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Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

Rock in Rio: Cartaz Completo e Definitivo

30 MAIO
PALCO MUNDO
Lenny Kravitz (23h45)
Amy Winehouse (22h00)
Ivete Sangalo (20h30)
James Morrison (19h00)

SUNSET ROCK IN RIO
Sam the Kid & Cool Hipnoise (19h50)
Ricardo Azevedo & Lúcia Moniz (18h15)
Philarmonic Weed & Prince Wadada (17h00)

ELECTRÓNICA
Paul Van Dyk
DJ Axwell
Diego Miranda
Mary Zander

31 MAIO
PALCO MUNDO
Bon Jovi (23h45)
Alejandro Sanz (22h00)
Alanis Morissette (20h30)
Skank (19h00)

SUNSET ROCK IN RIO
Homenagem a Rui Veloso: Expensive Soul & Sara Tavares (19h50)
João Gil & Tito Paris & Marisa Pinto (18h15)
NBC & Verónica Larrenne (17h00)

ELECTRÓNICA
Carl Cox
Christian Smith
François K
Carlo Dall' Anese

1 JUNHO
PALCO MUNDO
Rod Stewart (23h45)
Joss Stone (22h00)
Tokio Hotel (20h30)
Xutos e Pontapés (19h00)

SUNSET ROCK IN RIO
Boss AC & Vitorino (19h50)
Ala dos Namorados & Rão Kyao & Nancy Vieira (18h15)
Jazzinho & Melo D (17h00)

ELECTRÓNICA
David Morales
Dimitri From Paris
Tony Humphries
Mário Roque
Leote

5 JUNHO
SUNSET ROCK IN RIO
Metallica (23h45)
Machine Head (22h00)
Apocalyptica (20h30)
Moonspell (19h00)

SUNSET ROCK IN RIO
Tim & Jorge Palma (19h50)
Wraygunn & The Faith Gospel Choir com The Legendary Tiger Man (18h15)
André Indiana & SP & Wilson (17h00)

ELECTRÓNICA
2 Many DJ's
The Crystal Method
Miguel Quintão
Zé Pedro

6 JUNHO
PALCO MUNDO
Linkin Park (23h45)
The Offspring (22h00)
Kaiser Chiefs (20h30)
Orishas (19h00)

SUNSET ROCK IN RIO
Clã & Convidados (19h50)
Buraka Som Sistema & Deise Tigrona & Bruno M (18h15)
Caim & duas bandas vencedoras dos concursos de bandas de Lisboa e Porto (17h00)

ELECTRÓNICA
Sasha & Digweed
DJ Vibe
Tó Ricciardi
Stereo Addiction

Exposição de Fotografia @ Fábrica da Pólvora



De 27 de Março a 30 de Abril vai estar disponível no Pátio do Sol, na Fábrica da Pólvora a exposição "Luzes da Fama - Fotografias de Concertos". Na exposição vão estar expostas fotografias de de Ana Matias, Hugo Amaral, João Pedro Almeida, Marisa Cardoso, Nuno Lourenço e Vasco Pereira. Entre os artistas fotografados, poderão ver-se músicos como Depeche Mode, Pearl Jam, Clã, Linda Martini, The Sounds, Os Pontos Negros, Goldfrapp, N.E.R.D., The White Stripes, Jamie Cullum, Nicole Eitner, The Gift, entre muitos outros.

MGMT - Oracular Spectacular

Os MGMT nem são uma das promessas de 2008. São já uma certeza entre os discos editados este ano. Prestem atenção a este duo vindo de Brooklyn (parece que ultimamente a cena de Brooklyn está imparável a dar novas músicas ao mundo!) que apresentam em "Oracular Spectacular" uma colecção do mais interessante que a o chamado rock alternativo tem mostrado nos últimos tempos. Músicas muito bem trabalhadas por Dave Friddman, ele que produziu discos de bandas como os Flaming Lips e Mercury Rev.
E é pelo universo destes últimos nomes que os MGMT (lê-se management) partem para construir convictamente temas como Weekend Wars, Kids, ou Time to Pretende que abre este disco de estreia "Oracular Spectacular".
Para descobrir urgentemente, os MGMT:

MGMT - Time To Pretend
Colocado por gotmullet

MGMT - Time To Pretend

Racine: O Passado Foi Lá Atrás



Wendy James regressou aos concertos em Portugal quase duas décadas depois da explosiva passagem dos Transvision Vamp por cá. Algumas dezenas de fãs dessa altura quiseram ver como está a louríssima vocalista aos 42 anos e estiveram no MusicBox para ver e ouvir os Racine. Wendy continua convincente em palco, simpática, mas a demonstrar que os tempos dos Transvision Vamp estão já bem longe e são totalmente ignorados num alinhamento 100% Racine traído pela falta de voz de Wendy.

