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Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

Copa Reggae 2006 à Venda



Já está à venda a compilação da Rádio Fazuma, que já tinha aqui sido falada.
Por (mais ou menos) 10€ temos acesso a uma bela colheita de duas dezenas de músicas enroladas.

Alinhamento:
1 - o pontapé de saída!!
2 - Mercado Negro - Aquecimento Global
3 - Freddy Locks - Wake Up
4 - DJ Nel Assassin - It's a Complow (Remix)
5 - Prince Wadada - Aldeia
6 - Planta e Raíz - De Cara pro Mundo
7 - Djambi - Lenha
8 - Primitive Reason - Had I The Courage
9 - Sativa - 54-46
10 - Chimarruts - O Sol
11 - Contratempos - Devagar
12 - Arsha - Wicked Reggae
13 - One Sun Tribe - Liberation
14 - Montecara - Lost Culture
15 - One Love Family - Africa Chora
16 - Moa Anbesa - Nossa Corrida
17 - Philarmonic Weed - Quintada das Embambas
18 - Regra 4 - Maracutaia Na Cabeça (Remix)
19 - O Apito !!!
20 - Cartel 70 - Joga Man

a dois Ao Vivo

O segundo canal da RTP está a passar diáriamente por volta da meia noite convertos ao vivo de diferentes bandas. Das clássicas às mais recentes, todas as noites há um concerto para ver, ou recordar. Aqui ficam os próximos:

hoje, 00.15 DIRE STRAITS ON THE NIGHT
amanhã, 00.30
ERIC CLAPTON - AO VIVO EM HYDE PARK
quarta, 00.30 ANASTACIA - LIVE AT LAST
quinta, 00.30
GORILLAZ - AO VIVO EM MANCHESTER
sexta, 00.30 MADONNA - DROWNED WORLD TOUR 2001
sábado, 01.30 P. J. HARVEY: ON TOUR "PLEASE LEAVE QUIETLY"

Lisboa Soundz@Terrapleno Santos

Musicalmente, teria sido perfeito se o alinhamento ignorasse tudo o que se passou entre o primeiro concerto e o último. Só que assim não teria passado um dia tão bem passado à beira Tejo, e tinha-me limitado a chegar, ver o grande Howe Gelb e o seu coro gospel, beber umas cervejas no intervalo e desbundar o enorme concerto que os Strokes deram.
A realiade é que o Howe Gelb abriu a festa por volta das 18h, e os Strokes começaram já depois da meia noite e meia. Ou seja, houve muito por contar pelo meio, e a vantagem de passar tanto tempo no recinto está no convívio. Estes eventos também são importantes pelas simpáticas conversas que vamos tendo com amigos que vamos encontrando. Amigos que vemos todos os dias, outros que só encontramos em concertos, uns que vemos de tempos a tempos, outros que nos aparecem surpreendemente. Assim o tempo passa a voar, entre umas cervejas, e umas gargalhadas, entre novidades agradáveis, e histórias de outros tempos com a música em fundo. Tudo isto faz parte destas maratonas ao ar livre. Foi bom ter reencontrado amigos de longa data como Álvaro Costa, o Luís Oliveira, o Miguel Quintão, Pedro Gonçalves, Nuno Calado e tantos outros. Entre a conversa futebolística, e musical, se passa um dia em pé.

Quanto aos concertos comecemos pelo fim.
The Strokes
Concerto arrasador! A entrada ao som de "Juicebox" foi reveladora do que iriamos ter pela noite dentro, rock de nos pôr a mexer sem parar. Tocaram quase duas dezenas de canções dos seus discos e mantiveram sempre o nível de entusiasmo da plateia lá bem no alto. Claro que as canções do primeiro disco foram recebidas em loucura ainda maior.
Diga-se que durante este concerto o recinto de Santos recebeu a maior afluência de público de todos os três eventos lá realizados no último mês.
Com uma energia convincente, os Strokes assinaram um dos grandes concertos da época. Não sei se é um hábito de Julian Casablancas, mas vê-lo a furar no meio dos fãs em frente ao palco foi um momento de destacar. Casablancas no meio dos seus admiradores em sintonia com eles, de microfone na mão e cantar enquanto era tocado por todos os que ali estavam.
Depois de um encore de 3 temas, despediram-se ao som de "Take It or Leave It". Grande concerto.

