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Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

The Durutti Column – Keep Breathing

A imagem “http://images-eu.amazon.com/images/P/B000DXSD12.02.LZZZZZZZ.jpg” não pode ser mostrada, porque contém erros.

Apesar dos 26 anos de carreira que já levam os Durutti Column, ainda há motivos de interesse para se espreitar o que anda Vini Reilly a aprontar. Este ano editou "Keep Breathing", que neste caso, é um título bastante explicativo. São 12 temas dentro do ambiente que Reilly se costuma situar, entre a canção melancólica, e as construções instrumentais complexas, partindo dos sons da sua guitarra para uma sucessão de atmosferas mais hipnóticas.
A sua voz melódica e dramática continua a ser imagem de marca, e há faixas que merecem ser ouvidas com atenção. Um regresso ainda a fazer sentido em 2006.

Kano - Home Sweet Home


Com 19 anos, Kane Robinson é nome a reter na cena mexida do Este de Londres. Para começar há que dizer que Mike Skinner anda por aqui, ou seja, Kano é produzido pelo projecto The Streets. Facto que por sí só constitui um motivo mais do que suficiente para ouvirmos «Home Sweet Home» com
atenção.

«Home Sweet Home» é uma bela viagem entre ritmos que partem do hip hop e rap para estâncias tão díspares como a soul, o house, o ragga ou mesmo o metal - temos referência a «War Pigs» dos Black Sabbath!

Kano comanda as operações com rimas acertadas, carregadas de ironia e letras bem actuais.
Os temas diferem entre si, ou seja, fruto das diferentes sonoridades visitadas. Temos um disco que pode ser ouvido sem sequência certa, várias faixas podem ser lançadas como singles atraentes. Por exemplo, o tema «Remenber Me» tem um ambiente estranhamente latino no meio daquela intensidade toda que os instrumentais vão oferecendo ao longo do disco.
Temos aqui um exemplo do melhor que nos chega de Londres em 2005. O selo de qualidade de Mike Skinner não engana.

J.P. Simões@ ZdB

Ontem à noite, J.P. Simões apresentou-se na sala da ZdB para mostrar os temas que irão fazer parte do seu aguardo disco a solo que deverá sair lá para Setembro.
Acompanhado pelo teclista Sérgio Costa, companheiro de longa data e parceiro em outros projectos como Quinteto Tati ou Belle Chase Hotel, e sentado com a sua viola, J.P. Simões foi apresentando cada canção não perdendo a oportunidade de ir lançando muitas tiradas cheias daquele humor que sempre o caracterizou.
As canções são de ambiente calmo, simples, e têm nas suas letras o grande trunfo, tal como seria de esperar de composições assinadas por J.P. .
A sala estava bem composta, uma plateia que esteve confortavelmente sentada apreciando as novidades que o vocalista ia mostrando. Todos gostaram.
Que venha o disco.

Josh Rouse@ Aula Magna - O americano sedutor


Josh Rouse regressou a Lisboa para voltar a ser recebido com todo o carinho e entusiasmo, que o público sabe dispensar a quem escreve excelente canções, e é uma simpatia em palco, como é o caso deste norte-americano a viver no sul de Espanha. Existia alguma confusão e curiosidade antes do começo do concerto, porque não se sabia ao certo em que formato ia actuar Josh Rouse. A noite era dedicada a um concurso de novas bandas, e o nome do artista vinha anunciado como convidado, ele e a String Quartet, que também ninguém sabia explicar o que era. Em cima da hora dúvidas desfeitas, Josh Rouse subia ao palco para apresentar um concerto na sua forma mais tradicional, com a duração normal de mais de uma hora.

A reportagem completa para ler em:
Josh Rouse@Aula Magna

Cartaz Oficial do HYPE@TEJO

A música electrónica regressa à cidade…

8 DE JULHO – TERRAPLENO DE SANTOS

-------PALCO TEJO-------

MASSIVE ATTACK

ATMOSPHERE

KUDU

--------ZONA HYPE--------

DIPLO

DJ MARLBORO

BURAKA SOM SISTEMA

TÉLÉPHATIQUE

MARY B (DJ OXIGÉNIO2.6)

ENTRADA | 30 EUROS

Locais de Venda | Multibanco, Fnac, Balcões dos CTT, Agências ABEP e Alvalade, Ticketline (Reservas: +351 707234234 e www.ticketline.sapo.pt)

Tragam Cá a Fiona


Esta senhora chama-se Fiona Apple e tem 3 discos editados que são excelentes. Nunca veio cá actuar, e não é das artistas mais faladas pela nossa imprensa. Injustamente.
Fiona Apple está a dar concertos nos Estados Unidos da América, esta foto é do concerto do passado dia 19 em Las Vegas, e bem que podia vir a Portugal apresentar os seus discos, mesmo porque Extraordinary Machine foi editado recentemente.
Os outros dois discos podem ser encontrados a preços acessíveis nas lojas. Procurem por Tidal, disco de estreia de 1996, e por When the Pawn... (é o título de disco mais comprido de sempre) de 1999, e oiçam o que têm estado a perder!
Fiona em Portugal, já!

O Número 2 da W

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A não perder hoje o suplemento do jornal Público: W
Além do habitual suplemento de música, teatro e cinema, Y, hoje sai também o W que se concentra em músicas do mundo com ênfase nos vários festivais de verão que vão acontecer entre nós. Há também análises a discos recentes, com "All the Roadrunning" de Knopfler e Emmylou Harris a ser revisto pelo autor deste espaço.

