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Grandes Sons

Um pouco de música todos os dias. Ao vivo, em vídeo, discos, singles, notícias, fotos. Tudo à volta do rock e derivados.

Grandes Sons

FMM Sines Agenda - Dia 7

Sábado, 30 de Julho (novos horários)

Nathalie NatiembéNathalie Natiembé (Ilha Reunião – França), 18h45, Castelo
Transformando o maloya tradicional através de um olhar contemporâneo e pessoal, Nathalie Natiembé é uma das vozes mais originais da música africana de hoje.

CaBaCeCaBaCe (Portugal), 20h00, Av. Vasco da Gama
Vencedora do concurso Rock Rendez Worten 2010, CaBaCe é a banda revelação da música afro feita em Portugal. Este concerto é mais um passo na sua descoberta.

Mário LúcioMário Lúcio (Cabo Verde), 21h45, Castelo
Fundador dos Simentera, Mário Lúcio apresenta em Sines o seu trabalho a solo mais recente, “Kreol”, um dos discos do ano nos “charts” europeus de world music.

Sly & RobbieSly & Robbie feat. Junior Reid (Jamaica), 23h15, Castelo
Dez anos depois do concerto histórico com Black Uhuru em 2001, a secção rítmica que mudou o reggae volta a Sines com um dos cantores jamaicanos em melhor forma.

Aziz SahmaouiAziz Sahmaoui & University of Gnawa (Marrocos / Senegal), 00h45, Castelo
No seio da Orchestre National de Barbès, Aziz Sahmaoui ajudou a renovar a música magrebina. Em 2011, lança-se a solo com o projecto de gnawa que mostra no FMM.

Kumpania AlgazarraKumpania Algazarra (Portugal), 02h45, Av. Vasco da Gama
Seja nas ruas, seja nos palcos, quando a Kumpania aparece a festa começa. Balcânica, latina, jamaicana, universal, a sua música celebra o mundo e a vida.

FMM Sines Agenda - Dia 6

L.U.M.E.L.U.M.E. (Portugal), 18h45, Castelo
Criado por Marco Barroso, o Lisbon Underground Music Ensemble é uma big band de autor com alguns dos melhores músicos portugueses do jazz e da clássica.

 

Lousy GuruLousy Guru (Portugal), 20h00, Av. Vasco da Gama
Acabada de estrear em CD com “As Big as Divided”, a jovem banda portuguesa Lousy Guru faz pop com influências folk onde os jogos polifónicos são marca.

 

AyarkhaanAyarkhaan (República da Iacútia – Rússia), 21h45, Castelo
O trio Ayarkhaan lidera o movimento de revitalização da música da república russa da Iacútia. O canto gutural e o berimbau “khomus” são as suas ferramentas.

 

Before BachMarchand vs. Burger “Before Bach” (França), 23h15, Castelo
O terreno fértil das músicas modais inspira o projecto do cantor Erik Marchand e do guitarrista Rodolphe Burger. Mehdi Haddab (Speed Caravan) é convidado especial.

 

DissidentenDissidenten (Alemanha / Marrocos), 00h45, Castelo
Uma das bandas que mais contribuiu para abrir a música ocidental aos sons do resto do mundo traz a Sines as suas “Tanger Sessions”, fusão de rock e música árabe.

 

O Experimentar Na M'IncomodaO Experimentar Na M’Incomoda (Açores – Portugal), 02h45, Av. Vasco da Gama
A música tradicional açoriana redescobre-se através do digital. Um projecto de Pedro Lucas com a participação de alguns dos melhores músicos do arquipélago.

FMM Sines Agenda - Dia 5

Shunsuke KimuraShunsuke Kimura x Etsuro Ono (Japão), 18h45, Castelo
O Tsugaru-shamisen é um instrumento de cordas com um lugar especial na cultura do Japão. Kimura e Ono tocam-no com a imaginação do jazz e a energia do rock.

Graveola e o Lixo PolifônicoGraveola e o Lixo Polifônico (Brasil), 20h00, Av. Vasco da Gama
Oriunda do estado brasileiro de Minas Gerais, a jovem banda Graveola e o Lixo Polifônico faz música onde materiais nobres e menos nobres se misturam.

ApsiliesApsilies (Grécia), 21h45, Castelo
O quarteto Apsilies é um dos grupos mais destacados da nova geração da rebetika. O repertório da escola oriental do género é a base das suas experimentações.

Desert SlideVishwa Mohan Bhatt & The Divana Ensemble “Desert Slide” (Rajastão – Índia), 23h15, Castelo
Um dos maiores inovadores da slide guitar indiana dialoga com um grupo cigano na tradição dos músicos dos antigos rajás. A alma do Rajastão num concerto imperdível.

Nomfusi & The Lucky CharmsNomfusi & The Lucky Charms (África do Sul), 00h45, Castelo
Formada na rica tradição do jazz sul-africano e nas grandes vozes da música negra, Nomfusi apresenta em Sines o disco que a revelou ao mundo, “Kwazibani”.

