram da interacção com o público. Omara pede muitas vezes a colaboração de quem assiste, e até conseguiu fazer saltar da primeira fila um espectador mais afoito que não se inibiu de cantar, e dançar de mão dada com a diva.
Durante mais de uma hora seguida ouviram-se as canções do novo disco com destaque para arrebatadora versão de «O Que Será» de Chico Buarque.
Depois houve tempo para uma longa apresentação da banda que sozinha em palco deliciou a sala com os inconfundíveis ritmos cubanos sempre guiados pelas notas de piano.

Foram cerca de 15 minutos instrumentais que serviram para Omara ganhar balanço para uma recta final de concerto entusiasmante com direito a encore e tudo. Privilégio total para quem pode a partir desta noite dizer que já cantou «Besame Mucho», e «Guantanamera» com a voz feminina mais emblemática de Cuba. Sendo que esta última canção levou mesmo o público a saltar das cadeiras e a abafar o som de palco cantando a plenos pulmões. Em jeito de retribuição, Omara foi saindo de cena cantando impecavelmente o refrão de «Uma Casa Portuguesa» celebrizado pela nossa diva Amália.
Noite perfeita.

in Disco Digital

Eels ao Vivo de Borla

Os norte-americanos Eels disponibilizaram um EP ao vivo que pode ser descarregado gratuitamente no seu site oficial (Eelstheband.com).

Os quatro temas - «Fresh Feeling», «Packing Blankets», «Jeannie's Diary» e «Climbing To The Moon» – foram gravados numa actuação em Manchester, em 2005.

O EP pode ser descarregado até dia 28 de Outubro, data em que a banda edita uma versão com três discos do seu álbum de 2005, «Blinking Lights And Other Revelations».

Kill Your Idols na Pitchfork.TV



S.A. Cary presents the intricate history of New York's art-punk scene in this 2006 PALM documentary. The influence of bands such as Suicide, Teenage Jesus & The Jerks & the Sonic Youth, is assessed with current bands such as The Yeah Yeah Yeahs and Liars.

Deolinda na Aula Magna: Uma Casa Portuguesa, com certeza

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(foto: Rita Carmo - blitz )

A Deolinda apareceu tímida no início de 2008 e aos poucos foi espalhando a mensagem de uma música talhada para ser uma das sensações do ano. Em Maio o Disco Digital tinha avisado após o concerto do Cinema São Jorge que o grupo de Ana Bacalhau ia fazer furor. Esta noite na Aula Magna não só corresponderam às expectativas como ainda foram contemplados com uma sala esgotada, rendida e histérica a cada canção ao lado.

A nossa reportagem do concerto de Maio terminava assim: «O leitor lembre-se que enquanto não vir a Deolinda ao vivo, o seu ano de 2008 , musicalmente, não faz sentido». Quase meio ano depois, e depois de mais um testemunho positivo por alturas do Sudoeste, a profecia concretizou-se, e hoje em dia a Deolinda já faz parte do gosto popular.

Com um disco editado encheram a Aula Magna e souberam gerir uma hora e meia de concerto inteligentemente com a vocalista a fazer introduções a todas a canções, com direito a alguns encores, algumas repetições, e apresentando já novas músicas que não estão no álbum, abrindo caminho para uma sucessão confiante do primeiro trabalho.

A noite foi de total celebração. Os momentos imprevistos vieram só com as canções não editadas, de resto foi uma harmonia perfeita entre músicos e público já completamente rendido ao encanto da Deolinda. O palco estava despido como poucas vezes se viu naquela sala aproveitando, e muito bem, o cenário natural da Aula Magna com as pinturas a invocarem bem o que é nacional. Tudo a fazer sentido na música bem portuguesa que a Deolinda nos serve. Fado que não chega a ser fado tradiocional, humor inteligente, caricaturas, e sátiras ao quotidiano nacional bem disfarçados em letras bem construídas apoiadas numa sonoridade sempre familiar.

A Deolinda encontrou a receita de sucesso e está na fase de saborear o reconhecimento do público. Um caso de sucesso que é mais do que merecido, e que nos faz vibrar a todos. Afinal estão ali as nossas raízes, tradições, e também o nosso dia a dia. Um concerto em grande para celebrar a melhor estreia discográfica nacional dos últimos tempos. Longa vida à Deolinda!

Deolinda na Aula Magna

Hoje a Deolinda chega à Aula Magna, ponto alto de uma trajectória surpreendente e cheia de bons concertos por esse país fora.
Depois do Cinema São Jorge, e o Festival SW, o concerto de consagração do disco de estreia da Deolina esgotou a Aula Magna para os ver logo à noite às 22h.

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