Pussycat Dolls e Rihanna: Ainda Bem Que Não Tenho Filhos!

Andemos uma semana para trás para falarmos, e vermos as fotos, da passagem de dois nomes que fazem as delícias dos adolescentes, e não só... As Pussycat Dolls e Rihanna, passaram pelo Pavilhão Atlântico há pouco mais de uma semana, e tal como tinha aqui prometido, marquei presença no local a convite da amiga Lia, que foi em trabalho.

Não foi uma experiência gratificante, foi mais traumatizante. Eu pensava que um nome como Rihanna ainda atraísse um público mais adulto que gostasse dos singles conhecidos. Pura ilusão.
A entrada na plateia do Pavilhão é assustadora. Entro, olho à volta e vejo milhares de crianças em delírio com o que os animadores de uma rádio (Cidade FM) vão gritando!
Aquilo parecia as festas de liceu da associação de estudantes. Um olhar mais atento e não se desvenda a presença de crianças com mais de 16 anos, e já me estou a esticar na idade...
Pais encostados às bancadas, ou sentados no chão, e putos em grupos e em alvoroço.
Afinal, tudo tem uma explicação. Ao falar com um dos colaborades habituais do Pavilhão fico a saber que há muitas queixas de mães descontentes com o elevado volume de som que sai do palco. Dizem que faz mal às crianças, e que estão escandalizadas com o nível dos decibeis.
O mais curioso é que as raparigas, que não podem ouvir música alto, exibem generosos decotes, e roupas que eu imaginava ser mais apropriada para adolescentes a partir dos 18. Quanto a isso as mamãs não demonstram a menor preocupação!

Mas porque é que está ali tanta criançada para ver e ouvir dois nomes da pop actual que até usam e abusam da imagem sexy nos videoclips?!
É só seguir o fio do pensamento, tudo se resume ao título de uma novela: Morangos Com Açucar! É que os singles de ambos os nomes que vão ali actuar passam em peso na banda sonora da novela da TVi. Quem vê os Morangos, como lhe chamam os putos, ouve Cidade FM. Curiosamente tudo do mesmo grupo de media! Vai ao ponto de o privilégio de ter um convite VIP (eu tinha um) ser poder sentar-se na mesma bancada de actores e actrizes da tal novela. Mais nada!

Venda de álcool totalmente proíbida no recinto, foi uma das causas para só lá ter aguentado uma horinha dentro. Deu para ver Rihanna em palco.
Muito mau. A linda menina, tem 18 anos!, de Barbados deixa-nos a todos babados. Parece uma boneca daquelas com uma beleza inacreditavel. Os pais da criançada devem ter gostado do que viram. Musicalmente falando, o concerto de Rihanna é... inexistente. Está sozinha em palco a fingir que canta sobre a música gravada, e apenas se ouve a voz nos refrões ou para falar com os fãs. Coreografias arojadas com bailarinos também não preocupam as tais mães escandalizadas com o som alto! A imgaem de Rihanna é inesquecível; blusinha branca apertada e decotada, calções muito justos e curtos a evidenciarem umas belas pernas em cima de uns saltos bem altos! A criançada adora. Os pais também.

As Pussycat Dolls são seis. O conceito de concerto delas é totalmente coreográfico. Não há músicos, nem Dj's em, palco. Só elas e um cenário que lhes proporciona várias danças.
Uma ou outra apresenta uma boa voz, as outras disfarçam. Mas a dançarem são certinhas. Com mudanças de roupa constantes, mantendo sempre a imagem bem provocante, há alturas em que aquilo podia ser perfeitamente um início de uma apresentação em qualquer casa de strip!
Enfim, fiquei a saber que as crianças deste país crescem ao som dos Morangos, e vestem ao sabor das Rihannas.

Ainda bem que não tenho filhos!

A não perder: Reportagem da Lia Pereira no Cotonete

Um Concerto dos Radiohead Para... Ouvir


Aqui fica um link para se aceder a um concerto dos Radiohead no Madison Square Garden em 14 de Junho de 2006, que inclui várias novas canções que vão fazer parte do novo disco:
Radiohead - Live @
Madison Square Garden
Agradecimentos a Jorge Costa do Fórum Sons.

Alinhamento das canções:

The Gloaming (Hail To The Thief, 2003)
The National Anthem (Kid A, 2000)
15 Step (new)
Arpeggi (new)
Kid A (Kid A, 2000)
Dollars And Cents (Amnesiac, 2001)
Videotape (new)
Nude (new)
I Might Be Wrong (Amnesiac, 2001)
Paranoid Android (OK Computer, 1997)
Bangers ‘n’ Mash (new)
Pyramid Song (Amnesiac, 2001)
My Iron Lung (The Bends, 1995)
Bodysnatchers (new)
Myxomatosis (Hail To The Thief, 2003)
No Surprises (OK Computer, 1997)
Everything In It’s Right Place ( Kid A, 2000)

A Wolf At The Door (Hail To The Thief, 2003)
Down Is The New Up (new)
Like Spinning Plates (Amnesiac, 2001)
Spooks (new)
Idioteque (Kid A, 2000)

Just (The Bends, 1995)
The Tourist (OK Computer, 1997)


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