Tuba Project Tuba Project feat. Bob Stewart (Roménia / EUA), 02h45, Av. Vasco da Gama
Entre a Dixieland e o free jazz, o Tuba Project do pianista e compositor romeno Lucian Ban dá à tuba a proeminência que lhe faltava no jazz contemporâneo.

FMM Sines Agenda - Dia 4

Mercedes PeónMercedes Peón (Galiza – Espanha), 18h45, Castelo
Multi-instrumentista e criadora genial, a galega Mercedes Peón traz a Sines um dos discos de fusão electro-acústica mais amados dos últimos anos, “SÓS”.

 

RakiaRakia (Portugal), 20h00, Av. Vasco da Gama
Formada por músicos ligados a grupos portuenses como Mu e Mandrágora, a jovem banda Rakia aposta na música de fusão com raízes espalhadas pelo mundo.

 

Manou GalloManou Gallo & Women Band (Costa do Marfim / Bélgica), 21h45, Castelo
Cantora, baixista e percussionista, Manou Gallo é uma artista africana na diáspora. Fundada nas tradições do povo Djiboi, a sua música é um arco-íris de influências.

 

Mama RosinMama Rosin (Suíça), 23h15, Castelo
A música crioula da América francófona inspira um dos jovens grupos europeus mais promissores. Do zydeco ao punk, a ordem de Mama Rosin é para dançar.

 

Blitz the AmbassadorBlitz the Ambassador (Gana / EUA), 00h45, Castelo
Unindo a rebeldia poética do rap ao poder instrumental das orquestras africanas, Blitz the Ambassador promete marcar o hip hop da segunda década do séc. XXI.

 

Mikado LabMikado Lab (Portugal), 02h45, Av. Vasco da Gama
Autor de dois dos melhores discos de jazz feitos em Portugal, o trio liderado pelo compositor e baterista Marco Franco surpreende com a sua música retro-futurista.

The Antlers no Lux

 

Os indie-rockers nova-iorquinos The Antlers, estreiam-se ao vivo em Portugal, dia 3 de Novembro com um concerto no Lux. A banda liderado por Peter Silberman, editou este ano o quarto longa-duração, "Burst Apart".

Festival de Sines: Alentejo global


A 13ª edição do Festival Músicas do Mundo de Sines começou sexta feira e encheu de vida aquela localidade alentejana repetindo o ritual anual de encontro de várias tribos atraídas pela diversidade sonora.


Ao fim de três noites de música já temos os primeiros vencedores no palco principal do Castelo: Le Trio Joubran (Palestina), Cheikh Lô (Senegal, Secret Chiefs 3 (EUA) e o projecto Congotronics vs Rockers (R. D. Congo / EUA / Argentina / Suécia) já rubricaram a ouro os seus nomes na história do FMM 2011.

 

Estes destaques musicais já não surpreendem. É certo e sabido que das várias propostas musicais diárias há sempre concertos que nos enchem as medidas. Geralmente são experiências únicas pois não é fácil voltar a ver e ouvir sons tão diversos e distantes. Musicalmente este festival tem como característica satisfazer sempre a curiosidade de quem se entrega à descoberta de novos mundos musicais. Depois há aquelas actuações que se tornam lendárias de tão intensas que são tanto em palco como em ligação ao público. Se tivermos que escolher já um no rescaldo deste primeiro fim de semana elegemos a exuberante actuação dos Congotronics vs Rockers.

Para quem é leitor da revista Uncut, o artigo dedicado ao concerto dos Congotronics vs Rockers na Bélgica deixou a salivar pela visita ao Alentejo. O maior elogio que podemos fazer é que o concerto de sábado à noite ultrapassou em muito as expectativas criadas que já eram enormes. Música no seu estado puro, cruzamentos auditivos que nos estimulam a dançar até à última nota, uma multidão (com gente de muito bom gosto como Juana Molina) em palco sempre em alta rotação. Momentos que não têm preço.

 

Para os leitores que ano após ano ao lerem relatos como este ficam a pensar que qualquer dia têm de ir conhecer o FMM deixo aqui um simples desafio: vençam a preguiça!

É que não há muitos mais motivos além da preguiça para continuarem a adiar a experiência. O evento dura uma semana, mais pausa menos pausa, o que anula logo a desculpa da agenda cheia. É só escolher a noite mais oportuna para um salto a Sines. Não conte com alojamento porque nesta altura não vai encontrar, aposte em ir jantar uma feijoada de búzios no restaurante que fica na praia do norte (procure que vale a pena o esforço) e depois desloque-se para o Castelo de ouvido bem aberto e deixe-se surpreender.

Vai ter de comprar bilhete para entrar no recinto mas se achar que não pode gastar esse dinheiro não tem problema porque está no Festival mais democrático do país e quem quiser pode ficar do lado de fora das muralhas a ver os concertos em écrãs gigantes com colunas de som e tudo. Aliás, o ambiente fora do Castelo é tão ou mais quente daquele que se vive perto do palco tal é o número de pessoas que se concentram nos cafés, esplanadas e chão que rodeia o recinto. Isto tudo a pouco mais de uma hora de lisboa se viajar de carro.