Dirty Pretty Things
Com um som forte, e com uma plateia bem numerosa, mas ansiosa pelos Strokes, os DTP deram um concerto razoável. Defenderam bem o seu disco ao vivo, e tiveram que viver com o que ele tem de bom e de mau. O melhor são alguns temas bem construídos e que podem funcionar uns meses até cairem no esquecimento absoluto. Falo das canções "Bang Bang You're Dead", ou "Blood Thirsty Bastards" do álbum Waterloo to Anywhere.
O resto é som que já nos habituámos de bandas nova vaga como os Libertines, que dá para distrair mas que não sai para lado nenhum.

She Wants Revange
Entraram com "Red Flags and Long Nights", o tema que abre o seu disco. E o título até fazia sentido, já que naquela altura muitas centenas iam-se preocupando com facto de não haver televisões no recinto para acompanhar a apresentação do Benfica.
Os SWR cativam nos primeiros minutos de actuação, mas depois perdem-se nos sons demasiado calcados às suas bandas de referência. Anda-se muito à volta dos derivados de Joy Division e acaba por cair na monotomia. Se conseguissem partir dali para algo mais personalizado era capaz de resultar, assim ficam só pelas boas intenções traídas pelo seguidismo.

Los Hermanos
Estes rapazes são o tal aceno à comunidade brasileira a ver se a organização consegue mais umas dezenas de bilhetes vendidos. Fora do contexto, passaram ao lado das atenções gerais. Boa altura para enfrentar as valentes filas para o pão com chouriço ou hambúguer e jantar.

Isobel Campbell
Aposta falhada no alinhamento. A presença de Isobel em Lisboa foi pura ironia, isto na semana em que os Belle & Sebastian encataram os seus devotos no Coliseu de Lisboa. Nunca pareceu muito à vontade no seu papel de encatar a plateia meia adormecida pelo fim de tarde quente à beira rio. Apostou maioritariamente nas canções do seu aclamado disco gravado com Mark Lanegan que iam sendo identificadas com indiferança pelo público. Ainda passou por uma versão de "Love Hurts", imortalizada por Emmylou Harris e Gram Parsons, mas nunca encantou.

Howe Gelb
Merecia ter actuado no auge da noite. Howe Gelb é enorme, já o conheço de outros concertos inesquecíveis no Santiago Alquimista e no Musicais. Encarou as poucas dezenas que já estavam no recinto às 18h com naturalidade e simpatia de sempre. Apresentou as suas canções do belíssimo novo disco "Sno Angel Like You", e trouxe o coro de gospel que o acompanha nesta nova aventura. Na guitarra, ou ao piano, Gelb encanta com o seu country/gospel/blues de embalar. Por momentos há a química perfeita, o sol escaldante de Lisboa sob o palco de onde saiem os sons do cowboy Howe. Trocávamos o rio pela areia do deserto e podíamos estar num fim de tarde lá para os lados onde Gelb vai buscar a inspiração.
Abertura em grande.

SALDOS - 1º round

Pela Worten do C.C.Colombo:



4 hero - creating patterns, 2001
4,99€

Massive Attack - 100th Window, 2003
1,99€



Ziggy Marley - Dragon Fly, 2003
4,99€

Common - Electric Circus, 2002
4,99€

Lisboa Soundz - Horários


Amanhã grande maratona rock à beira Tejo. Terceira festança lá para os lados de Santos. Depois do reggae, da electrónica e sons mais dançantes, amanhã é a vez de muito rock.
A partir das 17h da tarde é de ficar no Terrapleno de Santos. Aqui ficam os horários para nos organizarmos:

The Strokes - 00:10
Dirty Pretty Things - 22:40
She Wants Revenge - 21:20
Los Hermanos - 20:10
Isobel Campbell - 19:00
Howe Gelb Gospel Choir - 17:50
You Should Go Ahead - 17:00