Entre o público presente na sala do MusicBox, que até apresentou plateia numerosamente digna tendo em conta que lá fora a noite lisboeta registava uma quase total ausência de animação nas ruas, estavam muitos trintões recordados da banda que projectou Wendy James nos finais da década de 80. A esperança de se recordar alguma das canções de «Pop Art», ou «Velveteen», caiu rapidamente por terra com o avançar do concerto.

Os Racine em palco são quatro jovens rapazes, baixo, guitarra, baterista, e teclista, a acompanharem a personagem principal.
Wendy assume as rédeas do evento e apresenta-se de calças de ganga justas, e t-shirt branca com a sua caricatura desenhada, e a frase Every Song Is Dope, que pode ser comprada no site oficial da banda. Uma vezes a tocar guitarras, outras só com microfone, atira-se às canções dos discos Racine onde se destaca o acompanhamento das teclas.
Não faltaram os temas «Way», «I'm Freaking Out», ou «Bitter Funny», e as poses da vocalista são facilmente reconhecidas pela memória colectiva. O maior problema mesmo foi a voz que começou rouca, para uma hora depois chegar mesmo a falhar, facto pelo qual pediu desculpa.

A parte sentimental obriga o escriba a confessar que se sentiu recompensado pelo facto de ter estado tão perto do palco ao ver Wendy olhar directamente para ele para perguntar a diferença entre um obrigado em português e espanhol. E na parte final novo olhar com um sorriso a acompanhar para perguntar se o "Obrigado" dela estava aprovado. É aquele momento que todos desejamos ter para recordar.
A parte racional obriga a dizer que o concerto nunca passou do morno, não chegou para incendiar a sala, a duração foi muita curta (nem chegou a uma hora), e a falha da voz de Wendy não ajudou.
Deu para matar saudades dos tempos de adolescência e ver que a senhora Wendy James está em boa forma (apesar de magrinha) e que o projecto Racine tem pernas para andar.

in Disco Digital

Bob Dylan no Alive a 11 de Julho!

Depois de Neil Youg eis a confirmação de mais uma lenda americana em Algés para o mês de Julho, Bob Dylan vai actuar no dia 11 no Festival Alive!
A maior lenda viva do rock americano em Portugal no ano de todas as homenagens, a começar pelo filme I'm Not There esta semana na salas de cinema nacionais.

Alicia Keys - Como Cresceu a Pianista!


(Foto: Rita Carmo in blitz)

Em pleno dia do pai muitos foram os progenitores que não contaram com a companhia das filhas para o jantar, isto a julgar pela quantidade de jovens adolescentes, esmagadora maioria feminina, que esgotaram o Atlântico para receberem Alicia Keys em versão revista, aumentada, e com um espectáculo de encher as medidas. À grande, à americana, ao melhor estilo hollywood adaptado ao moderno visual MTV. Cerca de três dezenas de canções para quase duas horas de um concerto arrebatador.

Há quatro anos no Parque da Bela Vista perante uma multidão Alicia Keys apresentou discretamente as canções dos seus primeiros discos sem se separar do seu piano. O concerto foi demasiado intimo para um palco preparado para estrelas à escala mundial como era o caso de Sting que era o cabeça de cartaz dessa noite.
A menina cresceu, e o seu espectáculo ao vivo ganhou dimensões do tal nível de escala mundial!

Alicia Augello Cook adoptou o nome artístico Keys pela sua ligação aos teclados. Mas essa ligação já foi mais umbilical do que é actualmente. Apesar do piano ser presença assídua em palco, Alicia assumiu uma fuga para a frente do palco e agora é possível vê-la a dançar envolvida em coreografias com os seus excelentes bailarinos aproximando-se de um conceito de concerto mais caro a artistas como Beyoncé.
É surpreendente para quem estava habituado a ver Alicia só sentada ao piano.