 

Para os amantes do FMM já não há dúvidas esta é uma semana de férias bem alojados em Sines a aproveitar a praia de dia, a gastronomia local e a dançar madrugada fora, para muitos a melhor semana do ano.

Para quem está desmoralizado por já ter perdido os enormes concertos dos Congotronic Vs Rockers ou Cheikh Lô, por exemplo, há boas notícias; é que as noites de concertos regressam já na quarta-feira (dia 27) e vão ocupar o Castelo e a zona da praia até à manhã de domingo e há grandes nomes em agenda como a dupla jamaicana Sly & Robbie.

 

jjoaomcgoncalves@gmail.com

in Disco Digital

FMM Sines Agenda - Dia 3

Domingo, 24 de Julho (Castelo)

AdufAduf (Portugal), 18h45
O adufe que conhecemos da Beira Baixa amplia-se e transforma-se num “adufão” com influências asiáticas. A cantora basca María Berasarte é convidada especial.

 

Luísa MaitaLuísa Maita (Brasil), 21h45
Autora de “Lero-Lero”, um dos discos brasileiros com maior atenção internacional em 2010, a paulistana Luísa Maita estreia-se em Portugal no palco do FMM.

 

De Tangos y JaleosDe Tangos y Jaleos (Extremadura – Espanha), 23h15
O verdadeiro flamenco popular, raramente mostrado fora das cerimónias privadas das famílias ciganas extremenhas, num encontro genuíno e de grande intensidade.

 

Ebo TaylorEbo Taylor & Afrobeat Academy (Gana), 00h45
Figura histórica do highlife, o ganês Ebo Taylor fecha o primeiro fim-de-semana de concertos na companhia de uma orquestra de “allstars” do afrobeat actual.

Amy Winhouse - 1983 / 2011

Morreu aos 27 anos. A idade rock n'roll.

Recordo aqui a crónica que assinei sobre a passagem de Amy pelo Rock in Rio Lisboa:

 

Sábado, 31 de Maio de 2008
Rock In Rio-Lisboa 1º Dia: Soul sem alma

O palco Mundo do Rock in Rio 2008 teve logo na sua noite de estreia um daqueles momentos que ficará na história dos concertos em Portugal com a passagem de Amy Winehouse por Lisboa. Uma actuação decadente que contrastou com a energia aeróbica de Ivete Sangalo que arrasou com a multidão que encheu o Parque da Bela Vista que foi chegando ao recinto ao som de Paulo Gonzo e foi saindo à medida que Lenny Kravitz prolongava as suas músicas até ao limite do aceitável.

O que interessa reter desta noite de estreia do Rock in Rio 2008 é que Amy Winehouse apareceu mesmo em palco, o que já foi uma primeira satisfação para público e organização. Já passava das 22h35 quando Amy se mostrou à plateia. Começou com «Addicted» e logo se percebeu que o seu estado estava longe da sobriedade. Foi um concerto na corda bamba, de voz rouca, desiquilibrada nos seus saltos bem altos, e condicionada pelo excesso de consumo de álcool, ou drogas, ou ambos, Amy foi o expoente máximo da figura decadente, e degradante da cultura pop. Um concerto tão mau, tão desastroso que entra directamente para um lugar de destaque na história das lendas ao vivo, e que acaba por ser memorável. Falhas de voz, perdas de sapatos, enganos nas letras, cantar fora de tom, tudo o que uma estrela decadente deste meio pode oferecer a uma plateia pronta a celebrar a desgraça de uma figura à escala mundial. Foi quase uma hora de circo em que Amy se aguentou no limite cumprindo o alinhamento previsto que contemplou todos os sucessos que se queriam ouvir. Tão mau como inesquecível.

Quem não vacila em palco é a brasileira Ivete Sangalo que já faz parte do imaginário Rock in Rio Lisboa nunca falhando a sua visita. Rolou bem a festa como diz a canção e espalhou toda a sua classe em palco com os diálogos empolgantes, desfilando os temas mais esperados para quase cem mil espectadores que não pararam de pular, cantar, dançar, deixando Ivete completamente à vontade para assinar mais uma grande passagem por Lisboa. Levantou poeira, muita poeira, como era de esperar.

A fechar a noite esteve Lenny Kravitz com o seu rock arrastado, esticando os seus sucessos em longos solos aborrecidos, e fazendo render um alinhamento de 16 canções que apostou numa recta final recheada de êxitos como «Mr. Cab Driver», «Dig In», «Fly Away», ou o inevitável «Are You Gonna Go My Away» com que encerrou a primeira noite do Rock in Rio.

A honra de abertura do Palco Mundo coube ao português Paulo Gonzo que foi recebendo os milhares de espectadores que iam enchendo o recinto e que corresponderam de imediato aos apelos dos refrões das conhecidíssimas «Jardins Proíbidos», ou «Quase Tudo», e que ainda surpreendeu com uma versão de «Blue Jean» de David Bowie.

Assim foi a primeira noite do Rock in Rio 2008 marcada pela actuação inquietante de Amy Winehouse.

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