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Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

Passagem de Ano


Se está por Lisboa na passagem de ano então não pense mais no programa a cumprir. No Bar Left, em Santos, há Bailarico Sofisticado. Quer isto dizer que os 3 amigos que dão nome ao colectivo vão estar a dar a melhor selecção musical que pode encontrar. Isto se quiser entrar em 2007 a dançar, bailar, pular, cantarolar, e com boa disposição.

Top 2006 - Boomkat

O top da excelente loja online Boomkat. Com preços e tudo.
Restantes 50 em: Lista Boombkat

Top 2006 - Diário de Notícias

1. Tv on The Radio
2. Sonic Youth
3. Final Fantasy
4. Richard Swift
5. Bob Dylan
6. Clap Your Hands Say Yeah
7. The Knife
8. The Raconteurs
9. Tom Waits
10. PJ Harvey

Portugueses:

1. Sam The Kid
2. Sérgio Godinho
3. Bernardo Sassetti
4. Aldina Duarte
5. Carlos Bica
6. Humanos (ao vivo)
7. Gaiteiros de Lisboa
8. Balla
9. Buraka Som Sistema
10. Dead Combo

Sam The Kid de Volta

Sam The Kid lançou o seu novo disco há poucos dias, e veio mesmo a tempo de lutar pelos primeiros lugares nas escolhas de melhores do ano. Grande regresso de Sam The Kid. Fica o videoclip de Poetas de Karaoke:

Top 2006 - Disco Digital - Discos Internacionais

Bob Dylan vence o álbum internacional do ano para o DD

«Modern Times» de Bob Dylan foi eleito o álbum internacional do ano para os críticos e jornalistas do Disco Digital. Em 2005, a vitória pertenceu a «Frances The Mute» dos Mars Volta.


Bob Dylan « Modern Times».

The Strokes «First Impressions of Earth.

Gnarls Barkley - «St. Elsewhere».

Tom Waits - «Orphans».

Cansei de Ser Sexy - «Cansei de Ser Sexy».

Lindstrom - «It`a Feedelity Affair».

Lily Allen - «Alright, Still».

Tool - «10,000 Days».

Junior Boys - «So This is Goodbye».

10º Cat Power - «The Greatest».

Só foram escolhidos álbuns com crítica no Disco Digital. Participaram nesta votação Davide Pinheiro, Filipe Rodrigues da Silva, João Gonçalves, Pedro Curvelo e Pedro Figueiredo.

JP Simões @ Santiago Alquimista: Código da música

20/12/2006


O título escolhido para esta crónica é retirado de uma parte do discurso de JP Simões, que ele usa a intercalar cada canção, e era um trocadilho com o famoso «Código Da Vinci». É a sua imagem de marca, parte para as suas composições com ar comprometido, duas mãos agarradas ao microfone, um cigarro no meio dos dedos, olhos fechados, e uma voz que se solta debitando letras muito mais interessantes do que à partida se pode esperar.

Os Belle Chase Hotel foram a montra para o grande público, o Quinteto Tati é um ponto de passagem, a «Ópera do Falhado» ficou escondida do grande público, e finalmente o cantor apresenta-se em nome próprio. JP Simões é um caso muito sério na música portuguesa, escreve muito bem, e consegue passar mensagens que dizem muito à sua geração. Optou por se colar, sem o esconder, ao ritmo de Chico Buarque, mas fá-lo com um carisma próprio, e com um cunho pessoal que ninguém o pode levar a mal.

A geração a que me refiro é a minha, ou seja a que nasceu no início dos anos 70. A meio do concerto no Santiago Alquimista ouve-se uma música que fala da geração do cantor. Está lá tudo. Uma geração que já desistiu dos seus ideias, que nunca foram bem claros, que já casou e se acomodou. É só olhar à volta e temos dezenas de casos na sala que registou grande afluência de público na noite fria que antecede a chegada do Inverno.

Em palco JP Simões fez-se acompanhar pelo coro que gravou o disco, e bateria, baixo, teclas e sopro. É reproduzir aquilo que se pode ouvir em «1970», o disco que vai estar à venda já no início de 2007 (quem esteve no concerto já o pôde adquirir).

É com toda a certeza que afirmo que a duas semanas do fim do ano, assistimos à apresentação de um dos melhores discos portugueses do próximo ano.

Eu até defendo que na maioria das vezes o que me cativa mais é o instrumental passando o lirismo para segundo plano, mas no caso de JP Simões é exactamente o contrário que acontece. Deixamo-nos levar por aquele labirinto de palavras com que ele constrói ideias, e pertinentes mensagens que via desanuviando com um discurso irónico, e bem disposto no intervalo de cada música. Mesmo que raramente se ria.

JP Simões é um dos poucos génios da minha geração, a tal do inícios dos 70. É um rapaz para quem eu olho com admiração e orgulho de ser do mesmo tempo que o meu. Tenho sorte em ter um porta-voz assim.

E depois, quem edita um disco de 11 temas, em que 2 evocam o glorioso; «Vestido Vermelho», e «Capitão Simão», merece tudo de bom!



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