Pixies @ Pav. Atlântico


(foto de Pedro Polónio)
Começo a fica descansado quanto à herança musical que vamos deixar às gerações que se seguem. Hoje ao ver o entusiasmo com que mais de 5 mil almas se entregavam à música dos Pixies cheguei à conclusão que a minha geração também teve música de muita qualidade na sua adolescência, finais de 80, principios de 90.
Se os Pixies acabaram há mais de 10 anos, se o concerto mais emblemático aconteceu no Coliseu de Lisboa por essas alturas, como é que se explica que a banda venha a Portugal 3 vezes nos últimos dois anos, e ainda suscite admiração da plateia?
Simples de responder, a música que os Pixies fizeram é boa, muito boa, e de certeza que vai durar até às descobertas dos ouvidos dos nossos netos.
Em palco já sabemos com o que contamos, Frank Black e Kim Deal captam as nossas atenções e conservam a mesma pose do princípio ao fim. Desfilam clássicos atrás de clássicos. Todas as canções nos fazem lembrar os nossos anos de jovens rapazinhos, ou raparigas, todas nos dizem algo. É impressionante, são mais de duas dezenas de temas e passam num instante.
Não há ali nada de mais do que esperávamos ver, mas também não há nada que nos decepcione, são os Pixies tal como sempre foram, agora numa fase em que vivem dos rendimentos que as suas canções lhes proporcionam. Fazem bem.
Não há nunca a sensação de seca, nem do público, nem da banda. Sabe bem ouvir as faixas ao vivo dos seus 5 discos de originais.
Um bom concerto que nos garante que temos argumentos para nos orgulharmos daqui a muitos anos quando falarmos da música que ouvíamos aos nossos sucessores.

Na primeira parte os Vicious Five apresentaram a sua versão aguerrida do rock de Up on The Walls em formato curto. Os mais chegados ao palco deixaram-se levar pela extraordinária força dos portugueses e ficaram convencidos, lá mais para trás na plateia era a corrida louca à imensa espera por uma cerveja.
Cumpriram!

O Regresso dos Pixies a Lisboa - Hoje no Atlântico



Os Pixies são os Pixes! Está certo que é a 3ª vez que visitam Portugal num espaço de 3 anos, mas vejamos a insistência como compensação de mais de 10 anos de ausência. Foi emocionante vê-los no regresso em 2004 no Parque Tejo, foi bom escutá-los no belo cenário de Paredes de Coura no ano passado, vai ser óptimo estar com eles logo à noite em pleno Pavilhão Atlântico a recordar todos os grandes clássicos que sonorizaram as nossas adolescências. Sejam bem reaparecidos.
Na primeira parte uma banda que nos vai obrigar a chegar a horas mesmo, os portugueses Vicious Five prometem incendiar o Atlântico com o seu rock explosivo em palco.
Está marcado para as 21h o início da grande noite.

Revista de Imprensa: Uncut, Agosto

Uncut Magazine cover

A revista inglesa apresenta este mês um top deveras curioso: os 100 melhores discos de estreia de uma banda! Como todas as listas que se prezam há aqui muita matéria para discussão...
Brevemente falarei mais deste top 100, adianto que o disco eleito em primeiro é: The Velvet Underground & Nico, de 1967

E ainda:
  • OPINION - Luke Haines
  • YOU HAD TO BE THERE - Keith Moon off his rocker and off his kit
  • IN HIS OWN WRITE - Paul Weller
  • CH-CH-CH-CH-CHANGES - Scritti Politti's Green Gartside
  • FIGHT CLUB - Nicky Wire vs Tim Rice-Oxley
  • THE STARS THAT FAME FORGOT - Stephen Pastel
  • MY LIFE IN MUSIC - Kiefer Sutherland
  • FROM THE VAULT - Guns N’ Roses from 1987
  • THE MAKING OF... - The Damned's "New Rose"
  • I THOUGHT YOU - WERE DEAD Tony Joe White
  • JON WILDE INTERVIEW - Donovan
  • AUDIENCE WITH - Frank Black
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