O concerto vive destes dois mundos. Por um lado o ambiente mais intimista quando Alicia está ao piano, e onde a banda que a acompanha passa a ter papel secundário apenas acompanhando discretamente uma sucessão de temas como «Sure Looks Good To Me», «How Come You Don't Call», «Butterflies», ou «Goodbye». Esta toada acaba por entrar um pouco na lamechice quando se dedica «Prelude To A Kiss» às crianças pobres do mundo. O público aplaude.
Depois «Superwoman»,e «Need You», dão oportunidade a Alicia ir falando da história da sua vida, sempre com imagens a condizer nos enormes ecrans que servem de cenário ao palco. O dueto com Jermaine Paul surpreende pela qualidade do vocalista evidente da dupla interpretação de «Diary» e «Tender Love».
Aqui importa explicar que Alicia esta acompanhada de excelentes vozes nos coros, extraordinários bailarinos, e grandes músicos. Tudo personagens de um autêntico musical cheio de cor, luz, e efeitos visuais grandiosos num palco digno das mega produções que já raramente se vêm em concertos pop.

Alicia Keys é, e assume-se bem, como personagem principal deste grande espectáculo calculado ao pormenor, bem ensaiado, e pensado ao segundo. Basta comparar o alinhamento da noite lisboeta com o de Madrid, última paragem antes de Portugal, para se perceber que não espaço para grandes improvisações, repetindo-se a sequência dos temas.
Alicia Keys já não é só uma menina do piano, agora é também uma vocalista cheia de genica. Na parte final foi possível ver bem as duas facetas em momento seguidos. Tocou o êxito antigo «Fallin'» com toda a alma que a sua voz bem negra evoca, para depois explodir, e deixar o Pavilhão em loucura, na interpretação do mais recente "hit" «No One». E esteve muito bem nos dois papéis oferecendo um grande concerto de encher os olhos.

Na primeira parte tivemos uma estranha aparição de Patrice. Ele que está acostumado a grandes plateias portuguesas, desta vez não tocou mais de meia hora, com as luzes da sala acesas (!) e só com "Soulstorm" teve a recepção habitual para depois se despedir.
Soulstorm é capaz de ser a palavra que melhor define esta noite

O Regresso de Wendy James: A Entrevista

Entrevista com Wendy James: Uma inglesa em Nova Iorque
João Gonçalves e Davide Pinheiro



Sex symbol de finais de 80, Wendy James esteve muito tempo desaparecida. No momento em que chega um novo disco, ainda por cima com apresentação no MusicBox, a artista confessou-se ao Disco Digital.


Depois do fim dos Transvision Vamp, fez apenas um disco de versões de Elvis Costello. O que lhe aconteceu entretanto?
«Decidi que tinha que escrever as minhas canções. As letras tinham que sair da minha cabeça, a inspiração tinha que vir da minha alma e a sensibilidade tinha que corresponder ao que eu sou. Construí um estúdio na minha casa em Londres e comecei a aprender a tocar diversos instrumentos. Depois, foi uma questão de construir o meu repertório e também de aprender alguma coisa sobre processos de gravação. Daí surgiram as maquetas do «Racine 1», que agora acompanham o «Racine 2». Depois de ter as canções prontas, mudei-me para Nova Iorque e comecei à procura de uma banda. Este é um novo capítulo na minha vida. O concerto de Lisboa faz parte de uma digressão europeia.»

No MusicBox, vão apenas ouvir-se as canções de «Racine 2»?
«Não, vou também tocar canções dos Transvision Vamp».

Há algum compositor com quem gostasse de trabalhar?
«Sim, Bob Dylan.»

Houve alguma banda que a tivesse entusiasmado recentemente?
«Sim, os Black Lips.»

Acredita no poder da Internet para promover a música?
«Eu acho que o MySpace em particular e a Internet em geral dão um óptimo contributo à música. É óptimo para os artistas porque os intermediários diminuem. Actualmente, o poder está do nosso lado e não no de editoras gananciosas. Essas deviam pensar bem no seu papel porque não andam cá a fazer nada. Compreendo que uma multinacional seja um bom suporte em determinada altura da carreira porque tem dinheiro para promover, fazer vídeos, etc. Só que o papel das independentes mudou muito também. Gostava muito de conhecer pessoas nas editoras que trabalhassem tanto como os músicos. Mas não conheço…»

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